VISITE

Horários (podem sofrer modificações) ter – sex 12h – 18h sab – dom e feriados 12h – 19h A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação.

ENDEREÇO:
Av Infante Dom Henrique 85 – Parque do Flamengo
Rio de Janeiro/RJ – Brasil

TELEFONE: +55 (21) 2240 4944
MAIS INFORMAÇÕES:
http://www.mamrio.org.br

 

EXTRAS

Cidade Maravilhosa e suas belezas culturais

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A cidade do Rio de Janeiro é realmente um local de belezas raras por suas praias, pontos turísticos e simpatia do povo. Um grande atrativo para receber turistas de todo o mundo. Abriga também excelentes casas de cultura, entre elas o Museu de Arte Moderna. Criado em 1948 por iniciativa de um grupo de empresários liderados por Raymundo Ottoni de Castro Maya, é cenário da arte de vanguarda do século XX.

07 MAM-RJ noite 1Logo em nossa chegada, conversamos com o curador Luiz Camillo Osorio, que expressou a beleza do local: “A gente está aqui diante de um dos marcos da arquitetura moderna brasileira. É um projeto de 1953 que teve várias etapas e que indiscutivelmente é um dos grandes edifícios da arquitetura brasileira. Ele tem todas as características importantes para fazer com que a arte que seja exposta nele ganhe dignidade, ganhe visibilidade, é um prédio fincado no centro do Rio de Janeiro que dialoga com a natureza do Rio, que dialoga com a cidade do Rio”.

No MAM podemos acompanhar a visão de dois grandes artistas — Lasar Segall e Barrio — que retrataram em suas obras uma visão do Brasil. “O Barrio pega aqui a sua própria identidade de estrangeiro e borra com café. E aqui o Lasar Segall, que é um lituano, pinta esse autorretrato e incorpora elementos no rosto de uma figura mulata, uma contribuição genética do Brasil para o mundo, que é essa mestiçagem que está aqui explicitado nesse quadro do Lasar Segall”.

No Museu o visitante também tem voz. Trata-se do projeto educativo e quem explicou tudo pra gente foi Guilherme Vergara. “Pais, filhos, mães, criam juntos uma visita com uma conversa e nessa conversa o importante é ter um trabalho onde todos discutem sobre diversos, quais são os sentidos de uma produção artística, de um acervo, da coleção desse lugar. Os resultados tem sido a formação de um público que está voltando”. E o Conhecendo Museus apoia estes projetos que incentivam a família a visitar e usufruir da arte brasileira e estrangeira.

Outro grande atrativo para o público conhecer é a Cinemateca, que tem o objetivo de incluir o cinema como uma das artes modernas. “Vocês vão encontrar na Cinemateca verdadeiras raridades como, por exemplo, o roteiro original de “Deus o Diabo da Terra do Sol”, do Glauber Rocha, você vai encontrar filmes muito famosos como Rei Leão, produzido pela Disney, um conjunto de cartazes vindo praticamente desde a origem do cartaz lá na década de vinte até a atualidade; vão encontrar os mais variados tipos de documento na medida em que eles foram criados para acompanhar os filmes em sua presença em meio à sociedade”, destacou o conservador da Cinemateca, Hernani Heffer.

MAM-RJ 10.09Em nosso passeio alguns visitantes também contaram suas impressões do museu. “Eu venho sempre ao MAM para ver as exposições que tem sempre os artistas modernos, são exposições legais” (Romilda Dias);

É a segunda vez que venho ao Brasil e queríamos ver o Museu de Arte Moderna porque cada cidade tem uma visão diferente da arte e queríamos ver aqui no Rio o que veríamos e o que nos poderia ensinar.  (José Fajardo, Lima/Peru).

Toda a nossa visita mostra um panorama completo da evolução artística moderna brasileira. E pra quem perdeu a explicação e os detalhes do Museu de Arte Moderna no Rio de Janeiro é só acessar aqui e assistir. Ah, deixe seu comentário e compartilhe os vídeos com amigos =)

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Lasar Segall e a obra Auto Retrato

FOTO - LASAR EXTRA – MAM RIO DE JANEIROCom um acervo de mais de 7 mil obras de artistas nacionais e internacionais, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro é possível ver a obra Auto Retrato de Lasar Segall, um dos mais importantes nomes da arte moderna brasileira.

A obra faz parte da exposição “Genealogia do Contemporâneo — Coleção Gilberto Chateaubriand”, que reúne artistas importantes da arte brasileira entre os anos 1920 e 1970. Auto Retrato é uma das telas expostas. Nela, o pintor lituano Lasar Segall se retrata como alguém natural do Brasil, com a reprodução de um mulato de lábios grossos.

SOBRE O ARTISTA….

O lituano Lasar Segall foi um mestre do expressionismo e um dos introdutores do modernismo no Brasil. Era considerado completo, pois experimentou todas as formas de expressão de sua época: pinturas a óleo, pinturas sobre papel, esculturas, gravuras e desenhos.

Em suas obras é possível ver as transformações em seu estilo. Desde o sofrimento, com quadros sombrios, à festividade do brasileiro, em telas mais coloridas e com contornos menos angulosos e tensos.

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TARSILA DO AMARAL

Uma das pintoras que faz parte da coleção do MAM RJ é Tarsila do Amaral, nascida em Capivari - São Paulo em 1886 -  foi uma pintora e desenhista brasileira, uma das figuras centrais da primeira fase do movimento modernista brasileiro, ao lado de Anita Malfatti.
O visitante do MAM Rio poderá ver de perto obras que marcaram o modernismo brasileiro como é o caso do quadro O Vendedor de Frutas, de 1925, e também a obra Urutu, de 1928, com suas cores vibrantes e formas grande. Sempre valorizando o tropical da fauna e da flora do Brasil.
Visite o Museu de Arte Moderna do RJ.

AGENDA

20 abr – 20 mai 2012
Mostra Carioca
Trabalhos dos artistas Abraham Palatnik, Alair Gomes, Antonio Manuel, Brigida Baltar, Cabelo, Djanira, Hélio Oiticica, Ione Saldanha, Ivan Serpa, Lygia Clark, Marcos Chaves, Oswaldo Goeldi, Paula Trope, Raul Mourão e Raymundo Colares. Em comum, o fato de pertencerem à coleção do MAM Rio e também de serem artistas que vivem ou viveram no Rio de Janeiro. 20 abr – 20 mai 2012

A exposição terá obras em diferentes técnicas e suportes, como esculturas, instalações, pinturas, desenhos, fotografias e xilogravuras. Farão parte da mostra obras emblemáticas, como “Metaesquemas” e ”Parangolés”, de Hélio Oiticica, e uma série de trabalhos de Lygia Clark, feitos em tinta automotiva sobre madeira, de 1959/1986, que foram doadas pela artista ao museu.

Também estarão na exposição um desenho e duas pinturas em óleo sobre tela de Djanira, de 1944 e 1961, e duas xilogravuras de Oswaldo Goeldi. A obra mais recente da exposição é “Enxame de consciência”, de Cabelo (Cachoeiro de Itapemirim ES, 1967), e a fotografia “Marcos Vinícios Clemente Ferreira (Negão), aos 16 anos / Começo do Baile”, da série “Os meninos do morrinho”, de Paula Trope (Rio de Janeiro,1962), ambas de 2004.

A mostra não pretende “tematizar” o Rio, mas revelar o quanto a cidade foi e permanece sendo um espaço ao mesmo tempo caótico e criativo que alimentou uma vontade de arte que combina improvisação e rigor. Do final do modernismo (Djanira, Saldanha e Goeldi), passando pela transição experimental do concretismo-cinético (Serpa e Palatnik), do neoconcretismo (Oiticica, Clark) da experimentação pós 68 (Antonio Manuel, Colares e Gomes) e chegando ao momento contemporâneo (Mourão, Cabelo, Baltar, Chaves e Trope) uma espécie de espírito carioca perpassou – consciente ou inconscientemente – a criação artística local, potencializando sua articulação e penetração global.

Museu das Bandeiras

O Conhecendo Museus através do olhar de uma câmera de TV visita a cidade de Goiás (famosa por ser a cidade natal da poetisa Cora Coralina), para precisamente conhecer um prédio construído entre 1761 e 1766, durante o reinado de D. José I e administração do governador goiano João Manoel de Melo. Um dos edifícios mais imponentes do município, na parte alta de uma de suas praças. O objetivo original da construção era abrigar a Casa de Câmara e Cadeia.

As antigas Casas de Câmara e Cadeia seguem algumas normas específicas desse tipo de edificação: no térreo, encontra-se a cadeia e, no pavimento superior estão os amplos salões destinados às atividades legislativa e judiciária da antiga capital. O acesso às salas da prisão era feito, originalmente, por alçapões no piso do pavimento superior.

O decreto de criação do Museu das Bandeiras é de 03 de dezembro de 1949. Foram quatro anos de reformas e adequações para receber os visitantes. Entre elas a abertura de portas e a construção de banheiros. Apenas em 1954, o Museu das Bandeiras foi aberto à visitação.

O núcleo inicial do seu acervo foi constituído pelo próprio edifício onde está instalado e pelo arquivo documental da Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional (Fazenda Pública) de Goiás, doado em 1937. Esse conjunto de documentos representa uma das fontes de informação mais importantes sobre a administração pública da região durante o período colonial, imperial e republicano. O acervo é composto por 573 peças, entre instrumentos utilizados no garimpo, painéis que resumem a história da exploração dos bandeirantes na região centro-oeste do Brasil, objetos de arte sacra, armamento, mobiliário e utensílios dos séculos 18 e 19. Há também peças de porcelana, fruto da presença portuguesa na cidade. Tudo isso é mostrado para os telespectadores.

Esse programa é uma viagem aos séculos 17 e 18, aos costumes e lendas daquela época. Confira para se aproximar da história do centro oeste do nosso país.

NA TV BRASIL: 29 de maio de 2012 (terça-feira) às 17h30
Reexibição: 01 de Junho de 2012 (sábado) às 15h30

ESTREIA NA TV ESCOLA: segundo semestre de 2012

ou CLIQUE AQUI E ASSISTA

Museu Comunitário Lomba do Pinheiro

A Lomba do Pinheiro fica na periferia da capital gaúcha e foi oficialmente criada em 1959, porém a existência de moradores remonta à época das Sesmarias, quando a região compreendia grandes estâncias de criação de gado, muito antes da fundação de Porto Alegre, que ocorreu em 1772.  O museu comunitário que leva o nome do bairro, foi criado em 2006, em uma casa doada pelos proprietários de um antigo armazém, a fim de atender demanda premente daquela comunidade, que reclamava um espaço em que a memória do lugar fosse fixada por meio do registro da história dos seus habitantes.

A produção do programa se deslocou até as terras gaúchas  e registrou essa iniciativa, fundamental tanto para a afirmação da identidade quanto para o aumento da autoestima dos moradores.

O grosso do acervo faz parte do Memorial da Família Remião – mobiliário, louça, rádios, documentos, fotos, exemplares de jornais antigos, balanças etc -, a responsável pela doação do imóvel onde funciona o museu. Erigida no final do século XIX,  em estilo colonial português, a construção serviu de residência e, ao mesmo tempo, abrigou o negócio familiar – um sortido armazém que acabou se transformando no principal ponto de encontro da comunidade. Ao material recebido com a casa juntaram-se as contribuições da comunidade, quer na forma de depoimentos ou objetos. O registro da trajetória do extinto time de futebol que havia no bairro, o Pinheirense, é um bom exemplo dessa integração.

O museu atua ainda na educação para o patrimônio material, imaterial e ambiental, bem como desenvolve ações educativas voltadas, principalmente, às escolas públicas locais, com o apoio da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

NA TV BRASIL: 22 de maio de 2012 (terça-feira) às 17h30
Reexibição: 26 de maio de 2012 (sábado) às 15h30

ESTREIA NA TV ESCOLA: segundo semestre de 2012

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Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAMRIO) foi criado em 1948, por iniciativa de um grupo de empresários liderados por Raymundo Ottoni de Castro Maya. O Conhecendo Museus convida a conhecer esse fascinante palco da arte de vanguarda do século XX.

O pós-guerra favoreceu a aquisição de obras de artistas europeus consagrados, tais como Pablo Picasso, Ben Nicholson, Wassily Kandinsky, Paul Klee e Salvador Dalí. Tal circunstância ensejou a exposição inaugural do museu – Pintura Européia Contemporânea -, que ocorreu na matriz do Banco Boavista, onde o MAM-RJ se instalou provisoriamente. Depois que a Câmara dos Vereadores aprovou a doação de um terreno de 40 mil m² para a instituição, o arquiteto carioca, Affonso Eduardo Reidy projetou a sede do Museu, seguindo a orientação da arquitetura racionalista, destacada no programa: em lugar de confinar as obras de arte entre quatro paredes, a solução foi fazer estruturas vazadas com as quais se permitisse a integração dos jardins, que ficaram por conta do renomado paisagista Roberto Burle Marx e constituem uma das atrações do lugar.

O acervo do MAM-RJ transformou-se numa das coleções de arte mais importantes do País. Por três décadas, a maioria dos artistas brasileiros de destaque encontrou na instituição seu terreno de ação mais imediato e visível. Um grande incêndio ocorrido em 1978 , porém, comprometeu o esforço empreendido ao longo dos anos. Pouca coisa pôde ser salva. Entre as perdas irrecuperáveis estavam obras-primas de Picasso, Miró, Salvador Dalí e muitos outros, além de todos os trabalhos expostos na grande retrospectiva de Joaquin Torres García, a qual ocupava o Museu no momento da tragédia.

Imediatamente após o  acidente que chocou o meio cultural de todo o mundo, começaram as manifestações de solidariedade sob a forma de doações de artistas, instituições e mesmo de governos de outros países. Atualmente, o acervo tem cerca de onze mil obras. Além da coleção internacional, há um grupo notável de artistas latino-americanos, entre eles Joaquin Torres García, Cruz Díez, Jorge de la Vega, além de brasileiros como Bruno Giorgi, Maria Martins, Di Cavalcanti e, representantes do neoconcretismo como Lygia Clark, Helio Oiticica, Franz Weissmann, Amílcar de Castro e Wyllis de Castro.

No episódio destaca-se a área de pesquisa e documentação do MAMRio, que preserva, atualiza e divulga o acervo documental da história do Museu e de suas coleções, bem como fontes de informação sobre arte e cinema.

Crédito: Vicente de Mello

A Cinemateca, inaugurada em 1955, é considerada referência da memória do cinema brasileiro e mundial,atraindo cinéfilos em geral e pesquisadores tanto locais quanto estrangeiras. E atua também no campo da prospecção de filmes, o que possibilitou a recuperação de inúmeros títulos nacionais, fundamentais na construção do imaginário cinematográfica do País. Com o fim da Embrafilme, em 1991, ela passou a ser depositária também de grande parte das cópias das obras  produzidas pelo órgão federal extinto.

No programa será mostrado o trabalho dos profissionais responsáveis pela restauração do material audiovisual aportado na Casa, e, de quebra, vai se acompanhar um filme mudo com música ao vivo na sala de exibições.

O Museu mantém foco especial na área educativa, com a oferta de cursos dirigidos e visitas monitoradas, o que amplia o arco de público, socializando o conhecimento.