Diante do cenário atual que estamos vivendo por causa do novo coronavírus, os museus brasileiros tiverem que suspender as exposições, visitas e usar de um recurso muito importante: a tecnologia. Você pode visitar muitos museus na palma da sua mão e compartilhar em suas redes esse movimento cultural.

Mas hoje trouxemos aqui pra você que acompanha o Conhecendo Museus a iniciativa do Museu do Amanhã por meio do Programa de Vizinhos. Localizado na região portuário do Rio de Janeiro/RJ, o museu está localizado ao redor de bairros onde o efeito da pandemia está atingindo cerca de 30 mil moradores, que vivem basicamente do trabalho informal.

Pensando nisso, o Museu do Amanhã uniu esforços por meio de seu programa e criou uma página especial em seu site para arrecadar fundos que serão utilizados na compra de cestas básicas. As cestas vão ser distribuídas pelas próprias organizações sociais e grupos locais que já estão mobilizados para distribuição das mesmas para os moradores. Nessa região da cidade, além da vulnerabilidade de muitas famílias nos morros, há também muitos moradores vivendo de forma precária em ocupações.

Incrível, não é mesmo? Para saber mais informações e até ajudar da forma como achar melhor, é só acessar o Museu do Amanhã.

Programação #museuemcasa

Premiada com o Grand Prix de bronze na categoria Exposição temporária e com a marca de mais de 250 mil visitantes, Pratodomundo – Comida para 10 bilhões, que ficou em cartaz no Museu do Amanhã de 12 de abril a 27 de outubro de 2019, volta agora em ambiente online. A iniciativa integra a extensa programação do #museuemcasa, promovida em nossas redes sociais durante a quarentena do coronavírus, e tem o patrocínio do Carrefour.

A exposição parte do desafio de como alimentar 10 bilhões de pessoas, o número estimado da população mundial na década de 2050, com diversidade na produção, respeito ao meio ambiente e qualidade nutricional. Também pretende refletir sobre como devemos enfrentar os desafios das mudanças climáticas, a redução da biodiversidade, extremos como a fome e a obesidade e a distribuição desigual dos alimentos. Na mostra, o público conhece algumas alternativas, como o cultivo em regiões pouco exploradas (tundra, oceanos e desertos), além do consumo de alimentos como algas, insetos e plantas comestíveis não convencionais.

 

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