Oi pessoal, tudo bem? Estão lavando bem as mãos? Se cuidando? \o/

Diante da pandemia mundial do Covid-19 precisamos mudar nossa rotina para proteger a nós mesmos e também as pessoas à nossa volta. Por isso, muitos museus em todo o país mudaram suas agendas de exposições para evitar aglomerações e para que o vírus não se prolifere de forma demasiada.

Bora maratonar?

Portanto, convidamos você para uma sessão especial de pipoca para que acompanhe aí mesmo do seu sofá vários episódios do Conhecendo Museus sem sair de casa.

A nossa quarta temporada, por exemplo, traz nomes importantes da música, da arte, do cinema, da literatura com curiosidades da vida e obra de Jorge Amado, Monteiro Lobato, Maria Bonita, Clara Nunes, entre muitos outros. É só dar o play!

Nas temporadas 1, 2 e 3 o programa viajou o Brasil todo conhecendo museus importantíssimos que contam a nossa história.

Em nosso site você tem a lista completa, mas separamos aqui três museus para você começar a maratona:

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A partir desta quinta-feira, 12, o Museu da Língua Portuguesa inicia visitas guiadas para o programa educacional “Escola, Museu e Território”.

Os estudantes chegarão ao Museu por meio do projeto “Ônibus Andante”, que propõe um trajeto a pé para explorar a região, seus marcos urbanos e prédios históricos. O projeto “Museografia” também propõe contar de maneira interativa a história da Língua Portuguesa e de suas transformações ao longo do tempo.

Os estudantes, professores, moradores da região da Luz e do Bom Retiro, adultos atendidos pelos serviços de assistência social e de saúde, e estudantes de EJA (Educação de Jovens e Adultos) poderão acompanhar os bastidores da reconstrução do local e a montagem da exposição principal de sua reinauguração.

O público geral também poderá visitar o local antes da reinauguração, mas somente uma vez por mês, em três sábados já definidos pela instituição.

A previsão é de que o museu seja reaberto totalmente em junho de 2020.

Estamos aqui aguardando ansiosamente pela abertura total do Museu ao público \o/

O Museu da Língua Portuguesa fica na Estação da Luz, região central de São Paulo/SP.

Conhecidos como Grupo de Bagé, quatro amigos uniram seus talentos e experiências e criaram uma história sólida ao longo dos anos.

Para contar essa trajetória e a visão de casa um na arte, a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre/RS, apresenta “Os quatro”. A exposição apresenta novas leituras e percepções acerca do trabalho do Grupo, frutos de estudos e documentários realizados por diversos pesquisadores no Estado.

Não apenas trabalhos de Scliar, Danúbio, Glauco e Glênio (que foram o grupo) estarão expostos, mas nomes como Lila Ripoll, Pedro Wayne e Clovis Assumpção aparecerão para contar mais sobre a trajetória e influências desses artistas de Bagé. Nas paredes da FIC, não haverá apenas gravuras, mas quadros, aquarelas e capas de revistas, que mostrarão a versatilidade e rica produção dos quatro artistas.

Ocupando dois andares da Fundação Iberê, estarão na mostra em torno de 180 trabalhos oriundos de 24 instituições e acervos particulares. Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (Porto Alegre), Pinacoteca Aldo Locatelli da Prefeitura de Porto Alegre, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu da Gravura Brasileira/FAT/Urcamp (Bagé) e Instituto Carlos Scliar (Cabo Frio, RJ) são algumas das instituições a emprestarem obras; além de peças do espólio de Danúbio Gonçalves, Glênio Bianchetti e Glauco Rodrigues, emprestadas por suas famílias. Sendo uma grande mostra retrospectiva, feita a partir de uma ampla pesquisa de documentação, reportagens de jornais e cartas, acreditamos que tanto o grande público, quanto os entusiastas e conhecedores do Grupo serão agraciados com uma nova e generosa visão sobre o tema.

A exposição “Os Quatro” fica em cartaz até o dia 8 de março na Fundação Iberê Camargo, localizada na Av. Padre Cacique, 2000. Porto Alegre/RS.

O SESI Museu de Artes e Ofícios apresenta, até junho de 2020, a exposição “BH em uma estação”, sobre a emblemática Praça da Estação.

A exposição busca refletir sobre como a Praça se situa na história da cidade a partir de materialidades, narrativas simbólicas e experiências populares de ocupação e transformação deste espaço.

O público poderá conferir fotografias, mapas, objetos e outros itens e se desdobrará em três momentos distintos, onde novos acervos serão introduzidos na exposição em fevereiro e abril de 2020.

Como complemento à experiência de visitação, o SESI Museu de Artes e Ofícios, ao longo da exposição, também realizará oficinas de maquete e desenho para grupos escolares agendados e oficinas de fotografia pinhole para professores e público interessados. A programação e mais detalhes das oficinas serão divulgados nas redes sociais do Museu.

Exposição “BH Em Uma Estação – Materialidades”
Local: SESI Museu de Artes e Ofícios
Entrada gratuita
Horário de visitação:
Quarta à Sexta – 11h às 17h
Sábado – 9h às 17h

O Museu Paraense recebe no dia 3 de março (terça-feira), às 19h, o curador Adolfo Montejo Navas para uma palestra sobre a mostra “Animalis Imaginibvs”, uma das exposições da Bienal Internacional de Curitiba no museu.

“Animalis Imaginibvs” apresenta estudos sobre a animália em relação a aspectos da natureza humana, questões que fazem parte do repertório de Espíndola e encarna um heterônimo do artista, Emanoel Leichter, necroinventariante do bestiário do antigo moinho que habita. A exposição produzida para a Bienal de Curitiba e instalada no MUPA apresenta uma série de gravuras experimentais. São biogravuras – monotipias geradas com material orgânico microescamoso das asas de borboletas e mariposas encontradas mortas no moinho – dispostas em vitrines e dois livros.

SERVIÇO
Palestra “Animalis Imaginibvs” com Adolfo Montejo Navas
Presença confirmada do artista Mauro Espíndola
Dia 3 de março de 2020 (terça-feira) às 19h
Inscrições gratuitas: CLIQUE AQUI

Fonte: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Comunicação e da Cultura

O Museu Regional de São João del Rei disponibilizou ao público o seu acervo museológico em uma plataforma online.

Neste primeira etapa, o público terá acesso a 376 objetos, mas em breve o acervo digital terá todo o conteúdo arquivístico com documentos e fotografias da região.

Com dados completos sobre a coleção, as fichas catalográficas possuem informações detalhadas, como período, autoria, origem, matéria prima, informações de restauro, histórico e descrições – além de fotografias de variados ângulos, algumas em alta resolução.

Atualmente, o acervo do MRSJR é composto por 484 objetos que reúnem aspectos políticos, sociais, artísticos e históricos que compõem, de forma geral, a identidade do povo mineiro e o contexto de formação do Estado. Reunido entre 1956 e 1963, o acervo possui uma variedade significativa de peças, que ilustram o cotidiano mineiro do século XVII ao início do século XX.

Acesse e confira!

Fonte: museus.gov.br

O Museu Oscar Niemeyer (MON) convida o público para conferir a segunda edição da exposição “Ásia: a terra, os homens, os deuses”, muito mais didática e intuitiva, organizada por núcleos de regiões e civilizações.

A principal diferença entre as duas montagens da exposição é que essa segunda edição apresenta uma seleção regional e temática e que o conceito utilizado para o atual recorte transforma a segunda edição numa nova exposição.

A temática da primeira montagem era mais diversificada. A opção agora foi dividir em núcleos, o que permite focar em determinadas áreas geográficas ou civilizações e ter uma leitura mais harmônica. O núcleo islâmico, que compreende peças da Índia, Paquistão e Afeganistão, está concentrado numa única vitrine. Outros núcleos apresentados separadamente são o chinês, o japonês e o indiano, além de uma vitrine dedicada à Ásia Central e ao planalto tibetano.

A exposição apresenta vários novos destaques. Um deles é o recipiente para pincéis (Bitong) da Dinastia Ming (1368-1644). Outro ponto alto da nova edição é a cama com dossel feita com madeira jacarandá, do século 18, da região de Hyderabad, na Índia. Na cabeceira da cama tem a representação da árvore da vida, que é um símbolo muçulmano muito forte, e o lado oposto é inspirado nos bilros portugueses.

Serviço:
Ásia: a terra, os homens, os deuses

Aberta ao público a partir de 20 de fevereiro

Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999
Curitiba/Paraná
http://museuoscarniemeyer.org.br
Visitação: terça a domingo, das 10h às 18h
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Quartas gratuitas

A tela Independência ou Morte, do pintor Pedro Américo, famosa por representar um dos grandes marcos da nossa história e apresentada pela primeira vez ao público brasileiro em 7 de setembro de 1895, está passando por um processo de detalhado de restauração.

O processo de restauração passa desde reparar danos causados pela ação do tempo, como devolver à pintura as cores originais, retirando a sujidade acumulada com o tempo, recompondo pontos de perda na camada pictórica original e retirando vestígios de restauros antigos, como um amarelado indevido em certa região do céu.

Para isso, os profissionais estão usando técnicas avançadas, que possibilita captar informações dos materiais e do processo criativo usado pelo artista, como visualizar os traços iniciais, a grafite ou carvão que Pedro Américo recobriu depois com camadas de tinta, além dos pigmentos que foram alterados e outros detalhes minuciosos.

A pintura Independência ou Morte, também conhecida como Grito do Ipiranga, é a obra artística mais conhecida no Brasil, e que representa a proclamação da Independência do Brasil.

O artista Pedro Américo terminou de pintar o quadro em 1888 em Florença, na Itália (66 anos após a independência ser proclamada). Foi a Família Real que encomendou a obra, pois ela investia na construção do Museu do Ipiranga (atual Museu Paulista). A ideia da obra era ressaltar o poder monárquico do recém-instaurado império. A tela foi encomendada pela família real para registrar o momento da independência do Brasil ou Grito do Ipiranga.

A obra é visitada anualmente por 350 mil pessoas, de acordo com informações do Museu do Ipiranga. Atualmente, ele encontra-se fechado para reformas, mas você pode ver aqui galeria de fotos com os principais destaques do acervo e também acompanhar o episódio especial que fizemos no Museu do Ipiranga (Museu Paulista), em São Paulo/SP.

 

Em comemoração aos 82 anos de tombamento do conjunto urbano da cidade, o Museu Regional promoverá a Semana do Patrimônio São-joanense, entre os dias 02 e 06 de março. O evento conta com recital de órgão de tubos, com a organista Elisa Freixo, apresentação da pesquisadora Maria de Fátima Loureiro e publicações digitais especiais sobre a diversidade patrimonial.

As apresentações estão previstas para a quarta-feira (4). A partir das 19h, a servidora da instituição, Maria de Fátima Loureiro, apresenta ao público uma reflexão sobre a preservação do Casarão que sedia o museu e o restauro do Órgão. Responsável pela Biblioteca e pelo Acervo Arquivístico do Museu, Fátima atua como pesquisadora há cerca de 30 anos.

Logo em seguida, no mesmo dia, acontece o recital de órgão de tubos, com a organista Elisa Freixo. Além do concerto, também está previsto uma apresentação sobre a história e funcionamento do instrumento. Elisa é professora de órgão em São Paulo e organista titular da Arp-Schnitger da Sé de Mariana (MG). Estudou na Faculdade de Música Santa Marcelina, foi bolsista do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico e frequentou a Escola de Música de Hamburgo.

O Órgão de Tubos do Museu Regional foi fabricado no final do século XVIII, na região de São João del-Rei. O instrumento é o único de origem civil em funcionamento que foi confeccionado no Brasil, com técnicas manuais e matérias-primas locais.

Ao longo da semana, entre os dias 2 e 6, estão programadas cinco publicações especiais no site institucional do Museu. Voltadas ao público geral, a intenção é discorrer sobre o patrimônio local, tombamento e preservação. Os temas dos textos envolvem o conjunto urbano preservado, o tombamento do Casarão do Comendador, o órgão de tubos, a diversidade patrimonial da cidade e a importância de se preservar estas obras.

Na sexta-feira (6), uma publicação completa, em formato digital, fica disponível para download, contendo textos, fotografias e ilustrações

Tombamento de São João del-Rei

A Semana do Patrimônio São-joanense é uma forma de comemorar o aniversário de tombamento da cidade. Com a criação, em 1937, do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN, atualmente IPHAN), vários locais foram selecionados para o Livro do Tombo, destinados à preservação.

No ano seguinte, São João del-Rei foi o primeiro registro incluído neste documento.

Desde então, o centro da cidade, com seus casarios coloniais, igrejas e monumentos, é considerado um patrimônio nacional, protegido por leis federais de preservação paisagística e arquitetônica.

Fonte: museuregionaldesaojoaodelrei.museus.gov.br

O Museu Lasar Segall tem novidades!

Está aberta para visitação a primeira exposição temporária de 2020, que vai exibir obras da artista refugiada alemã Gisela Eichbaum. A mostra está disponível para visita até o dia 18 de maio.

Como Lasar Segall (1889-1957), a pintora e desenhista alemã Gisela Eichbaum (1920-1996), também de origem judia, adotou o Brasil como refúgio após conhecer logo cedo, em solo europeu, a experiência da hostilidade e perseguição.

“Gisela Eichbaum: trabalhos sobre papel 1957 – 1976” apresentará ao público 38 obras da artista refugiada em São Paulo (SP) nos anos 1930, cuja produção está situada no campo do abstracionismo lírico – vertente artística influenciada pelo expressionismo que valorizava o instinto, o inconsciente e a intuição, resultando em imagens com tons e formas vagos e fluidos, com parentesco onírico e musical.

Obras de transição

Gisela Eichbaum acumulou em mais de 50 anos de trajetória uma farta produção artística, tendo vivido seu pico criativo entre os anos de 1960 e 1980. A maior parte das obras que o público poderá conferir de perto em “Gisela Eichbaum: trabalhos sobre papel 1957 – 1976” pertence às décadas de 1950 e 1960, período em que a artista empreendeu uma transição da figuração para a abstração.

Na exposição preparada pelo Museu Lasar Segall, que acontece no ano do centenário de Gisela Eichbaum, serão exibidos trabalhos menos conhecidos da artista, além de manuscritos, catálogos e outros itens.

Fonte: museus.gov.br

MASP promove durante o mês de fevereiro e início de março oficinas de desenho gratuitas para crianças de 8 a 12 anos. As atividades fazem parte programação “Histórias das mulheres, histórias feministas” e serão comandadas pelas artistas Santarosa Barreto, Aline Motta e Virgínia de Medeiros. Os encontros acontecerão quinzenalmente, sempre aos sábados e domingos, das 14h às 17h, e os participantes também poderão visitar as galerias do museu gratuitamente. O objetivo é o de estimular a criatividade e oferecer contato com a arte para os pequenos.

O evento busca resgatar os programas infantis que incentivam a presença de desenhos feitos por crianças no acervo do museu, assim como era o Clube Infantil de Arte durante os primeiro anos de funcionamento do MASP. Sendo assim, os desenhos feitos nas oficinas poderão ser doados para o acervo do museu. Para participar, basta fazer a inscrição pelo site do museu. Confira a programação:

“Do contra” – 29 de fevereiro e 1 de março, das 14h às 17h

E para finalizar a programação, a artista Virgínia de Medeiros comanda uma atividade lúdica em que as crianças serão incentivadas a desenhar suas próprias histórias usando a  imaginação. Os desenhos serão feitos a partir da leitura do conto “Mariana do Contra”, de Rose Sardi, que retrata a história de uma menina que enxerga o mundo sob o seu ponto de vista e vê sempre o outro lado das coisas.

O Museu de Arte de São Paulo tem como objetivo criar diálogos sobre passado e presente, culturas e territórios, utilizando como ferramenta as artes visuais. O horário de funcionamento é nas terças, das 10h às 20h, e de quarta a domingo, das 10h às 18h. Os ingressos custam R$40 (inteira) e R$20 (meia), e nas terças-feiras a entrada é gratuita.

O MASP está localizado na Avenida Paulista, 1578 – Bela Vista. São Paulo/SP.

Fonte: MASP

Até o dia 8 de março, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) recebe o público para a exposição “Instituto dos Arquitetos do Brasil – rumo ao centenário”.

Dentro da mostra, que conta parte da trajetória da arquitetura no Brasil, os organizadores buscaram revisitar os percursos vividos, com uma grande linha do tempo lembrando alguns dos fatos marcantes que configuram a história da instituição, com suas lutas históricas por cidades mais democráticas, mais inclusivas, mais justas, mais vibrantes e mais humanas e por espaços da vida cotidiana digna e plural. Ao fim da linha do tempo, suportes digitais dão espaço de fala àqueles que farão cidades de amanhã, com seus sonhos, seus desejos e suas bandeiras.

A exposição reúne obras de Le Corbusier, Ubi Bava, e Candido Portinari, entre outras,  pertencentes à coleção do MNBA,  além de acervos diversos.

O MNBA funciona de terça a sexta, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h.

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