O Museu Nacional, no Rio de Janeiro, inaugurou, neste dia 16 de janeiro, a primeira exposição Quando Nem Tudo Era Gelo – Novas Descobertas no Continente Antártico com peças recuperadas após o incêndio ocorrido em setembro do ano passado.

A exposição busca mostrar que a Antártica nem sempre foi como é hoje e já abrigou florestas de coníferas, com fauna e flores exuberantes e clima bem mais ameno. Há réplicas de um mosassauro e de um plesiossauro.

O espaço para esta mostra foi cedido pelo Museu Casa do Moeda do Brasil. Durante os próximos quatro meses os visitantes poderão ver a réplica de um Plesiossauro, réptil marinho que viveu na Antártica há 80 milhões de ano. Além disso, estão lá moluscos, lagostas e vegetais fossilizados, um pedaço de osso de um Pterossauro, um réptil alado, e muitas outras coisas que estão sendo apresentadas para o público pela primeira vez.

A mostra inclui 160 peças do projeto Paleoantar, dedicado a coletar e estudar rochas e fósseis da Antártica. Entre elas, há oito peças que foram resgatadas dos escombros do prédio, além de ossos e réplicas de animais pré-históricos.

Na época, esta exposição estava praticamente pronta e seria aberta um mês depois. Por causa do fogo, somente 5% do acervo da mostra está disponível para o público.

Apesar do incêndio que destruiu o prédio e grande parte de seu rico acervo, o Museu Nacional continua vivo. A exposição aberta ao público mostra a força dele e toda a sua referência em pesquisa da nossa história.

A exposição poderá ser visitada nos próximos quatro meses, de terça-feira a sábado, das 10h as 16h, e no domingo, das 10h às 15h.

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Fonte: Agência Brasil

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