Como o homem vem transformando o mundo onde vive? Esse questionamento tão importante nos dias de hoje rege a exposição “Transformações: a Amazônia e o Antropoceno”, no Museu Paraense Emilio Goeldi, dentro do Pavilhão Expositivo Domingos Soares Ferreira Penna, a “Rocinha”, localizado no Parque Zoobotânico, em Belém.

A exposição é resultado das pesquisas desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) em Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia, com sede no Museu Goeldi e apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Em “Transformações”, o público encontrará réplicas em tamanho real de áreas naturais da Amazônia, conteúdos multimídia com informações científicas sobre mudanças climáticas, exemplares taxidermizados de espécies extintas, painéis digitais onde poderá ouvir o canto de espécies que não são mais encontradas em Belém, além de mergulhar em alguns dos critérios usados pelos cientistas para “medir” e fazer um diagnóstico da biodiversidade na Região. Todo esse percurso termina com um convite: como garantir um futuro sustentável, tendo em vista essas mudanças irreversíveis?

Para contar essa trajetória, a mostra conta toda a história por meio de uma linha do tempo, dividida em etapas durante todo o percurso. A exposição fica em cartaz até o final do ano.

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