Até o dia 31 de janeiro de 2018 quem visitar o Museu de Astronomia e Ciências Afins vai poder conferir a exposição 3D: imprimindo o futuro. A mostra apresenta como a tecnologia de impressão tridimensional vem provocando uma explosão de criatividade e inovação em avanços nas ciências, nas artes, na indústria, na medicina, na engenharia e em diversas outras áreas.

São mais de 100 peças impressas a partir de pesquisas e ideias desenvolvidas por instituições brasileiras de ponta, e exibe vídeos para que os visitantes conheçam, além do processo de criação de diversos modelos tridimensionais, a opinião de cientistas, empresários e criadores sobre as muitas aplicações atuais dessa técnica e seus potenciais usos no futuro.

A exposição 3D: Imprimindo o Futuro une inovação e criatividade, permitindo com que os visitantes conheçam de perto o funcionamento das impressoras tridimensionais e tenham a possibilidade de criar seus próprios objetos.

Resultado de uma parceria firmada entre o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) e o Science Museum de Londres, a exposição já foi apresentada com sucesso na capital inglesa e na cidade de Manchester, também na Inglaterra. Participam da mostra o Instituto Nacional de Tecnologia, o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, o Instituto de Matemática Pura e Aplicada, o Museu Nacional, o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe) e a plataforma Cammada.

A mostra ficará em cartaz até 31 de janeiro de 2018 no Museu de Astronomia e Ciências Afins, na cidade do Rio de Janeiro/RJ.

 

 No dia 7 de setembro — data que celebramos os 195 anos da Independência do Brasil — o Sesc e a USP vão ocupar o Parque da Independência, das 14h às 18h, com uma programação especial para toda a família. Vai ter teatro itinerante, música, circo, performance e intervenções. Além isso, a festa também vai comemorar os 433 anos do bairro do Ipiranga.

 

A agenda também conta com o lançamento de um concurso público para os projetos de restauro e modernização do Museu do Ipiranga, que ainda está fechado para reformas.

 

Você não pode perder! O Parque da Independência está localizado na Avenida Nazaré, s/n – Ipiranga. São Paulo/SP.

Como o homem vem transformando o mundo onde vive? Esse questionamento tão importante nos dias de hoje rege a exposição “Transformações: a Amazônia e o Antropoceno”, no Museu Paraense Emilio Goeldi, dentro do Pavilhão Expositivo Domingos Soares Ferreira Penna, a “Rocinha”, localizado no Parque Zoobotânico, em Belém.

A exposição é resultado das pesquisas desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) em Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia, com sede no Museu Goeldi e apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Em “Transformações”, o público encontrará réplicas em tamanho real de áreas naturais da Amazônia, conteúdos multimídia com informações científicas sobre mudanças climáticas, exemplares taxidermizados de espécies extintas, painéis digitais onde poderá ouvir o canto de espécies que não são mais encontradas em Belém, além de mergulhar em alguns dos critérios usados pelos cientistas para “medir” e fazer um diagnóstico da biodiversidade na Região. Todo esse percurso termina com um convite: como garantir um futuro sustentável, tendo em vista essas mudanças irreversíveis?

Para contar essa trajetória, a mostra conta toda a história por meio de uma linha do tempo, dividida em etapas durante todo o percurso. A exposição fica em cartaz até o final do ano.

A varanda do Museu de Arte Contemporânea de Niterói recebe, até o dia 1º de outubro, a exposição “Eu só vendo a vista”, do artista Marcos Chaves.

A instalação estabelece uma relação entre a arquitetura do local e a vista do entorno, provocando reflexões sobre o valor da arte, a apropriação da imagem pública, o ócio e a relação do público com um museu.

A exposição é um desdobramento do múltiplo “Eu só vendo a vista”, produzido pelo artista em 1997.

Exposição: “Eu só vendo a vista”, do artista Marcos Chaves
Em cartaz até 1 de outubro
Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingressos para as exposições: R$ 10 (inteira)
Na quarta-feira, a entrada é gratuita para todos.

O Museu de Arte Contemporânea de Niterói está localizado no Mirante da Boa Viagem, sem número, Niterói-RJ
Telefone: (21) 2620-2400.

 

Sabe aqueles cadernos de receitas que nossa avó e avó da nossa avó tinham? Além de trazer os segredos de receitas deliciosas, eles registram a história afetiva de cada família, conteúdos que dificilmente estariam disponíveis em documentos oficiais.

E esse foi o tema escolhido pelo Museu da Imigração para registrar as receitas tradicionais de famílias migrantes, com a exposição temporária “Migrações à mesa”, que fica em cartaz até o mês de setembro.

Para coletar o material para a exposição, o projeto foi montado a partir de um processo colaborativo, onde o público foi incentivado a contribuir. Para isso, o MI lançou, entre os meses de janeiro e março de 2016, uma campanha estimulando as pessoas a enviarem informações e fotos de cadernos familiares que pertenceram a imigrantes ou migrantes. Os cadernos foram estudados pela curadoria do MI, que avaliou as anotações, manchas e detalhes que somam fragmentos úteis para reconstruir a história das famílias.

Foram selecionadas as dez receitas mais representativas para compor um dos módulos da nova temporária. As famílias participantes foram convidadas também para narrar a história do objeto e ajudaram a pensar questões relacionadas ao discurso retratado na exposição.

A ideia é desenvolver um diálogo da coleção presente no Museu com os objetos trazidos pelas famílias e, assim, proporcionar ao visitante a experiência de conhecer, por meio da culinária, a história de tantas pessoas que chegaram a São Paulo.

Visite a exposição! Em São Paulo, SP, o Museu da Imigração está localizado na Rua Visconde de Parnaíba, 1316 – Mooca. Ele está aberto de terça a sábado, das 9h às 17; e aos domingos, das 10h às 17h.

O comemorou 185 anos de nascimento do seu patrono, no dia 18 de agosto, com a abertura da exposição Victor em 4D – Segundo Módulo: A Dimensão Histórica.

O Projeto Victor em 4D é uma mostra de média duração sobre a vida e a produção artística de Victor Meirelles, dividida em quatro dimensões: estética, histórica, política e simbólica.

O objetivo é sugerir possíveis leituras sobre o acervo do artista, preservado pelo Museu Victor Meirelles, buscando identificar as características estéticas de suas obras, as diferentes fases de Victor como aluno, professor e artista, o ambiente em que sua produção estava inscrita na segunda metade do século XIX e o legado deixado pelo pintor como patrimônio artístico brasileiro.

A exposição Victor em 4D – A Dimensão Histórica fica em cartaz até o dia 11 de novembro de 2017. O Museu Victor Meirelles está funcionando em sua sede provisória, na Rua Rafael Bandeira, nº 41, Centro, em Florianópolis. A entrada é gratuita.

Em comemoração a data nacional da França (Queda da Bastilha), o Museu Nacional de Belas Artes inaugurou, em conjunto com o Consulado Geral da França no Rio de Janeiro, a exposição Diálogos Contemporâneos. A mostra reúne cerca de 100 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos e gravuras. O visitante poderá vislumbrar os frutos do rico e diversificado entrelaçamento cultural entre o Brasil e a França ao longo de décadas.

Os módulos percorrem núcleos enfocando artistas que depois de premiados puderam aprimorar sua obra em instituições acadêmicas de prestígio na França e também, por outro lado, os olhares de artistas estrangeiros que, antes de aportarem no Brasil, sofreram influência francesa, fundamental para a transformação da estética por aqui.

Na exposição, poderão ser vistos trabalhos de nomes como Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Flavio Shiró, Antonio Bandeira, Gonçalo Ivo, Sérvulo Esmeraldo, Luiz Áquila, Jorge Mori, e Lasar Segall, Maria Leontina, dentre vários outros artistas.

Mostra: Diálogos Contemporâneos
Período: 14 de julho até 15 de outubro de 2017.
Local: Sala Bernardelli, no 2º piso
Visitação: Terça a sexta-feira das 10 ás 18hs; Sábados, domingos e feriados das 13 às 18 horas.
Ingressos: R$ 8,00 e meia: R$ 4,00 ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00.
Telefone: (21) 3299.0600

Em cartaz até o dia 31 de agosto, o Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE) do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura apresenta a mais completa mostra sobre a obra de um dos grandes nomes da fotografia no Brasil: “O fotógrafo Chico Albuquerque, 100 anos“. São cerca de 400 fotografias, além de objetos, livros, recortes, exibição de filmes (“It’s All True“, “Cangaceiros“), documentários sobre ele, vídeo sobre o livro Mucuripe, entrevistas, entre outros.

Nascido há 100 anos, “Seu Chico”, como era chamado, foi o precursor da fotografia na publicidade no Brasil e se tornou referência. O pioneirismo, suas múltiplas habilidades e seu extremo domínio da luz e da técnica o levaram ao patamar de mestre de gerações de fotógrafos Brasil afora. E a exposição pretende apresentar ao público essa maestria, que teve uma rica trajetória de mais de 65 anos na fotografia brasileira.

Muitas fotografias são expostas pela primeira vez no Ceará. Elas são parte do acervo de cerca de 75 mil imagens produzidas pelo fotógrafo cearense em São Paulo entre 1947 e 1975, que está preservado na Reserva Técnica Fotográfica do Instituto Moreira Salles por meio de convênio com o Museu da Imagem e do Som de São Paulo. Esse material foi digitalizado no IMS, que fez, em seguida, um minucioso trabalho de recuperação das imagens, boa parte delas bastante degradadas. Outra parte da exposição é composta por fotografias mantidas no Ceará, sendo, pois, um encontro de acervos, dando uma visão de toda a obra, resultando na mais completa mostra já realizada sobre ele.

Em cartaz até o dia 31 de agosto, a mostra está aberta de terça a sexta, das 9h às 19h; e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h. A entrada é gratuita.

O Museu Oscar Niemeyer (MON) recebe, até o dia 10 de setembro, a 66ª edição do Salão Paranaense, um dos mais importantes eventos de artes visuais do país. São 85 obras de 25 artistas selecionados por uma comissão curatorial, que apresentam vídeos, instalações, fotografias, pinturas, desenhos e objetos.
O Salão Paranaense é uma oportunidade de se revelar novos artistas, mas também é um momento de consolidar nomes já consagrados. Além disso, o evento tem um papel fundamental como incentivador da produção artística nacional e oferece este ano a oportunidade de conhecer as obras de artistas contemporâneos.
Os artistas são de diversos estados do Brasil: Alexandre Brandão (SP), Alice Ricci (SP), Aline Dias (ES), Anna Israel (SP), Beto Shwafaty (SP), Claudia Lara, Giovana Casagrande e Leila Alberti (PR), Constance Pinheiro (PR), Daniel Frota (SP), Eduardo Custódio (PR), Efigênia Rolim (PR), Elke Coelho (PR), Gilson Rodrigues (MG), Jan Moraes Oliveira (SC), João Gonçalves (SP), Marcelo Armani (RS), Maurício Adinolfi (SP), Nelson Sebastião (PR), Raquel Nava (DF), Renato Castanhari (SP), Rodrigo Sassi (SP), Romain Dumesnil (RJ), Silvio de Bettio (PR), Simone Fontana Reis (SP), Tom Lisboa (PR) e Wagne Carvalho (SP).
Criado em 1944, o Salão Paranaense é realizado pelo Museu de Arte Contemporânea (MAC-PR) desde a década de 1970. Neste ano, a edição será realizada no MON, com um número expressivo de inscrições. Ao todo, foram 823 propostas enviadas por artistas de 22 estados da federação.
A mostra fica em cartaz até o dia 10 de setembro. A visitação pode ser feita de terça a domingo, das 10h às 18h. Maiores de 60 e menores de 12 anos têm entrada franca.
Serviço
Exposição 66º Salão Paranaense
De 08 de junho a 10 de setembro de 2017
Visitação: terça a domingo, das 10h às 18h
R$ 16 e R$ 8 (meia-entrada)
Quartas com entrada franca. Primeira quinta do mês com horário estendido até as 20h, com entrada gratuita após as 18h. Maiores de 60 e menores de 12 anos têm entrada franca.
 
Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999
(41) 3350-4400
Fonte: www.museuoscarniemeyer.org.br 

20643248_1456759351038132_912690072367566555_o (1)No próximo sábado, 19, o Museu da Abolição, em Recife, dá início à nova temporada do curso de extensão “Tópicos da História e Cultura Indígena e Afro-Brasileira”. O objetivo é subsidiar professores dos níveis fundamental e médio das redes municipal e estadual para o ensino da temática, cuja obrigatoriedade é prevista pelas Leis 10.639/03 e 11.645/08.

Com o tema “Liberdade de culto: legislação que protege a liberdade de cultura de matriz africana e indígena”, a nova etapa do curso terá encontros quinzenais com carga horária de 4h cada, abordando um tema a cada encontro. Serão conferidas declarações de participação a cada encontro e certificados para os inscritos que participarem de 75% da carga horária total do curso. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail mab.educativo@museus.gov.br.

“Tópicos da História e Cultura Indígena e Afro-Brasileira” é realizado numa parceria colaborativa com professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e da Secretaria de Educação do Estado.

Visitar um museu é estar em constante contato com o conhecimento. Por meio do “passado”, eles nos apresentam uma nova perspectiva de futuro, pois estão sempre inovando, trazendo um novo olhar para a nossa história.

Em São Paulo, praticamente em cada esquina encontramos um museu ou um centro cultural. A cidade é conhecida pela sua gastronomia, vida noturna e também pelo acesso à cultura.

Por isso, separamos alguns dos principais pontos turísticos culturais para que você possa conhecer e fazer um passeio em família ou com os amigos. Anote na agenda e programe-se:

MASP

O Museu de Arte Moderna de São Paulo está localizado na avenida mais famosa da cidade, a Avenida Paulista (nº 1578). Projetado por Lina Bo Bardi (1914-1992), o Masp começa do lado de fora, no vão-livre, que abriga shows e uma feira de antiguidades todos os domingos. Em seu acervo, o público pode conferir obras de Monet e Van Gogh, além de mostras temporárias, como “Toulouse-Lautrec em Vermelho”. A boa notícia é que às terças-feiras a entrada é gratuita.

Museu de Arte Moderna

Localizado no Parque do Ibirapuera, o passeio pode unir cultura e meio ambiente. São mais de 5 mil obras da arte moderna e contemporânea. Entre os destaques está “Aranha”, de Louise Bourgeois. A entrada aos sábados é gratuita. Dirija-se ao portão 3 do parque, localizado na Av. Pedro Álvares Cabral.

Pinacoteca de São Paulo

Fundado em 1905, a Pinacoteca é o museu mais antigo da cidade. O acervo conta com peças de arte contemporânea de Almeida Júnior, Pedro Alexandrino e Antonio Parreiras. Atualmente, o público pode conferir a exposição “Arte no Brasil – uma história na Pinacoteca de São Paulo”. Aos sábados, a entrada é gratuita. Ele está localizado na Praça da Luz, 2 – Bom Retiro.

Museu da Imigração

O casarão funcionou como Hospedaria do Brás, de 1887 a 1978, e recebeu mais de 2 milhões de imigrantes. Além da exposição de longa duração “Migrar – Experiências, Memórias e Identidades”, os visitantes podem conferir ambientes como o jardim e a biblioteca. A entrada é gratuita aos sábados. O Museu da Imigração está localizado na Rua Visconde de Parnaíba, 1.316 – Mooca.

Museu Afro Brasil

Também localizado dentro do Parque do Ibirapuera (realmente aquele lugar é especial), o Museu Afro Brasil conta com seis núcleos que englobam temas como escravidão, pinturas e fotografias. São mais de 6 mil peças em seu rico acervo. O público pode conferir a exposição “Barroco Ardente e Sincrético – Luso-Afro-Brasileiro”. A entrada para visitar o Museu é pelo portão 10 da Av. Pedro Álvares Cabral. Aos sábados, a entrada é gratuita.

Viu só quanta coisa? Agora é só colocar na agenda e se programar para visitar todo esse roteiro turístico cultural \o/

 

O Museu do Açude, localizado na cidade do Rio de Janeiro, terminou o restauro da obra O Penetrável Magic Square nº 5 – De Luxe, do artista carioca Helio Oiticica (1937-1980), que faz parte do Circuito de Arte Contemporânea do museu.

Após 17 anos de sua inauguração, a obra teve suas paredes pintadas e o acrílico substituído por vidro. A restauração foi feita seguindo orientações do Projeto Oiticica, e concretizada com recursos da Associação Cultural dos Amigos dos Museus Castro Maya.

Essa é a primeira obra do artista exposta em caráter permanente em espaço público. São paredes coloridas surgindo na floresta, brotando da própria terra, cortadas por folhagens.

O Circuito de Arte Contemporânea do Museu do Açude, iniciado em 1999, conta também com instalações de Iole de Freitas e Anna Maria Maiolino Angelo Venosa, Eduardo Coimbra, José Resende, Lygia Pape, Nuno Ramos, Piotr Uklansky e Waltercio Caldas.

Que tal agendar a sua visita?! O Museu do Açude está localizado na Estrada do Açude, 764, Alto da Boa Vista – Rio de Janeiro. Está aberto diariamente, exceto às terças-feiras, das 11h às 17h. Entrada franca às quintas.

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