Lembra que já falamos aqui sobre o Passaporte de Museus? Pois é, agora tem uma novidade muito legal: você pode usá-lo até o dia 31 de março de 2019.

O Passaporte de Museus oferece acesso gratuito a 77 museus e centros culturais no Rio de Janeiro e duraria até o final deste ano, mas terá sua validade estendida.

Os exemplares podem ser retirados em algum dos pontos de distribuição e garantem visita gratuita aos museus participantes em dias da semana que podem ser consultados no próprio passaporte. Basta escolher o museu e apresentá-lo na bilheteria para ter a entrada garantida e ganhar um carimbo.

Confira a lista de museus e centros culturais que participam da ação.

O Passaporte de Museus pode ser retirado no Museu Nacional de Belas Artes, Museu da República e Museu Imperial (Petrópolis), todos integrantes da rede Ibram; e também no Museu de Arte do Rio (MAR), Museu Aeroespacial, CCBB Rio, Sítio Roberto Burle Marx, Casa do Patrimônio Ferroviário do Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea – MAC (Niterói), Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro e Museu do Amanhã.

Não fique de fora dessa!

O Museu do Diamante convida o público para a exposição “Natividade Bordada – presépios bordados”, da artista Parísina Ribeiro. Os trabalhos apresentados propõem uma viagem aos festejos natalinos através da técnica de bordado que alia a arte têxtil, a cultura popular presente em Diamantina (MG), a memória afetiva da artista e uma homenagem ao seu avô Edson Ribeiro, construtor de presépios na família. A mostra fica em cartaz até 07 de janeiro de 2019.

Parísina é filha de bordadeira e alia suas memórias, dons familiares, formação acadêmica, experiências (nacional e internacional) em diversas vertentes do bordado, com ênfase no bordado livre, espontâneo, Naïf.

A mostra contará, ainda, com a participação de convidadas, as artistas bordadeiras Beatriz M. Telles, de Poços de Caldas (MG); Olinda Evangelista, de Florianópolis (SC) e Vania Cardoso, de Socorro (SP).

A exposição “Natividade Bordada – presépios bordados” sendo o último projeto contemplado pelo Edital Ocupa Museu do Diamante.

O Museu do Diamante está localizado na R. Direita, 14 – Centro, Diamantina – MG.

A exposição “Poesia Líquida – Águas do Rio Grande do Sul”, em destaque no Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli, apresenta ao público fotografias de Dulce Helfer. Em 86 imagens, ela retrata as águas do Rio Grande do Sul, com toda a magia, beleza e lembrança da necessidade de preservação. A mostra
poderá ser visitada até 17 de fevereiro de 2019, com entrada franca.

O aspecto sensorial fica por conta do recurso de Realidade Aumentada, em parte das fotos, que permite ao público ouvir o som da água, ver os pássaros e borboletas voando, a água correndo, entre outros.

O espectador deve instalar o aplicativo no celular ou tablet disponível para IOS e Android. Basta fazer a busca por “Dulce Helfer” nas lojas de aplicativos. A seguir é só identificar as obras com a interatividade, se posicionar em frente e curtir as surpresas proporcionadas. A mostra também conta com recursos de acessibilidade e audiodescrição.

A preocupação com o meio ambiente é recorrente na trajetória de Dulce, que já focalizou a Amazônia em mostras.

O MARGS funciona de terças a domingos, das 10h às 19h, sempre com entrada gratuita. Localização: Praça da Alfândega, s./n. Centro Histórico, Porto Alegre, RS Telefone: (51) 32272311.

Dezembro! Chegamos no último mês do ano de 2018. O tempo passa muito rápido, não é mesmo?! E com ele vem uma programação de fim de ano nos museus e centros culturais brasileiros. E na cidade de Petrópolis/RJ, a Biblioteca Rocambole, localizada no Museu Imperial, preparou uma agenda especial para toda a família.

Tudo gira em torno de leituras divertidas e oficinas criativas. As atividades são gratuitas e destinadas a grupos escolares. Nos dias 4 e 5, das 14h às 15h, a tarde começa com a história do livro “O Natal de Manuel”, de Ana Maria Machado. Após a leitura haverá exploração de livros, jogos e fantoches da Biblioteca
Rocambole.

No dia 11, terça-feira,  a escolha foi da obra de Nadia Shireen, “O lobinho bom”. Em seguida haverá exploração de livros, jogos e fantoches da Biblioteca Rocambole.

No dia 12, das 14h às 15h, haverá oficina criativa e hora do conto com o livro “Quando o Natal acontece”, de Ana Maria de Andrade.

E por fim, no dia 13, das 14h às 15h, o público vai conferir mais detalhes sobre o acervo da Biblioteca Rocambole e a contação de história do livro “O Menino da Terra”, de Ziraldo.

Anote na agenda:
Museu Imperial
Endereço: Rua da Imperatriz, 220 – Centro – Petrópolis, RJ
Telefones: (24) 2233-0300 / (24) 2233-0360
Visitação: de terça a domingo, das 11h às 18h
Jardins: de terça a domingo, das 7h às 18h

O Museu de Arte Religiosa e Tradicional (Mart) recebe, nesta quinta-feira, 29, a visita do fotógrafo Ricardo Alves, autor das imagens que apresentam a exposição temporária “Terra de Quilombo, Retrato de uma Etnia”.

A exposição fotográfica retrata as comunidades remanescentes dos quilombos de Cabo Frio, relatando seu cotidiano no trabalho, cultura e lazer. A fotografia é usada como ferramenta de identificação, promoção, empoderamento e luta contra o preconceito e o racismo, assumindo o papel de instrumento que propõe a reflexão sobre exclusão social, racial e cultural.

Ricardo fará uma visita mediada pelo Mart e vai relatar como foi seu trabalho junto às comunidades quilombolas e sua percepção da fotografia como forma de luta contra o preconceito.

A atividade é voltada para alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental das redes pública e privada. As visitas devem ser agendadas junto à Divisão Educativa do Mart através do telefone (22) 2646-7340 ou mart@museus.gov.br.

O Museu de Arte Religiosa e Tradicional fica no Largo de Santo Antônio s/nº, no Antigo Convento N. Sra. dos Anjos, em Cabo Frio (RJ).

O Circuito Liberdade, localizado em Belo Horizonte/MG, mensalmente tem uma programação cultural para o público de todas as idades. Quem passar por lá vai poder conferir o painel “Civilização Mineira”, o maior de Candido Portinari em Minas Gerais, medindo 2,34 X 8,14 metros.

Em exposição permanente, a obra conta, agora, com ficha técnica em braile, além de peças multissensoriais que fazem parte dos recursos de mediação para pessoas com deficiência visual. O painel retrata a mudança da capital mineira, da cidade de Ouro Preto para Belo Horizonte, em 12 de dezembro de 1897. Em meio à paisagem, a presença de Tiradentes e outras personalidades retoma outro marco da história do Estado: a Inconfidência Mineira (1789).

Com técnica mista, têmpera e óleo, a obra é caracteristicamente modernista, sem abrir mão de fundamentos da pintura clássica. Portinari (1903 – 1962) é considerado um dos maiores artistas brasileiros do século XX, tanto por sua produção estética quanto pela atuação consciente nos âmbitos cultural e político.

Que tal? A entrada é gratuita. A exposição permanente Painel Civilização Mineira, 1959 (Candido Portinari) está aberta das 10h às 21h de terça à sexta das 10h às 18h sábado, domingo e feriados.

O Museu Afro Brasil convida o público para conferir a exposição “Marcelo D´Salete – A história negra em quadrinhos”, lançada neste mês que celebra a Consciência Negra.

A primeira mostra individual do artista apresenta 40 originais dos livros Cumbe e Angola Janga (2017), além de exibir exemplares das edições estrangeiras de Cumbe, publicado em Portugal, Estados Unidos, França, Itália e Áustria. Também estão expostos os troféus Eisner Awards 2018, Prêmio Grampo 2018, HQMIX 2018 e o Jabuti 2018 (categoria História em Quadrinhos), estes três últimos conquistados pelo ilustrador no trabalho desenvolvido em Angola Janga.

Quadrinista, ilustrador e professor, D´Salete, que recentemente conquistou a edição 2018 do prestigiado Eisner Awards, de melhor edição americana para uma publicação estrangeira – premiação obtida pela HQ Cumbe (2014) – livro que narra a resistência negra no Brasil colonial, apresenta em sua primeira exposição individual 40 pranchas originais dos desenhos produzidos para os livros Angola Janga (2017) e Cumbe.

Quando: A partir de 20/11.
Onde: Museu Afro Brasil (Av. Pedro Álvares Cabral, Portão 10 – Parque do Ibirapuera | São Paulo – SP)
Informações: (11) 3320-8900 | www.museuafrobrasil.org.br

O Museu da República inaugurou neste mês de novembro duas exposições temporárias produzidas por estudantes do Colégio Estadual Amaro Cavalcanti.

“Escola e Museu: Construindo Sentidos” convida o público a uma reflexão interdisciplinar sobre memória e direitos a partir de objetos pessoais dos alunos, exibidos no Palácio do Catete.

Já “A primavera brasileira: o povo na constituição”, concebida pelos alunos do Colégio Pedro II e exposta no jardim histórico do museu, traz banners sobre a história da Assembleia Nacional Constituinte de 1987-1988.

Seguem em cartaz também as exposições temporárias “Museu Nacional Vive”, com charges, fotografias e desenhos do artista Carlos Latuff que perpassam sua trajetória, de criança a adulto, como visitante do Museu Nacional; e “Fora/Dentro”, que traz uma mostra da vasta obra de Raul Mourão, que inclui esculturas, objetos, fotografias, vídeos e outras formatos inspirados na cidade e na vida urbana.

No Rio de Janeiro, o Museu da República está localizado na Rua do Catete, 153 – Catete.

Celebrado por ocasião da data de morte de Zumbi dos Palmares (1655-1695), ícone da resistência negra à escravidão no Brasil, o Dia Nacional da Consciência Negra (20 de novembro) motiva programações especiais, ao longo deste mês, em museus da rede Ibram.

Fotos Museus

Museu da Abolição (MAB), em Recife (PE), encabeça a celebração com exposições, performances e seminário. Durante todo o mês, o museu oferece ao público a exposição temporária “Os da Minha Rua: Poéticas de R/existência de Artistas afro-brasileiros”. A mostra reúne a produção visual de dez artistas negros contemporâneos, levantando importantes questões sobre a cultura africana e a cultura afro-brasileira e questionamentos em relação ao lugar da negra e do negro na sociedade brasileira.

Como parte da programação para o Mês da Consciência Negra, o MAB promove performance com Ana Lira, uma das artistas que expõem obras na mostra em cartaz, nos dias 10, 17 e 23 de novembro, sempre às 15h. No dia 21, no mesmo horário, o convidado para realizar performance é o artista Carlito Person; e no dia 28, das 16h às 20h, a convidada é a artista negra contemporânea Priscila Rezende.

A programação especial inclui ainda o Seminário Protagonismo Negro nas Lutas Libertárias, que o MAB recebe no próximo dia 27 a partir das 14h. O evento será realizado em parceria com a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e a Cátedra Gilberto Freire/UFPE. O público também poderá visitar durante todo o mês as exposições de longa duração “130 Anos: Abolição?” e “Novos Objetos, Novas Coleções”.

Memória e empoderamento

No Museu das Bandeiras, em Goiás (GO), a difusão da memória afro-brasileira terá lugar em programações como o “Varal de Memórias”, que em novembro terá como tema “Sujeit@s Negr@s”. A ideia é evidenciar personalidades negras da cidade, de Goiás e do Brasil como um todo que alcançaram fama como artistas, intelectuais, acadêmicos, escritores, juristas, políticos e líderes sociais.

O museu também receberá nos próximos dias a exposição “Arcelina em África: olhares, trocas e sensações”, resultado da peregrinação da jornalista paulista Arcelina Públio Dias pelo continente africano nos anos 1990. O recorte visual é de sua passagem por Angola, país que possui estreitos e tristes laços com o Brasil em virtude da escravidão no período colonial.

Ainda como parte da programação especial, o setor de Arquivologia do Museu das Bandeiras promoverá ao longo deste mês ações públicas voltadas à democratização do seu acervo, como a já realizada aula aberta “Escravidão e Cadeia em Goiás” (foto), na qual foram apresentados documentos que revelam detalhes sobre a escravidão em Vila Boa de Goiás, bem como o cotidiano da antiga Casa de Câmara e Cadeia, situada no prédio que hoje sedia a instituição.

Outra ação programada para o Mês da Consciência Negra será o II Encontro Meu Cabelo Natural, que o Museu Regional Casa dos Ottoni, em Serro (MG), promove no próximo dia 24, a partir das 14h. Voltado ao fortalecimento da autoestima e empoderamento afro, o evento contará com oficinas de cortes e penteados, desfile e apresentação de grupo de capoeira, entre outras atrações.

Já o Museu de Arte Religiosa e Tradicional, em Cabo Frio (RJ), promove nos dias 7, 8, 21 e 29, sempre às 14h, sessões de conversa com Ricardo Alves, curador da exposição temporária “Terra de Quilombo, Retrato de uma Etnia” para escolas previamente agendadas. O MART também promove, no dia 30, das 14h às 18h, a roda de debate “As Famílias Negras em Cabo Frio: Escravidão e Pós-Abolição”, com a Profª Dra. Nilma Teixeira Accioli; e a oficina “Reeducação para as Relações Étnico-Raciais na Escola: Desafios e Possibilidades na Prática Docente”, com a Profª Dra. Livia Nascimento Monteiro.

Fonte: museus.gov.br

A exposição “São Francisco na Arte de Mestres Italianos” no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, apresenta ao público 20 obras trazidas da Itália e uma de Nova York, que apresentam as alterações e permanências na representação do santo ao longo dos séculos. A mostra inclui obras de Perugino, Guido Reni e Tiziano, entre outros, apresentando as fases mais relevantes da representação de São Francisco.

As obras que compõem a exposição são acervos de 15 museus de 7 cidades italianas: Galleria Corsini, Palazzo Barberini, Musei Capitolini, Museo di Roma, Museo Francescano dell’Istituto Storico dei Cappuccini (Roma); Pinacoteca Civica, Sacrestia della chiesa di San Francesco, Convento Cappuccini (Ascoli Piceno); Museo Nazionale d’Abruzzo (L’Aquila), Galleria Nazionale dell’Umbria (Perugia); Istituto Campana per l’Istruzione permanente (Osimo); Museo Civico (Rieti), Pinacoteca Nazionale (Bolonha) e Duomo di Novara (Novara). A mostra conta ainda com uma importante obra de Ludovico Cardi (dito Il Cigoli), “St. Francis Contemplating a Skull”, propriedade do colecionador e ator americano Federico Castelluccio.

O público também pode conferir uma sala de Realidade Virtual que vai transportar o visitante para a Basílica Superior de Assis (1228), cidade natal do santo na região da Úmbria, no centro da Itália, com o uso de óculos de tecnologia 3D, onde será possível caminhar por uma das mais importantes e belas basílicas do país e conhecer obras-primas do pintor italiano Giotto (1267-1337), artista símbolo dos períodos medieval e pré-renascentista.

A exposição “São Francisco na Arte de Mestres Italianos” pode ser vista no Museu Nacional de Belas Artes até o dia 27 de janeiro de 2019.

Em exposição até o dia 16 de dezembro, a Fundação Ema Klabin convida o público para conferir o jogo com porcelanas europeias, uma paixão para colecionadores como Ema Klabin. Desse conjunto, a porcelana chinesa de exportação possui o maior destaque, já que muitas peças pertenceram aos serviços trazidos por D. João VI em sua chegada ao Brasil em 1808.

A mostra apresenta uma seleção de 39 peças das manufaturas de Sèvres, Berlim, Viena, Meissen, Limoges e Coalport, entre outras, buscando narrar a fascinante história da porcelana europeia que, além dos aspectos estéticos e funcionais, muito pode nos revelar sobre o espírito de uma época, seus hábitos e costumes.

Paralelamente, Ema também reuniu uma representativa coleção de porcelana europeia, que abrange desde itens de colecionador, até peças de caráter sentimental – compradas em sua juventude¬ ou herdadas de sua mãe –, além dos serviços de uso efetivo nas festas e no dia a dia da casa. As peças de maior valor eram originalmente expostas em dois nichos no fundo da sala de jantar, cobertos por painéis de Mestre Valentim, enquanto as demais eram guardadas em um grande guarda-louças na passagem para a cozinha.

A Fundação Ema Klabin está localizada na Rua Portugal, 43 – Jardim Europa. São Paulo/SP.

Fonte: Fundação Ema Klabin

Que tal conhecer mais de perto e de forma interativa a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro?! Essa experiência incrível quem apresenta ao público é o Museu do Amanhã, que explora as oportunidades e os desafios que a humanidade terá de enfrentar nas próximas décadas a partir das perspectivas da sustentabilidade e da convivência.

Por meio de um totem interativo, o visitante poderá conhecer um conteúdo exclusivo sobre a Baía de Guanabara e seus futuros possíveis, e ainda cases de mais quatro baías – Sydney (Austrália), Tóquio (Japão), Chesapeake (Estados Unidos) e Jacarta (Indonésia) –, cada uma localizada em um continente diferente.

A nova experiência abordará características e realidade de cada baía, aspectos de biodiversidade, economia, aquicultura, pesca, situação de saneamento e ações de despoluição adotadas por cada local.

No “Jogo do Boto-Cinza”, o visitante poderá conhecer mais sobre a Baía de Guanabara conduzindo um ilustre morador de seu ecossistema até um grupo de animais da mesma espécie. Mamífero que nasce e passa a vida inteira na baía, o boto-cinza é o símbolo de uma Guanabara que ainda resiste. Da população de mais de mil indivíduos na década de 1970, hoje restam pouco mais de 20 golfinhos, que estão estampados no brasão da cidade do Rio de Janeiro.

Programe-se! O Museu do Amanhã está localizado na Praça Mauá, 1 – Centro. Rio de Janeiro, RJ.

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