O Conhecendo Museus preparou uma homenagem especial para este 8 de março, onde é comemorado o Dia Internacional da Mulher.

Celebrar esta data é lembrar de importantes mulheres que estiveram à frente de seu tempo em diversos segmentos, mostrando a todos o poder, o conhecimento, a garra, a beleza e a personalidade de figuras femininas exemplo para outras mulheres e também para a sociedade.

Convidamos você a assistir aos episódios especiais que produzimos retratando algumas das importantes mulheres que fazem parte da nossa história e que estão representadas em museus brasileiros.

CLARA NUNES

Um dos maiores nomes da música popular brasileira e estrela internacional, Clara Nunes está eternizada em um memorial que leva o seu nome, localizado na cidade de Caetanópolis, interior de Minas Gerais.

A visita ao universo de Clara Nunes começa pela Fé, traço marcante em sua vida e que ela fez questão de tornar público através de sua obra. Seu trânsito por diferentes universos religiosos, com seriedade e convicção, foi fundamental para que ela entendesse o seu canto como uma missão.

EMA GORDON KLABIN

Ema Gordon Klabin (1907-1994) foi empresária, mecenas e colecionadora brasileira. A Fundação Cultural que leva o seu nome está localizada em São Paulo/SP, no bairro Jardim Europa, e retrata o requinte da coleção particular dessa carioca filha de lituanos, que deixou um legado cultural ao país. Em seu acervo, encontram-se peças que colecionou durante toda a vida, por isso a diversidade é o ponto forte de toda a sua coleção.

NÍSIA FLORESTA

Pioneira na luta feminista no Brasil e na América Latina, Nísia Floresta Brasileira Augusta brigou pelos direitos das mulheres, dos negros, dos índios, de todos os humilhados e esquecidos. Em pleno século XIX, a estudiosa e revolucionária escandaliza e questiona a todos com livros e artigos para jornais, defendendo a igualdade política dos sexos. Nísia deu aulas em Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro, onde fundou e dirigiu um colégio, destacando-se como educadora.

CORA CORALINA

Considerada uma das principais escritoras brasileiras, Cora Coralina teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965 (Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais), quando tinha 76 anos de idade. Mulher simples, doceira de profissão, viveu longe dos grandes centros urbanos, longe dos modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular das suas histórias e vida simples de Goiás.

MARIA BONITA

Maria Gomes de Oliveira nasceu e cresceu no povoado Malhada da Caiçara, que se localiza no município Paulo Afonso, na época município Glória, na Bahia. Depois de um casamento fracassado, no qual não gerou filhos, em 1929 tornou-se a namorada Lampião, o “Rei do Cangaço”. Morando na chácara dos pais, um ano depois do namoro ela foi chamada por Lampião para fazer efetivamente parte do bando de cangaceiros, se tornando a mulher dele, com quem viveria por oito anos.

MÃE MIRINHA DE PORTÃO

Em 2004 mãe Mirinha, mentora da Associação São Jorge Filhos da Goméia, mais uma vez teve o seu trabalho reconhecido, no dia 15 de abril o Terreiro São Jorge Filhos da Goméia, onde está localizado o museu, foi tombado como Patrimônio Cultural do Estado da Bahia, através do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural do Estado da Bahia (IPAC), fruto do árduo trabalho de Mirinha desenvolvido durante anos.

Através de atividades culturais que proporcionem a elevação da autoestima da comunidade localizada na cidade de Lauro de Freitas, no bairro Portão, crianças, jovens e adultos tem acesso a cursos de informática e capoeira, oficina de dança e oficina de percussão.

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