Museu Histórico Nacional

Criado em agosto de 1922 o Museu Histórico Nacional (MHN) formou o maior acervo sob a guarda do Ministério da Cultura e transformou-se em importante centro gerador de conhecimento. Abrigando o primeiro curso de museologia do país e servindo como ponto de partida para a constituição de importantes museus brasileiros, o MHN passa a ser conhecido internacionalmente na década de 40.MHN_home

MHN 1

A exposição do Museu inicia-se no térreo, com painéis contando a história do conjunto arquitetônico. Destaque para a monumental escultura equestre de D. Pedro II, de Francisco Manoel Chaves Pinheiro. Há também uma exposição referente aos meios de transporte, Do Móvel ao Automóvel – Transitando pela História, e pinturas sacras cusquenhas, testemunhas da cultura peruana.

No segundo pavimento tem-se acesso à galeria, onde exposições abrangem da pré-história brasileira ao período republicano: acervo tradicional, peças contemporâneas e recursos multimídia auxiliam o visitante na compreensão de nossa história.

MHN 5Destacam-se várias outras exposições, como a Oreretama, reflexo de pesquisas arqueológicas no Brasil que possibilitaram encontrar, identificar e classificar vestígios materiais deixados por essas populações indígenas, sinais e fragmentos da vida ativa dessas sociedades. E, a partir deles, fazer-se uma reconstituição aproximada dos ritos, lendas, artes, comunicação e organização social, entre outros saberes e fazeres dos nossos ancestrais nativos.

A exposição Portugueses no Mundo apresenta a expansão portuguesa a partir das grandes navegações, incluindo a colonização do território brasileiro e as características peculiares da formação econômica, política e social de nosso país.

MHN4MHN 3

A história do Estado Imperial, da sua fundação, em 7 de setembro de 1822, até a Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, está associada a um enorme esforço de construção civilizatória, num quadro de grandes contradições, onde não faltaram contestações ao poder central. Tudo isso pode ser apreciado na exibição A Construção da Nação.

MHN6A partir da Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, inicia-se uma nova fase da História do Brasil. A exposição A Cidadania em Construção – 1889 tem como objetivo a reflexão sobre o processo de construção da cidadania, a partir dos direitos individuais, políticos e sociais. Um painel síntese da História do Brasil, encomendado pelo MHN, abre a exposição.

Há também uma exposição de 3.000 moedas, especialmente selecionadas ao longo de três anos de pesquisa, no rico universo da coleção de numismática do Museu Histórico Nacional, que contam a trajetória do Homem no mundo a partir desses pequenos objetos, verdadeiras fontes de informação sobre os povos que os utilizaram, propiciando uma abordagem política, econômica, histórica, social e cultural.

MHN 2A Biblioteca do MHN oferece ao público, tanto para pesquisa on line como para consulta aos originais, um acervo de mais de 56 mil itens, datando entre os séculos XVI e XXI. São livros, folhetos, periódicos e materiais especiais, que abrangem temas como Arte, Numismática, Indumentária, História do Brasil, História do Rio de Janeiro, História de Portugal, Heráldica, Genealogia, Gastronomia e Museologia. A Biblioteca contou com significativas doações de grandes coleções particulares, que pertenceram a personalidades importantes no contexto histórico e cultural do país passa formação deste acervo.

O Conhecendo Museus, neste episódio, apresentará a riqueza histórica brasileira e da América do Sul, constante no acervo do Museu Histórico Nacional. Desde a colonização portuguesa até a popularização do automóvel, o MHN abre suas portas para demonstrar aspectos da nossa diversidade cultural e a influência que ela exerceu sobre nossa sociedade.

Instituto Inhotim

O Instituto Inhotim, em Brumadinho (BH), foi idealizado pelo empresário Bernardo Paz em meados da década de 1980. A propriedade particular foi se transformando com o tempo. Começava a nascer um grande espaço cultural, com a construção das primeiras edificações destinadas a receber obras de arte contemporânea. Ganhava vida também o rico acervo botânico, consolidado a partir de 2005 com o resgate e a introdução de coleções botânicas de diferentes partes do Brasil e com foco nas espécies nativas.INHOTIM_home

INHOTIM 4Em permanente expansão, o acervo vem sendo formado desde fins dos anos 1990 e possui hoje relevância mundial, reunindo obras realizadas por algumas das vozes artísticas mais potentes da atualidade. Compreende cerca de 500 obras de mais de 100 artistas de 30 diferentes nacionalidades. Com foco na arte contemporânea produzida a partir dos anos 1960 até os nossos dias, o acervo abrange escultura, instalação, pintura, desenho, fotografia, filme e vídeo.

Um dos objetivos do museu é trabalhar com artistas de diversos contextos culturais para criar a única coleção de arte contemporânea verdadeiramente internacional com acesso ao público no Brasil.

INHOTIM 1

O Inhotim busca identificar obras singulares para incorporar à coleção, criando construções para exibi-las de forma permanente, e tem colecionado em profundidade artistas das novas gerações, reunindo conjuntos significativos de suas obras.

Os jardins do Instituto é um espetáculo a parte, onde estão instaladas obras de consagrados artistas da contemporaneidade, são reconhecidos pela sua beleza singular e pela disposição paisagística do seu acervo botânico.

INHOTIM 3

Nesse contexto de rara beleza, são realizados estudos florísticos, catalogação de novas espécies botânicas, ações de educação ambiental e uso paisagístico de espécies como forma de sensibilização popular pela preservação da biodiversidade.

INHOTIM 2Os principais objetivos do Jardim Botânico Inhotim são manter, propagar e propiciar estudos com o maior número possível de espécies botânicas, com ênfase em espécies ameaçadas, conservando recursos genéticos e dispondo tais espécies paisagisticamente, como forma de divulgar e sensibilizar sobre a importância da biodiversidade vegetal para a sobrevivência humana.

O episódio do Conhecendo Museus sobre o Instituto Inhotim apresenta um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil, conhecido como o maior centro de arte ao ar livre da América Latina.

Pinacoteca do Estado de São Paulo

O museu de arte mais antigo da cidade é, certamente, um dos mais importantes do país. Nasceu no prédio construído para abrigar o Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Quando foi inaugurada, em 24 de dezembro de 1905, o acervo da Pinacoteca consistia em 26 pinturas, de importantes artistas que atuaram na cidade, vindas do Museu Paulista, Museu do Estado, na época.

fachada Pinacoteca_home

Pinacoteca 06Foi um longo caminho para o enriquecimento do acervo e adequação às condições museológicas de excelência, que hoje tornam a Pinacoteca um museu de referência internacional. De um espaço restrito a especialistas, transformou-se em espaço de inclusão, recebendo os mais diferentes segmentos da sociedade. De uma única e imutável exposição com obras do acervo, evoluiu para um programa de mostras temporárias sobre as mais variadas questões de arte e da cultura.Pinacoteca 05

Pinacoteca 02

Hoje o acervo da Pinacoteca é formado por mais de oito mil obras, nas mais diversas técnicas e de diferentes autores, que oferece um dos mais abrangentes panoramas da arte brasileira dos séculos XIX e XX. Em mais de cem anos, o Museu recebeu milhões de visitantes. Atualmente ocupa dois prédios, com mais de 20 mil m² de instalações técnicas adequadas: o centenário edifício da Luz, onde foi criada, e o antigo prédio do DEOPS (Departamento Estadual de Ordem Política e Social), atual Estação Pinacoteca.

No programa registramos também o Núcleo de Conservação e Restauro que tem como principal função zelar pelas condições físicas das obras da coleção da Pinacoteca. É por meio dessa atividade que se pode controlar e minimizar danos, evitando a degradação e a necessidade de intervenções mais profundas. O objetivo é conservar para não restaurar. O restauro deve ser sempre o último recurso para prolongar a vida de uma obra de arte, ao contrário da conservação preventiva, que tem que ser diária e constante.

Pinacoteca 07

O Núcleo também dá suporte técnico às exposições temporárias, nacionais e internacionais, atuando no monitoramento do controle ambiental das salas expositivas (umidade relativa, temperatura, luminosidade) e elaborando laudos técnicos de estado de conservação das obras.

Este episódio do Conhecendo Museus trás belíssimas obras para apreciação do telespectador e a história desse importante espaço paulistano.

Museu do Mamulengo

Mamulengo_homeO programa Conhecendo Museus direto da cidade de Olinda (PE) foi visitar o Museu do Mamulengo. Inaugurado em 14 de dezembro de 1994, está instalado em um prédio com características ecléticas da arquitetura do fim do século XIX.

Mamulengo_3Você deve lembrar que Mamulengo é um tipo de fantoche, típico do nordeste brasileiro, especialmente do Estado de Pernambuco. A origem do nome é controversa, mas acredita-se que ela surgiu de mão molenga, mão mole, ideal para dar movimentos vivos ao boneco. Suas apresentações eram em praça pública, em geral durante os festejos religiosos. A arte do mamulengo é praticada desde a época colonial. Retrata situações cotidianas do povo, geralmente situações cômicas e sátiras.Mamulengo_1

O Museu do Mamulengo é um espaço artístico, lúdico e mágico que preserva a tradição dos bonecos. Seu acervo diversificado tem aproximadamente 1.200 bonecos antigos e contemporâneos.

Mamulengo_2

A criação do principal acervo surgiu na década de 70, quando os participantes do Grupo Mamulengo Só-riso, resolveram investir na aquisição de peças dos “mestres mamulengueiros” que falecendo, sem deixar herdeiros de sua arte, eram vendidas como objetos de decoração.

Mestre Salustiano_mamulengoHoje, o Museu do Mamulengo reúne e preserva a memória de mestres populares desta arte, como Saúba, Tonho de Pombos, Luiz da Serra, Pedro Rosa, Zé Lopes, Antônio Biló, Manuel Marcelino, Salustiano.

Um episódio que reserva magia e ludicidade para o público conferir.

Museu da Imprensa

Inaugurado em 13 de maio de 1982, nos jardins da Imprensa Nacional o Museu da Imprensa guarda em seus 680 metros, peças e documentos únicos, como o primeiro clichê de um desenho feito no Brasil, a planta da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.imprensa_fachada_home

O acervo possui 600 peças que formam a exposição permanente.

imprensa_olivetti

O visitante tem contato com vários tipos de máquinas de impressão, além de instrumentos utilizados em artes gráficas, brasões, florões, mobiliário e manuscritos.

imprensa_foto histórifcaIsso desde a vinda da família Real Portuguesa para o Brasil em 1808, passando pelo ato de criação, a primeira junta diretória, o primeiro jornal impresso no Brasil, o primeiro livro e a Nau Medusa, que trouxe os primeiros prelos (máquinas de impressão) e 28 caixas de tipos para dar início a toda essa história.

Na Ala dos Pioneiros, inaugurada no dia 7 de fevereiro de 2001, em homenagem ao dia do gráfico, é possível acompanhar a saga da criação da Imprensa Nacional.

diário oficial_abolição

O destaque do museu entre as curiosidades é a máquina de impressão inglesa, fabricada em 1833, onde trabalhou o escritor Machado de Assis, quando aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, de 1856 a 1858. Existem apenas dois exemplares desta maquina em todo o mundo. E se o assunto é raridade, podemos destacar publicações como: um exemplar da Constituição de 1891, um exemplar do primeiro jornal impresso no Brasil, A Gazeta do Rio de Janeiro, e Diários Oficiais históricos, como o que publicou a abolição da escravatura.imprensa_gráficaimprensa_prelo

O espaço do auditório D. João VI e os jardins também tem os seus atrativos, o primeiro dispõe de recursos audiovisuais que permitem ao visitante conhecer toda a evolução tecnológica da imprensa, até os dias atuais. Nos jardins está a herma que guarda os restos mortais de Hypólito José da Costa, patrono da imprensa brasileira. Uma homenagem ao fundador do primeiro jornal brasileiro em Londres, o Correio Braziliense, em 1808.

O episódio do Conhecendo Museus sobre o Museu da Imprensa é o resgate do registro da história nacional.

Museu Histórico e Artístico do Maranhão

O Museu Histórico e Artístico do Maranhão (MHAM),instalado numa construção do século XIX, conhecido como Solar Gomes de Sousa localizado na região central de São Luis, foi inaugurado em 28 de julho de 1973 e tem a missão de zelar, incentivar e divulgar o patrimônio cultural do Estado.His e Art MA_home

His e Art MA_porcelanaSão aproximadamente 10.000 mil peças como, porcelana, coleção numismática, vidros, cristais, pinturas, esculturas, gravuras, arte sacra católica, arte de origem africana, mobiliário maranhense da primeira metade do século XIX, azulejaria de origem diversa. Entre os destaques, o original de O Mulato, obra de Aluízio de Azevedo.

His e Art MA_bonecosHis e Art MA_leque

O visitante também aproveita o jardim, onde funciona a Galeria Floriano Teixeira. O local é destinado às mostras de curta duração e o nome homenageia o artista plástico reconhecido, internacionalmente, por sua obra. O Mirante tem vista privilegiada das embarcações na Bahia de São Marcos e dos telhados coloniais da capital. Há ainda o Teatro Apolônia Pinto, uma referência à primeira dama do teatro maranhense, nascida em São Luis, em 1854. No local são realizadas palestras, apresentações musicais, teatrais e de dança, além de projeção de vídeos e filmes. Na loja do MHAM, o público encontra souvenires, livros, catálogos do Museu e artesanato maranhense.bebedouros_carrancas

O episódio do Conhecendo Museus sobre o Museu Histórico e Artístico do Maranhão apresenta detalhes do acervo reconhecido como a coleção erudita mais importante do Maranhão.

Espaço Cultural Casa das Onze Janelas

O Espaço Cultural Casa das Onze Janelas é uma unidade do Sistema Integrado de Museus e Memoriais da Secretaria de Estado de Cultura do Pará. Surgiu em 2002, já com um perfil museológico definido: o de ser um espaço de difusão e reflexão sobre a arte contemporânea brasileira.

11 janelas_home

 Desta forma, promove ações museológicas preocupadas com a promoção de intercâmbios culturais, com a difusão do conhecimento da arte e com a inserção do artista em seus espaços expositivos realizando trabalhos que discutem a arte produzida na contemporaneidade, sendo um lugar onde o artista pode ousar em suas experimentações e apresentar o processo de sua pesquisa.museu janelas 03

museu janelas 02

A Casa das Onze Janelas foi construída no século XVIII como residência de Domingos da Costa Bacelar, proprietário de engenho de açúcar. Em 1768, a casa foi adquirida pelo governo do Grão-Pará para abrigar o Hospital Real que funcionou até 1870 e depois a casa passou a ter várias funções militares. Em 2001, o Governo do Estado do Pará assinou com o Exército Brasileiro um convênio, alienando os terrenos da Casa das Onze Janelas e do Forte do Presépio em favor do Estado.

Museu 11 Janelas 05Referência em arte contemporânea para as regiões Norte e Nordeste, o Espaço Cultural Casa das Onze Janelas possui acervo estimado em mais de 300 peças, que estão basicamente divididas em duas exposições principais, Traços e Transições – Arte Contemporânea Brasileira é formada pelo acervo do Museu do Estado do Pará, no qual se destacam a coleção doada à Secult pela Fundação Nacional de Arte (Funarte) e as obras doadas pelos próprios artistas e seus familiares e por particulares. A segunda exposição, Fotografia Contemporânea Paraense – Panorama 80/90 (Sala Gratuliano Bibas) é formada pelo acervo patrocinado pela Petrobrás, composto por obras de 26 fotógrafos profissionais que atuaram no Pará entre os anos 80 e 90. Museu 11 Janelas 01Em seu acervo estão presentes obras de artistas participantes da Bienal Internacional de São Paulo, Panorama da Arte Brasileira e premiados em salões nacionais e no Salão Arte Pará.Museu 11 Janelas 04

A edição do Conhecendo Museus – edição Espaço Cultural Casa das Onze Janelas apresenta o primeiro museu de arte contemporânea do norte do Brasil.

Museu Imperial

fachada Imperial_home

Conhecer um Palácio é sempre encantador. E nesse episódio o programa Conhecendo Museus foi conhecer um Palácio especial para os brasileiros, o Palácio Imperial de Petrópolis, hoje Museu Imperial, que foi a residência predileta do Imperador D. Pedro II Museu Imperial 5e cenário dos melhores momentos da vida do monarca, como ele mesmo registrou em correspondências dirigidas a diversos interlocutores.

Sua construção, iniciada em 1845, por determinação do jovem Imperador, deu origem à cidade de Petrópolis no estado do Rio de Janeiro. O projeto original do major e engenheiro germânico, Júlio Frederico Koeler, superintendente da Fazenda Imperial, foi seguido, após sua morte, pelos arquitetos Joaquim Cândido Guilhobel e José Maria Jacinto Rebelo.

Museu Imperial 3O piso do vestíbulo, em mármore de Carrara e mármore preto originário da Bélgica, foi colocado em 1854, por isso para andar por lá somente com pantufas para não riscar o chão. Destaca-se ainda os assoalhos e as esquadrias em madeiras de lei, como o jacarandá, o cedro, o pau-cetim, o pau-rosa e o vinhático, procedentes das diversas províncias do Império.

imperial2

Os estuques das salas de jantar, de música, de visitas da imperatriz, de Estado e do quarto de dormir de Suas Majestades contribuem para dar graça e beleza aos ambientes do Palácio, um dos mais importantes monumentos arquitetônicos do Brasil.

Museu Imperial 6Já os jardins foram planejados por Jean-Baptiste Binot, com a orientação do próprio Imperador, e nele se encontram ainda espécies raras da flora dos cinco continentes.

Museu Imperial 2Ao longo dos 165 anos de sua existência, o Palácio serviu como residência de verão e educandário até se tornar museu, em 1943. Além de abrigar vasto e importante acervo histórico e artístico. Recebe mais de 300 mil visitantes ao ano.

Muitas curiosidades e História aguardam o telespectador. A suntuosidade e beleza fazem parte desse requintado episódio.

Museu Regional de São João del-Rei

O bonito sobrado que abriga o Museu Regional de São João del-Rei teve a construção terminada em 1859. A sede do Museu pertenceu ao comendador João Antônio da Silva Mourão (1806-1866), um dos maiores comerciantes da região da Comarca do Rio das Mortes. A casa foi construída para servir de armazém, na parte térrea, e de residência da família, no piso superior.

Museu Del Rei_fachada_home

O acervo começou a ser formado, inicialmente, com documentos cartoriais dos séculos XVIII e XIX, que pertenciam à antiga Comarca do Rio das Mortes. A aquisição das peças e a organização do Museu foram realizadas de 1956 a fevereiro de1963, data em que o Museu Regional de São João Del-Rei foi inaugurado.

Museu Del Rei 02

Em seu acervo, constituído de aproximadamente 500 objetos, estão móveis, liteiras, imagens, ex-votos e objetos industriais, como balança, arado, tear e roca de fiar. Entre elas, são destaques o órgão, recentemente restaurado, que pertenceu a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, duas figuras de presépio de Aleijadinho e ainda uma imagem de São Sebastião atribuída a ele. O objetivo da exposição permanente é contar um pouco da intimidade e do modo de viver dos mineiros no período colonial.

Museu Del Rei 07Museu Del Rei 01

O Museu ao mesmo tempo em que atua na produção de conhecimento e proporciona lazer à comunidade, se constitui em um espaço democrático de mediação cultural.

As exposições temporárias são montadas em um salão localizado no primeiro piso da sede. O Museu tem a opção de visitas monitoradas para escolas, atendimento as consulentes no arquivo, além de exibição de vídeos.

Neste episódio, o Conhecendo Museus mostra aspectos da história e da cultura dessa região de Minas Gerais, importante estado brasileiro, presentes no acervo do Museu Regional de São João del-Rei.

Museu de Ciências e Tecnologia da PUC-RS

Disseminar conhecimentos sobre ciência e tecnologia, participar ativamente no processo de educação em todos os níveis e atuar na pesquisa científica sobre biodiversidade, paleontologia, arqueologia e conservação. Estes são os principais objetivos do Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS (MCT-PUCRS).

PUC_RS_Fachada_home

Com uma grande área de exposição pública permanente, mais de 10.000 m², onde cerca de 700 equipamentos interativos estão expostos para visitação diária, o museu apresenta exposições temáticas, abordando questões atuais da sociedade, além de exposições que contam com as coleções científicas de destaque em diversas áreas como Arqueologia, Botânica, Paleontologia e Zoologia.PUC 07

Uma equipe especializada fornece apoio pedagógico para professores de todos os níveis de ensino, a fim de que a visitação ao MCT seja um momento rico e intenso de aprendizagem. Ao mesmo tempo, a interatividade dos experimentos torna as atividades lúdicas e estimulantes, despertando, em todos, o interesse pelo conhecimento.

PUC 03

O Museu de Ciência e Tecnologia  tem sua origem no Museu de Ciências, criado em 1967, que além de desenvolver um trabalho de pesquisa nas diversas áreas da ciência, também reuniu, ao longo do tempo, objetos de valor  histórico.

PUC 06

 

Estes acervos são suportes de informação e conhecimento para a instrumentação histórico-científica  no desenvolvimento da História da Ciência.

A formação desta coleção é resultado de várias ações, iniciadas também em 1967, com o recolhimento de vários objetos espalhados pela Universidade e que foram considerados de “valor museológico”. Somaram-se também doações de pessoas físicas, de instituições de ensino, comerciais e resultados de pesquisas. Os trabalhos com o patrimônio material da ciência e tecnologia no Brasil são recentes, o conhecimento sobre o tema é restrito e, na busca por um instrumento mais “moderno”, muitos objetos são descartados.

PUC 05

O Conhecendo Museus – edição Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS é uma divertida visita a um espaço dedicado à história, ciência e tecnologia.