20643248_1456759351038132_912690072367566555_o (1)No próximo sábado, 19, o Museu da Abolição, em Recife, dá início à nova temporada do curso de extensão “Tópicos da História e Cultura Indígena e Afro-Brasileira”. O objetivo é subsidiar professores dos níveis fundamental e médio das redes municipal e estadual para o ensino da temática, cuja obrigatoriedade é prevista pelas Leis 10.639/03 e 11.645/08.

Com o tema “Liberdade de culto: legislação que protege a liberdade de cultura de matriz africana e indígena”, a nova etapa do curso terá encontros quinzenais com carga horária de 4h cada, abordando um tema a cada encontro. Serão conferidas declarações de participação a cada encontro e certificados para os inscritos que participarem de 75% da carga horária total do curso. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail mab.educativo@museus.gov.br.

“Tópicos da História e Cultura Indígena e Afro-Brasileira” é realizado numa parceria colaborativa com professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e da Secretaria de Educação do Estado.

Visitar um museu é estar em constante contato com o conhecimento. Por meio do “passado”, eles nos apresentam uma nova perspectiva de futuro, pois estão sempre inovando, trazendo um novo olhar para a nossa história.

Em São Paulo, praticamente em cada esquina encontramos um museu ou um centro cultural. A cidade é conhecida pela sua gastronomia, vida noturna e também pelo acesso à cultura.

Por isso, separamos alguns dos principais pontos turísticos culturais para que você possa conhecer e fazer um passeio em família ou com os amigos. Anote na agenda e programe-se:

MASP

O Museu de Arte Moderna de São Paulo está localizado na avenida mais famosa da cidade, a Avenida Paulista (nº 1578). Projetado por Lina Bo Bardi (1914-1992), o Masp começa do lado de fora, no vão-livre, que abriga shows e uma feira de antiguidades todos os domingos. Em seu acervo, o público pode conferir obras de Monet e Van Gogh, além de mostras temporárias, como “Toulouse-Lautrec em Vermelho”. A boa notícia é que às terças-feiras a entrada é gratuita.

Museu de Arte Moderna

Localizado no Parque do Ibirapuera, o passeio pode unir cultura e meio ambiente. São mais de 5 mil obras da arte moderna e contemporânea. Entre os destaques está “Aranha”, de Louise Bourgeois. A entrada aos sábados é gratuita. Dirija-se ao portão 3 do parque, localizado na Av. Pedro Álvares Cabral.

Pinacoteca de São Paulo

Fundado em 1905, a Pinacoteca é o museu mais antigo da cidade. O acervo conta com peças de arte contemporânea de Almeida Júnior, Pedro Alexandrino e Antonio Parreiras. Atualmente, o público pode conferir a exposição “Arte no Brasil – uma história na Pinacoteca de São Paulo”. Aos sábados, a entrada é gratuita. Ele está localizado na Praça da Luz, 2 – Bom Retiro.

Museu da Imigração

O casarão funcionou como Hospedaria do Brás, de 1887 a 1978, e recebeu mais de 2 milhões de imigrantes. Além da exposição de longa duração “Migrar – Experiências, Memórias e Identidades”, os visitantes podem conferir ambientes como o jardim e a biblioteca. A entrada é gratuita aos sábados. O Museu da Imigração está localizado na Rua Visconde de Parnaíba, 1.316 – Mooca.

Museu Afro Brasil

Também localizado dentro do Parque do Ibirapuera (realmente aquele lugar é especial), o Museu Afro Brasil conta com seis núcleos que englobam temas como escravidão, pinturas e fotografias. São mais de 6 mil peças em seu rico acervo. O público pode conferir a exposição “Barroco Ardente e Sincrético – Luso-Afro-Brasileiro”. A entrada para visitar o Museu é pelo portão 10 da Av. Pedro Álvares Cabral. Aos sábados, a entrada é gratuita.

Viu só quanta coisa? Agora é só colocar na agenda e se programar para visitar todo esse roteiro turístico cultural \o/

 

O Museu do Açude, localizado na cidade do Rio de Janeiro, terminou o restauro da obra O Penetrável Magic Square nº 5 – De Luxe, do artista carioca Helio Oiticica (1937-1980), que faz parte do Circuito de Arte Contemporânea do museu.

Após 17 anos de sua inauguração, a obra teve suas paredes pintadas e o acrílico substituído por vidro. A restauração foi feita seguindo orientações do Projeto Oiticica, e concretizada com recursos da Associação Cultural dos Amigos dos Museus Castro Maya.

Essa é a primeira obra do artista exposta em caráter permanente em espaço público. São paredes coloridas surgindo na floresta, brotando da própria terra, cortadas por folhagens.

O Circuito de Arte Contemporânea do Museu do Açude, iniciado em 1999, conta também com instalações de Iole de Freitas e Anna Maria Maiolino Angelo Venosa, Eduardo Coimbra, José Resende, Lygia Pape, Nuno Ramos, Piotr Uklansky e Waltercio Caldas.

Que tal agendar a sua visita?! O Museu do Açude está localizado na Estrada do Açude, 764, Alto da Boa Vista – Rio de Janeiro. Está aberto diariamente, exceto às terças-feiras, das 11h às 17h. Entrada franca às quintas.

Para comemorar os seus 73 anos — dia 11 de agosto —, o Museu da Inconfidência, em Ouro Preto/MG, preparou uma programação especial de aniversário, com lançamento de livros e o seminário Hospitalidade e Patrimônio: do acolher ao preservar. A entrada é gratuita. As atividades ocorrerão nos dias 10 e 11 de agosto, a partir das 18h, no Auditório, Anexo I (Rua Vereador Antônio Pereira, 33, Centro Histórico). Saiba mais aqui.

Sobre o Museu…

Oficialmente o museu teve sua data de inauguração em 11 de agosto de 1944 após as devidas reformas na Casa de Câmara e Cadeia de Vila Rica. A sua expansão foi só questão de tempo. Hoje, o Museu da Inconfidência abriga três anexos com atividades administrativas, de restauração e conservação, pesquisa e interação com a comunidade.

Formado por mais de quatro mil peças, o acervo do Museu da Inconfidência possui exemplares de praticamente todas as esferas da vida sociocultural mineira dos séculos XVIII e XIX. A importância dos objetos de arte que compõem a atual exposição chama a atenção também por sua autoria. Ali estão obras de Antônio Francisco Lisboa (Aleijadinho), Francisco Vieira Servas, Francisco Xavier de Brito, Manoel da Costa Athaide, João Nepomuceno, Armand Julien Pallière, dentre outros.

Salve 11 de agosto!!!

A exposição “Silvino Santos”, do fotógrafo e cinegrafista luso-brasileiro que se estabeleceu em Manaus, tendo sido o autor, juntamente com Agesilau Araújo (filho do Comendador J.G. Araújo), apresenta o clássico documentário em branco e preto sobre a Amazônia, intitulado No Paiz das Amazonas (Brasil, 1921).

Museu da Imagem e do Som (MANAUS)Você também pode ver a exposição “Cine Guarany”, que foi demolido transformando-se em escombros. Chamado originalmente de Cine Olympia, depois Cine Teatro Alcazar, de estilo arquitetônico inspirado no Oriente e somente depois de Cine Teatro Guarany.

Além disso, o Museu também apresenta a exposições temporárias “Máquinas do Tempo”, que conta com 23 máquinas fotográficas fabricadas entre os anos de 1866 a 1980. Veja a transformação e a evolução das máquinas com o passar do tempo.

E em comemoração ao Dia Mundial da Fotografia — comemorado em 19 de agosto — pessoas de todas as idades podem participar de um concurso de fotografia amador aberto para brasileiros ou estrangeiros residentes no Estado. O objetivo é estimular, reconhecer e divulgar imagens criadas por fotógrafos sobre a valorização e incentivo à prática da fotografia.

O Museu da Imagem e do Som está localizado na Praça Heliodoro Balbi, S/N – Centro, Manaus/AM. Horário de funcionamento: terça a sexta, das 9h às 14h; Sábado, das 9h às 13h.

Até o dia 12 de agosto, o Museu Victor Meirelles, em Florianópolis, apresenta ao público a exposição “A originalidade da cópia”, que surge da pesquisa sobre os conceitos e procedimentos de cópia e originalidade na arte contemporânea, complementando a tese homônima defendida em agosto de 2017 no curso de Doutorado em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina, sob a orientação do prof. Dr. Antônio Vargas.

Durante o período de investigação, Lucila Vilela formou uma coleção de obras que são abordadas no texto da tese constituindo o corpus material da pesquisa. As obras escolhidas tratam de procedimentos como apropriação, cópia e falsificação abordando as particularidades que envolvem as questões de autoria. A curadoria foi embasada na discussão sobre a originalidade e a cópia no campo das artes visuais implicando em laboriosas questões que, diante das transformações tecnológicas, sociais e políticas, são perceptíveis no início do século XXI.

A arte contemporânea trabalha muitas vezes com a natureza reprodutiva de meios imagéticos assimilando técnicas de cópia e gestos de apropriação como parte do fazer artístico. Essa possibilidade é visível no procedimento de muitos artistas que, principalmente com a entrada do meio digital, entendem a imagem trouvé como matéria prima. Assim, o gesto de apropriação, seja de objetos ou de imagens, passa a ser recorrente. Os trabalhos selecionados para esta exposição procuram evidenciar que, embora o gesto de apropriação e a assimilação da cópia no campo artístico sejam naturalmente absorvidos, existem procedimentos que levantam certas problemáticas próprias da contemporaneidade.

Exposição
“A Originalidade da Cópia”
Curadoria: Lucila Ribeiro Vilela
Expografia: Marcelo Schroeder
Artistas participantes: Bruno Moreschi, Chapman Brothers, Cláudio Trindade/Cildo Meireles, Francis Alÿs, Franzoi, Gabriel Mascaro, Ildo Francisco Golfetto, Lucila Vilela, Michael Mandiberg e Paulo Bruscky.
Visitação: 02 a 12 de agosto de 2017
Museu Victor Meirelles
Tel.: 48 3222-0692

Fonte: Museu Victor Meirelles

Até 1° de outubro, o Museu de Arte Contemporânea, cartão postal de Niterói, expõe obras de sua própria coleção pública, que ocupam o salão principal e a varanda do Museu. A programação contempla a mostra inédita “Coleção MAC Niterói: arte contemporânea no Brasil” e a exposição “Eu só vendo a vista”, do artista Marcos Chaves.

A mostra reúne cerca de 50 obras, entre esculturas, pinturas, vídeos, gravuras e objetos de importantes artistas que integram o acervo do museu, reunindo trabalhos de Adir Sodré de Souza, Adriana Varejão, Almir Mavignier, Ana Linnemann, Anatol Wladyslaw, Antônio Dias, Beatriz Milhazes, Carlos Zilio, Celeida Tostes, Cildo Meireles, Daniel Senise, Fábio Miguez, Farnese de Andrade, Gustavo Speridião, Hermelindo Fiaminghi, Hugo Houayek, José Rufino, Márcia X., Maria Laet, Nuno Ramos, Oscar Niemeyer, Paulo Monteiro, Paulo Roberto Leal, Regina Silveira, Ricardo Basbaum, Rodrigo Andrade e Romano.

Esta é a primeira vez que o museu abre, em seu salão principal, só com obras da sua própria coleção pública constituída ao longo de 21 anos, por meio de doações de artistas e colecionadores.

Quando: De 24/6 a 1º/10. Terça a domingo, das 10h às 18h. Ingressos: R$ 10. Estudantes, professores e pessoas acima de 60 anos pagam meia. Entrada gratuita para estudantes da rede pública (ensino médio), crianças de até 7 anos, portadores de necessidades especiais, moradores ou nascidos em Niterói (com apresentação do comprovante de residência) e visitantes de bicicleta. Na quarta-feira, a entrada é gratuita para todos.
Onde: Museu de Arte Contemporânea de Niterói – MAC (Mirante da Boa Viagem, s/n | Niterói – RJ)
Informações: (21) 2620 2400 | culturaniteroi.com.br/macniteroi

Até março de 2018, o Museu da Cidade do Recife (MCR), em parceria com o Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP), apresenta ao público a exposição “1817 – Revolução Republicana” para lembrar o bicentenário histórico de um momento único na história do Brasil: quando Pernambuco fez uma revolução e, durante 75 dias, viveu uma república à parte, livre da coroa portuguesa.

A mostra fica em cartaz durante um ano e toma, praticamente, todos os espaços do museu. A exposição é dividida em cinco eixos e possui mediadores para receber escolas e espectadores em geral.

Quando: Até 05/03/2018. Terça a domingo, das 9h às 17h. Gratuito.
Onde: Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas – São José | Recife – PE)

O Museu da Imigração tem uma grande novidade: o passeio de Maria-Fumaça está de volta!

Da mesma estação de trem por onde milhares de imigrantes chegaram a São Paulo, agora é possível embarcar em uma antiga locomotiva para um passeio cultural.

As viagens, promovidas pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), agora voltam a ter o embarque pela plataforma do MI. A partir de agosto, a Maria-Fumaça realizará saídas agendadas para grupos durante os dias de semana e, para o público espontâneo, estará disponível sempre no primeiro final de semana de todo mês.

Todos os detalhes sobre esta incrível novidade e dúvida fazer o seu agendamento estão disponíveis no site no MI.

O Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil convida os visitantes para uma visita especial neste sábado, dia 5 de agosto, onde serão destacadas as diferentes grafias de povos do continente africano, seus aspectos geométricos e significados culturais.

A atividade é gratuita e para participar da visita, inscreva-se através do e-mail: eventos.educacao@museuafrobrasil.org.br

Que tal visitar museus à distância de um clique?! A história do Brasil pelos olhos de grandes artistas, tanto nacionais quanto internacionais, está disponível virtualmente em cinco museus administrados pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Além de obras de arte, outros itens históricos podem ser contemplados pelas telas de celulares, tablets ou computadores. São mais de 1300 itens e 18 exposições disponíveis. O Ibram e a empresa Google firmaram a parceria em fevereiro para a realização do passeio virtual. Abaixo, veja um pouco do que você vai encontrar!

Museu Nacional de Belas Artes

Conheça a coleção da Missão Artística Francesa, que trouxe ao Brasil artistas como Jean Baptiste Debret e Nicolas Antoine Taunay no início do século XIX, com o objetivo de criar uma escola de arte e ofícios na então capital. A missão instituiu o estilo neoclássico com pinturas como o “Retrato de D. João VI” e o “Estudo para desembarque de Dona Leopoldina no Brasil”, ambos de Debret, datados de 1817.

Museu Histórico Nacional

Entre as principais atrações do projeto está conferir os pormenores de algumas obras, que foram capturadas por câmera capaz de digitalizar com super-resolução e revelar detalhes que poderiam passar despercebidos a olho a nu. A pintura “[Ex-Voto] Batalha dos Guararapes”, de 1758, é uma das 450 obras disponíveis a partir dessa tecnologia, retratando uma das maiores batalhas ocorridas na época colonial.

Museu Imperial

No projeto “Nós Vestimos Cultura”, o visitante é transportado ao fascínio do traje e insígnias usados por d. Pedro II em sua coroação, em 1841. O traje real, segundo os coordenadores da exposição, mostrava a riqueza das terras governadas pelo imperador-menino.

Museu Castro Maya

Aqui o visitante se depara com o retrato de Castro Maya feito pelo amigo Candido Portinari, com quem desenvolveu muitos projetos, desde a década de 1940 até a morte do artista. Deste relacionamento de vinte anos resultou a acumulação de 168 originais, entre pinturas, desenhos, gravuras e ilustrações de livros. O museu é um dos maiores acervos públicos do pintor e artista plástico brasileiro.

Museu Lasar Segall

O processo do abrasileiramento do lituano Lasar Segall é apresentado numa temática audiovisual: suas obras mais representativas e áudios explicativos de cada fase de sua produção artística perpassam desde o impressionismo europeu do começo do século XX até a “revelação do milagre da cor e da luz” com o movimento modernista após conhecer o Brasil, na década de 1920.

O Museu do Homem do Nordeste (Muhne) celebra seus 38 anos reunindo arte, artesanato e design nordestinos. Estamos falando da exposição Nordeste Mix, inaugurado no dia 21 e que poderá ser visitada até 4 de fevereiro de 2018, na Sala Mauro Mota.

A mostra mescla arte, artesanato e design em um exercício de antropologia da memória. Dos quadros de José Patrício à arte popular de Nuca da Tracunhém, passando por nomes como o do fotógrafo Josias Benício, peças da arte popular e objetos utilitários dividem o mesmo espaço que peças de designers contemporâneos.

O objetivo da exposição é discutir a representação da região Nordeste por meio de sua cultura material. A curadoria foi realizada pela antropóloga Ciema Mello e pelo museólogo Maximiliano Roger. Já a identidade visual e a expografia são assinadas pelo designer Pedro Henrique de Oliveira.

O Museu do Homem do Nordeste está localizado na Av. Dezessete de Agosto, 2187 – Casa Forte, Recife/PE.

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