Até o dia 28 de outubro, o Museu Mineiro apresenta a exposição Revisitando a arte de Francisco Tamietti, com obras do artista italiano que participou da construção da então nova capital de Minas Gerais, Belo Horizonte. Integram a mostra obras no gênero Natureza Morta, inéditas, encontradas pela família, restauradas e, agora, expostas ao público.

Imigrante da Itália (Turim) para o Brasil no final do século 19, o artista trazia, assim como seu pai, habilidades na carpintaria e na pintura decorativa. Por esse motivo, os dois não foram direcionados aos campos agrícolas, como era o costume, mas à Nova Capital de Minas, que estava sendo construída no modelo Hausmaniano, de cidade moderna e planejada, com base em princípios republicanos.

Chegando a Belo Horizonte, Francisco Tamietti Filho realizou pintura decorativa nas principais edificações da cidade, como Palácio da Liberdade, antigo Senado, hoje Museu Mineiro, além de diversas outras edificações públicas, religiosas e particulares, tais como a residência da família Borges da Costa, atual Academia Mineira de Letras, a da família Lodi, dentre outras.

A exposição consiste em oito telas realizadas nos primeiros anos do século 20, sendo seis redondas e duas retangulares, essas últimas inacabadas, com traços e esboços do artista, denominados, na linguagem técnica, de arrependimentos. As inacabadas são constituídas de quatro elipses em cada uma, com cenas que ilustrariam as residências das classes dominantes daquela época.

A mostra foi concebida com acessibilidade para portadores de deficiência visual, com impressão 3D das obras principais, além de publicação em braille e imagens com texturas para a percepção tátil.

A mostra fica em exibição até o dia 28 de outubro de 2018, na Sala das Sessões. A entrada é franca.

Fonte: Museu Mineiro

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Rio de Janeiro (RJ), convida o público para a exposição Três gravuristas e o exílio no Brasil: Fayga Ostrower, Axl Leskoschek, Lasar Segall. A mostra apresenta 32 obras originais de três mestres da gravura que chegaram ao Brasil no século XX, fugindo do nazismo na Europa, e se estabeleceram no país, influenciando várias gerações de artistas brasileiros.

Painéis, cartas, fotos e filmes fazem parte da mostra, que lança foco sobre como a vivência de partida, migração e exílio marcaram o estilo dos artistas e como eles trouxeram novas técnicas, olhares e formas de pensar a arte e o processo de criação.

Destacam-se na exposição os trabalhos de judeu ucraniano Lasar Segall (1891-1957); da polonesa Fayga Ostrower (1920-2001); e do austríaco Axl Leskoschek (1889-1975).

A mostra pretende despertar a reflexão sobre uma temática cada dia mais atual: o sofrimento do exílio, o acolhimento, a riqueza que reside no olhar de uma outra cultura. A mostra inaugura uma parceria entre o MNBA e a Casa Stefan Zweig, instituição sediada em Petrópolis (RJ) dedicada ao tema do exílio, e pode ser visitada até 3 de fevereiro de 2019 de terça a sexta-feira, das 10h às 18h; e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h.

O Museu da República (R. do Catete, 153 – Catete, Rio de Janeiro/RJ) convida o público para uma programação especial em comemoração ao 8 de outubro, Dia do Nordestino, e recebe, de 11 a 14, parte da programação da Semana “Ser Nordestino” e o evento Carioquíssima edição “Ser Nordestino”.

Celebrar a cultura nordestina no Museu da República remonta à própria história do museu, que teve como fundador e primeiro diretor (1960 a 1967), o maranhense Josué Montello – escritor, historiador e ex-presidente da Academia Brasileiro de Letras -, e que abrigou quatro presidentes nordestinos enquanto sede da Presidência da República: Manoel Vitorino (baiano), Epitácio Pessoa (paraibano), José Linhares (cearense) e Café Filho (potiguar).

Nessas datas, às 15h, o Setor Educativo do Museu da República receberá a todas e todos – nordestinos, cariocas, e brasileiros de todo o país – gratuitamente, para uma visita mediada no Palácio do Catete com o tema “O Nordeste na República”. Na visita, o público poderá conhecer de modo mais aprofundado as presenças e ausências do estado do Nordeste e seus representantes na história da República e na do próprio Museu.

A programação da Semana “Ser Nordestino” contempla música, gastronomia, artesanato, poesia, cordel, dança, apresentações de forró, oficinas, e atividades infantis, especialmente no dia 12 de outubro.

11/10 QUINTA-FEIRA

12h às 20h – Carioquíssima + Ser Nordestino
14h às 18h – MESA REDONDA: Nordeste: tradição e contemporaneidade
15h – Visita Mediada “O Nordeste na República”

12/10 SEXTA FEIRA

9h às 20h – Carioquíssima + Ser Nordestino
9h às 18h – “NORDESTINHOS” atividades para crianças com temáticas nordestinas
10h às 11h30 Oficina temática nordestina com a Trupe Pequena Alegria
13h30 às 15h30 Construção da “Árvore da Vida” pelas crianças
16h às 18h Oficina temática nordestina com o Grupo BOI RAÍZES DE GERICINÓ ESPECIAL “BRUNCHINHO”, PARA CRIANÇAS!

13/10 SÁBADO

12h às 20h – Carioquíssima + Ser Nordestino
9h às 11h – Concentração no Largo do Machado e Cortejo Cultural
BLOCO DE FORRÓ DO CARAMUELA em direção ao Museu da República. O Bloco de Forró do Rio de Janeiro
Representantes dos 9 estados do nordeste

15h – Visita Mediada “O Nordeste na República”
15h às 16h – República da Poesia OS GOLIARDOS
Homenagem ASCENSO FERREIRA
Apresentação na GRUTA DO MUSEU
17h até 20h – SHOWS FORRÓ DO MARÁ CONTERRÂNEOS

14/10 DOMINGO

12h às 20h – Carioquíssima + Ser Nordestino
15h – Visita Mediada “O Nordeste na República”

O Dia 12 de Outubro está chegando e com ele uma programação especial para as crianças e para toda a família! Olha só como alguns museus estão se preparando para receber a garotada:
Museu Regional Casa dos Ottoni
No município de Serro (MG), o Museu Regional Casa dos Ottoni abrirá durante todo o mês de outubro espaço para piquenique, brincadeiras e leitura no jardim do museu. Ainda em Minas Gerais, o Museu do Diamante (em Diamantina) promoverá contação de histórias e pintura facial.
Já o Museu Regional de São João del-Rei promoverá, de 8 a 11 de outubro, apresentação de fantoches e o Teatro de Palhaças, baseados em lendas indígenas e, no dia 11, a abertura da exposição “Sobre Bichos”, que apresenta imagens de animais da fauna brasileira que envolvem, segundo a artista, o natural e o místico.
Em Goiás, o Museu das Bandeiras comemorará o Dia das Crianças com a realização de oficinas voltadas para os mitos e lendas brasileiros, com atividades lúdicas e criativas, através de Brincadeiras Populares, nos dias 9, 10 e 11. O museu promoverá, ainda, ações voltadas para a apresentação dos patrimônios imateriais brasileiros, em especial, as Cavalhadas, as bonecas Karajás (Iny) e outros registros imateriais.
No Maranhão, o Museu Casa Histórica de Alcântara, em parceria com o Museu Histórico de Alcântara e a Casa do Divino, realizará de 9 a 19 de outubro a ação “Museus: entre contos e brincadeiras”. Além da visitação aos museus, as crianças participarão de contação de histórias, dinâmicas e brincadeiras, culturais com foco no patrimônio cultural e ambiental de Alcântara. Já em Recife (PE), o Museu da Abolição promoverá no dia 13 de outubro a ação Aguarézinho – Festejos de Contos, com contação de histórias, música, dança, brincadeiras e africanidade.
Em Petrópolis (RJ), a Biblioteca Rocambole do Museu Imperial exibirá no dia 9 de outubro o filme “O Homem das Cavernas”, que traz um jogo de futebol entre os times de uma tribo de homens das cavernas, que busca recuperar o perfeito Vale, contra o poderoso inimigo da Idade do Bronze. Além disso, a Biblioteca tem em sua programação, a contação de várias histórias durante o mês.
De 12 a 14 de outubro, o Museu Histórico Nacional (RJ) apresentará o “Museu de Brincadeiras” – uma viagem a gerações passadas para crianças de 7 a 14 anos, acompanhadas de pais ou responsáveis, através de brincadeiras que fizeram parte da infância de outros tempos. Acessível para pessoas com deficiência visual e com deficiência auditiva, a atividade abordará a questão “O que é ser criança? ”, trazendo à tona questões relacionadas com os direitos da criança e do adolescente.

Fonte: museus.gov.br

O artista Sérgio Pinheiro comemora seus 50 anos de pintura com a exposição “Pinturação”, no Museu da Cultura Cearense (MCC) até 4 de novembro. A entrada é gratuita.

“Pinturação” é formada por cinco coleções produzidas ao longo da carreira de Sérgio: Os Transformers, Coloridos no pincel, Os Ambulantes, Abstrato Definido e O Raio do Futebol. Cada uma aposta em um tipo diferente de “perseguição” à pintura, indo do modo clássico ao digital. É o ato de perseguir de Sérgio que une obras distintas entre si.

Além disso, o MCC homenageia o pintor exibindo seis coleções representativas de sua trajetória: “Os Transformers”, obras fruto de sua monografia de mestrado focada no neoplasticismo de Mondrian; “Coloridos no pincel”, pinturas informais realizadas no computador a partir de minipinturas; “Os Ambulantes”, em versão digital, uma menção a trabalho anteriormente premiado em edital 2006 da Fundação Getúlio Vargas – Concurso Memória do Trabalho, exibido no Museu da Cultura Cearense; coleção “Abstrato Definido”, pinturas que brincam e buscam abstração sem vestígios; e pinturas a partir de ilustrações em Haikai para o livro “O Raio do Futebol”, peça ilustrada pelo pintor com texto de Sérgio Redes.

Em cartaz até 4 de novembro, “Pinturação” pode ser vista de terça a sexta, das 9h às 19h (acesso até às 18h30) e aos finais de semana, das 14 às 21h (acesso até as 20h30). Gratuito.

O Museu Oscar Niemeyer (MON) recebe, de 27 de setembro a 10 de março de 2019, exposição sobre o fotógrafo francês Pierre Verger (1902-1996), que transformou seu trabalho em um grande panorama dos cinco continentes, incluindo o Brasil, onde realizou uma profunda pesquisa.
Fotógrafo, etnólogo e antropólogo, Verger viveu parte da sua vida na cidade de Salvador, capital do estado da Bahia, inclusive com uma produção escrita significativa sobre esta cultura.
A exposição conta com aproximadamente 150 imagens, e está dividida por núcleos que compreendem distintos momentos do seu trabalho, onde o público pode perceber toda a extensão historiográfica e fotográfica da obra de Verger pelo mundo.
Estão em exibição os primeiros vintages – impressão fotográfica realizada enquanto o autor era vivo; as fotografias para a imprensa francesa, feitas entre 1932-1934; o registro da Segunda Guerra Mundial; o Nordeste brasileiro; os cultos afro-brasileiros; a Segunda Guerra Sino-Japonesa, entre outras documentações.
Serviço:
Exposição Pierre Verger
27 de setembro de 2018 a 10 de março de 2019
Terça a domingo, das 10h às 18h – acesso até 17h30
Quartas gratuitas, das 10h às 18h – acesso até 17h30
Sala 4

Você consegue imaginar sua vida sem o GPS na tela do seu celular? Muito difícil, não é mesmo?! O mapa digital trouxe facilidade muito grande nos dias de hoje.

Agora pense em como era há 500 anos, período das grandes navegações, monstros marinhos eram alguns dos maiores medos de quem embarcava em naus oceano a dentro.

O céu era o grande guia dos navegantes e a imaginação uma das distrações enquanto cruzavam mares repletos de mistérios. O inexplorado despertava a imaginação humana fazendo com que ela criasse criaturas fantásticas e animais monstruosos que povoavam os oceanos. Acreditava-se, na época, que esses seres bestiais atacavam aqueles que se atreviam a se lançar nas vastidões oceânicas.

Alguns desses monstros podem ser vistos nas paredes, em mapas e nos belos azulejos holandeses expostos na “Cinco Pontas”, exposição em destaque no Museu da Cidade do Recife.

Coloca no GPS o endereço do Museu da Cidade do Recife e acompanha essa exposição que conta o início do cenário onde nós chegamos.

Museu da Cidade do Recife
Forte das Cinco Pontas s/n – CEP 50020-500, Bairro de São José, Recife/PE
Tel: (081) 3355-9540
Email: museucidaderecife@gmail.com

O Museu da Cultura Cearense no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura apresenta até o dia 4 de novembro, a exposição “Silvio Rabelo: reinventando a marchetaria”, do artista Silvio Rabelo, desenhista, pintor e escultor que domina a técnica da marchetaria.

Silvio destaca-se por ser autodidata assim como pela habilidade na criação de trabalhos com madeira a partir de pesquisa e experimentação. Suas obras ilustram capas de livros, discos e coleções relevantes do Brasil e exterior, compondo também exposições individuais no Museu da Cachaça, Tribunal Regional do Trabalho, Receita Federal, dentre outros.

Sob curadoria de Valéria Laena, a exposição  traça um percurso em torno de 40 obras do artista que resultam de umas das mais antigas artes: a marchetaria.

O processo criativo envolve o olhar sensível do artista para extrair das fibras naturais preciosos tons de madeira, numa expressão plástica que reúne marchetaria e pintura. A exposição ocupa as galerias 01 e 02 do Museu da Cultura Cearense no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.  A visitação pode ser feita de terça a sexta-feira, das 9h às 19h, com acesso até as 18h30; e aos sábados e domingos, das 14h às 21h, com acesso até as 20h30. A entrada é gratuita.

 

O Museu Oscar Niemeyer (MON) apresenta até o dia 26 de novembro de 2018, a mostra “Cinco Elementos”, da artista Juliane Fuganti, uma das maiores referências na gravura nacional. A artista apresenta suas mais recentes obras realizadas com técnicas diversas, como gravura em metal, fotogravura, pintura e cerâmica.

A artista possui obras no acervo do museu, participou de exposições individuais e coletivas no Brasil e nas cidades de Buenos Aires, Madrid, Lisboa, Porto, Frankfurt, Berlim, Paris, Lyon e Nova York.  Em 2001, foi selecionada para o programa de residência de artistas em Lyon, França.

A visitação pode ser feita de terça a domingo, das 10h às 18h, com acesso até 17h30. O ingresso é R$20,00 e R$10,00 (meia-entrada). Nas quartas a entrada é franca. Maiores de 60 anos e menores de 12 têm entrada gratuita todos os dias de funcionamento (terça a domingo).

Serviço:
Exposição “Cinco Elementos” – Juliane Fuganti
06 de setembro a 26 de novembro de 2018
Terça a domingo, das 10h às 18h – acesso até 17h30
Quartas gratuitas, das 10h às 18h – acesso até 17h30

Fonte: MON27

A exposição “Cinco Pontas”, aberta gratuitamente ao público no Museu da Cidade do Recife, chega para celebrar a indicação do forte ao posto oferecido pela Unesco.  A intenção é mostrar para o recifense a importância desse edifício como patrimônio histórico, simbólico e físico da Cidade.

A exposição conta com animações, imagens atuais do Forte das Cinco Pontas sob um ponto de vista ainda pouco explorado da arquitetura do edifício e vídeo-aulas, gravadas com o arqueólogo Ulisses Pernambucano, o professor e arquiteto Pedro Valadares e o arquiteto e urbanista José Mota Meneses.

A indicação

 

O Forte das Cinco Pontas, junto com o do Brum e o Orange, é candidato a patrimônio cultural mundial da humanidade. A candidatura desses três fortes localizados em Pernambuco integra o conjunto de 19 fortificações brasileiras que pleiteia título, dado pela Unesco. Além das edificações de Pernambuco, há também do Amapá, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina.

 

Até o dia 21 de outubro, o MASP apresenta a exposição “Histórias afro-atlânticas”, destacando uma seleção de 450 trabalhos de 214 artistas, do século 16 ao 21, em torno dos “fluxos e refluxos” entre a África, as Américas, o Caribe, e também a Europa, para usar a famosa expressão do etnólogo, fotógrafo e babalaô franco-baiano Pierre Verger. A mostra está dividida em oito núcleos temáticos, que mesclam o conteúdo entre o MASP e o Instituto Tomie Ohtake.

No MASP, a mostra contextualiza-se dentro de um ano de exposições, palestras, cursos, oficinas, publicações e programações de filmes em torno das histórias afro-atlânticas. O programa teve início com as individuais de Maria Auxiliadora, Aleijadinho e Emanoel Araujo e se completará com as de Melvin Edwards, Sonia Gomes, Rubem Valentim, Lucia Laguna e Pedro Figari. Parte fundamental desse projeto é a Antologia que reúne em livro textos de 44 autores, resultado de dois seminários internacionais realizados em 2016 e 2017. Desse modo, o museu se transforma, ele mesmo, em uma plataforma múltipla e diversa, plural e polifônica.

“Histórias afro-atlânticas” tem curadoria de Adriano Pedrosa, Ayrson Heráclito, Hélio Menezes, Lilia Moritz Schwarcz e Tomás Toledo. O escritório de arquitetura METRO Arquitetos Associados assina a expografia da mostra.

O Masp está localizado na Avenida Paulista, 1578. São Paulo/SP.

Como vivia uma família de barões no século XIX? Visitar o Museu Solar Monjardim, em Vitória/ES, é reviver o passado para entendermos até mesmo nossos costumes atuais.

Em todos os ambientes do Museu, o público pode conhecer o acervo riquíssimo por meio dos móveis, quadros, fotografias e o próprio casarão, único exemplar preservado de uma moradia rural de 1820.

Criado em 1939, o museu conta com um acervo de mais de duas mil peças, entre mobílias sacras e utensílios domésticos que atraem a visita de pesquisadores de várias partes do Brasil. Em 1966, recebeu o acervo do Museu de Arte Religiosa. Entre os detalhes, o visitante conhecerá onze quartos, três salões, capela dedicada a Nossa Senhora do Carmo, cozinha de piso atijolado e varanda com treze janelas, que vai desde a sineira da entrada até a capela.

Está em Vitória/ES? Então programe-se para conhecer este espaço rico da nossa história e da nossa cultura. O museu pode ser visitado gratuitamente de terça a sexta das 09h às 12h e das 13h30 às 16h30, além de sábado e domingo das 13h às 17h.

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