Até o dia 28 de abril, você pode conferir de perto a exposição “O Rio do samba: resistência e reinvenção”, que ocupa espaço principal no terceiro andar, área dedicada a investigar e contar a história do Rio de Janeiro. Cerca de 800 itens foram reunidos para explorar os aspectos sociais, culturais e políticos do mais brasileiro dos ritmos.

É uma verdadeira viagem no tempo para contar — de forma interativa — a história do samba carioca desde o século XIX até os dias de hoje. O MAR reuniu obras de Candido Portinari, Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Guignard, Ivan Morais, Pierre Verger e Abdias do Nascimento; fotografias de Marcel Gautherot, Walter Firmo, Evandro Teixeira, Bruno Veiga e Wilton Montenegro; gravuras de Debret e Lasar Segall; parangolés de Helio Oiticica, e uma instalação de Carlos Vergara desenvolvida com restos de fantasias. O prato de porcelana tocado por João da Baiana e joias originais de Carmem Miranda são algumas das raridades em exibição.

Da entrada do museu a parte final da exposição, o visitante é convidado a transitar por momentos marcantes do samba, conhecendo e reconhecendo personagens marcantes dessa história, desse ritmo tão envolvente e cultural.

A mostra é dividida em três momentos: “Da herança africana ao Rio negro”; “Da Praça XI às zonas de contato” e “O Samba Carioca, um patrimônio”. A exposição termina com o retorno das rodas para os quintais.

É mágico e enriquecedor! “O Rio do samba: resistência e reinvenção” fica em cartaz no Museu de Arte do Rio (Praça Mauá, 5, Centro, Rio de Janeiro/RJ) até 28 de abril. Toda terça-feira a entrada é gratuita. Informações: (21) 3031 2741.

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