O Museu Oscar Niemeyer (MON) realiza uma grande exposição com cerca de 200 peças da coleção de arte asiática – dentre as 3 mil doadas ao museu pelo embaixador Fausto Godoy – reunidas por ele ao longo de sua carreira diplomática.

“Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”  tem curadoria de Fausto Godoy e Teixeira Coelho, reúne peças raras e de forte conteúdo simbólico, provenientes de mais de 10 países, como China, Japão, Índia, Paquistão, Butão, Irã, Afeganistão e Myanmar.

Há peças como as cerâmicas do Vale do Indo, que podem chegar a 7 mil anos (V-II milênio A.C.), gravuras japonesas e indianas, o espírito protetor de jade (guardião de túmulo), do período neolítico chinês; além dos ornamentos e outras peças da Ásia Central, entre elas várias do planalto tibetano, que revelam o valor singular desta coleção.

Com esta doação, o MON passa a ter em seu acervo cerca de 7 mil obras, além de uma das coleções asiáticas mais significativas do Brasil e da América do Sul.

Serviço:

Exposição “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”
2 de março de 2018
Longa duração
Rua Marechal Hermes, 999
Terça a domingo, das 10h às 18h
Quarta Gratuita, das 10h às 18h

 

O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura recebe, a partir do dia 20 de junho, no Museu da Cultura Cearense, a exposição “Mandela: de Prisioneiro a Presidente”. A mostra ainda inédita no Brasil reúne 50 painéis com fotos e 9 peças audiovisuais que contam a trajetória do líder sul-africano, em celebração ao seu centenário, em julho.

A mostra traça o percurso da vida de Mandela desde o início do ativismo contra Apartheid, regime racista do governo sul-africano que negava à população negra direitos civis, sociais e econômicos. Dividida em seis temas, “A pessoa”, “O camarada”, “O líder”, “O prisioneiro”, “O negociador” e “O homem de estado”, a mostra traz detalhes sobre a vida pessoal e a luta política de Mandela, abordando seus 28 anos de prisão, a vitória no Prêmio Nobel da Paz, até a eleição como primeiro presidente negro da África do Sul, em 1994.

Fortaleza será a primeira cidade brasileira a receber a mostra que já passou por França, Suécia, Estados Unidos, Equador, Argentina, Peru e Luxemburgo e foi vista por mais de um milhão e 100 mil pessoas.

Exposição “Mandela: de Prisioneiro a Presidente”

Data: 20 de junho de 2018
Hora: 10h
Local: Museu da Cultura Cearense – Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema)
Visitações até 30 de julho, de terça a domingo, das 9h às 19h (acesso até as 18h30) e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (acesso até as 20h30).
Acesso gratuito.

O coletivo “Pense Negativo” irá realizar uma oficina de revelação com filme 35mm em café! SIM! a bebida mais magnífica do universo pode servir como uma forma alternativa para os fotógrafos e não fotógrafos que querem relembrar ou experimentar os métodos revelação da fotografia analógica.

A oficina ocorrerá em dois sábados de julho (14 e 21), com as seguintes atividades:

14 de julho
Teorias básicas sobre fotografia (fotometria, principais enquadramentos e revelação fotográfica)
Saída de campo pelas praças do Centro Histórico com câmeras analógicas para colocar as teorias na prática.

21 de julho
Explicação sobre a técnica de revelação com café (ingredientes, tempo de revelação e alternativas).
Revelação na prática com os filmes feitos na semana anterior.

Local: Museu Júlio de Castilhos (Rua Duque de Caxias, 1205 – Centro Histórico, Porto Alegre)
Data: 14 e 21 de julho (abaixo descrição das atividades)
Valor: R$ 20,00 (vinte pilas) via depósito bancário.
Informações e *inscrições: museujuliodecastilhos@gmail.com

Fonte: Museu Julio de Castilhos

 

Lembram do Passaporte de Museus?! Pois é, agora o Museu Imperial, em Petrópolis/RJ, é mais um que se soma à essa ideia brilhante e que beneficia todo mundo.

Até o fim desde ano, a ação vai oferecer acesso gratuito a mais de 70 museus e centros culturais localizados na cidade do Rio de Janeiro e também na cidade histórica serrana.

Na bilheteria do Museu Imperial, os passaportes serão distribuídos de terça-feira a domingo, das 10h às 17h, e garantem entrada gratuita às quartas-feiras.

Além do Museu Imperial, o passaporte está sendo distribuído no Museu Nacional (quintas-feiras e sábados, das 10h às 16h), no Museu de Arte do Rio (terças e sábados, das 9h às 17h), no Museu Nacional de Belas Artes (terça a domingo, das 10h às 18h) e no Museu da República (quarta-feira a sábado, das 10h às 18h).

Agora é só se programar e fazer um tour cultural pelos museus no Estado do Rio de Janeiro.

O Museu Lasar Segall apresenta até 6 de agosto, a “Macaparana – Afinidades”, do artista pernambucano José de Souza Oliveira Filho, que adotou o nome da sua cidade natal como seu nome artístico. Sua obra vasta é reconhecida dentro e fora do Brasil.

“Macaparana – Afinidades” reúne 15 obras inéditas entre pinturas, desenhos, colagens e recortes sobre cartão, que focam quarenta anos de prática artística, além de trabalhos de artistas que inspiraram seu trabalho – convidando o público a refletir sobre a influência entre eles.

As obras de Macaparana é são marcadas pelo rigor geométrico conjugado à informalidade. O trabalho do artista tem como ponto de partida materiais como o papel e o papelão, seus suportes favoritos, abarcando esculturas de metal e painéis de madeira pintados, cortados, entalhados e perfurados.

A exposição “Macaparana – Afinidades” pode ser visitada até o dia 6 de agosto, de quarta a segunda, das 11h às 19h, no Museu Lasar Segall (Rua Berta, 111 – Vila Mariana), em São Paulo (SP). A entrada é gratuita.

Dia 10 de junho acontecerá no Sítio do Pica-Pau Amarelo um dos espetáculos participantes do 5º Festival Internacional de Teatro de Sombras.

O espetáculo A Viagem de Luz conta a trajetória de Luz, uma menina curiosa e inquieta que mora num gigantesco casarão longe da cidade. Em uma manhã, sai de casa e perde o ônibus da escola. A pequena menina atravessa o bosque e no caminho se distrai com animais silvestres. Pulando e correndo sem parar. Luz chega à cidade, mas não acha a escola. Ela esta perdida e começa a deambular sem rumo. Na rua encontra um gatinho preso em uma sacola. Ela o resgata e se tornam amigos. Perseguidos por um cachorro rabugento se refugiam num velho cemitério. Assombrados por esqueletos e fantasmas, Luz e o gatinho tentarão encontrar o caminho de regresso a sua casa.

Programação de junho no museu:

16/06 – Sábado

10h às 12h e 14h às 17h – Turma do Sítio do Pica-pau Amarelo
*Exceto quando estiverem apresentando a peça de Teatro.
14h às 16h – Oficina Caipirinha e Jeca no Prato de Papel, com V&A Produções
11h e 16h – Teatro com a Turma do Sítio
*Retirada de senha 30 minutos antes do início da apresentação. Capacidade 110 pessoas.

17/06 – Domingo

10h às 12h e 14h às 17h – Turma do Sítio do Pica-pau Amarelo
*Exceto quando estiverem apresentando a peça de Teatro.
14h às 16h – Oficina Pedagógica, com Cia Philaderpho
11h e 16h – Contação com a Turma do Sítio
*Retirada de senha 30 minutos antes do início da apresentação. Capacidade 110 pessoas.

23/06 – Sábado

10h às 12h e 14h às 17h – Turma do Sítio do Pica-pau Amarelo.
*Exceto quando estiverem apresentando a peça de Teatro.
14h às 16h – Oficina Pedagógica, com Fabricando Arte
11h e 16h – Teatro com a Turma do Sítio.
*Retirada de senha 30 minutos antes do início da apresentação. Capacidade 110 pessoas.

24/06 – Domingo

10h às 12h e 14h às 17h – Turma do Sítio do Pica-pau Amarelo.
*Exceto quando estiverem apresentando a peça de Teatro.
14h às 16h – Oficina Fantoche do Espantalho, com V&A Produções
11h e 16h – Teatro com a Turma do Sítio.
*Retirada de senha 30 minutos antes do início da apresentação. Capacidade 110 pessoas.

Fonte: Museu Monteiro Lobato

De 4 de junho até 2 de setembro, o Museu do Futebol apresenta a exposição temporária “A primeira estrela: o Brasil na Copa de 1958”, que aborda a simbologia da conquista do primeiro título da Copa do Mundo, que completa 60 anos, e apresenta elementos inéditos sobre uma campanha que moldou de forma definitiva a relação do país com o esporte mais popular do planeta.
A mostra está dividida em seis módulos multimídia contando, de forma interativa, a campanha que ajudou a moldar o conceito de futebol-arte, a trajetória vencedora do país em Mundiais e o sucesso da dupla Pelé e Garrincha.
O público vai poder acompanhar entrevistas em vídeo com jogadores que fizeram parte daquela seleção, captadas em 1998 pelo cineasta João Moreira Salles. Além disso, há imagens da concentração da equipe nacional em Poços de Caldas (MG), registros feitos pelo fotojornalista Antonio Lúcio.
A experiência multimídia conta com uma projeção especial do jogo final de 1958 e conteúdo apresentado com uso de realidade virtual. Também há intervenções na área externa do museu e na exposição de longa duração.
A exposição  “A primeira estrela: o Brasil na Copa de 1958” está montada no piso térreo do Museu do Futebol, num espaço de 250 metros quadrados.

Não perca!

Exposição: “A primeira estrela: o Brasil na Copa de 1958”
Data: 04 de junho a 02 de setembro
Curadoria: Daniela Alfonsi e Roberto Benevides
Horário de funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 18h
Ingresso: R$ 12 (meia-entrada a R$ 6 e gratuidade às terças-feiras)

Para comemorar os 200 anos do Museu Nacional, no Rio de Janeiro/RJ, comemorados no dia 6 de junho, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) lançou, a marca comemorativa. Ela será utilizada em todos os produtos lançados pelo Ibram ao longo de 2018 e também estará presente em todas as ações desenvolvidas pelo órgão e seus museus vinculados.

Entre as comemorações, de 30 de julho a 3 de agosto, o Ibram realizará o “Seminário 200 Anos de Museu no Brasil: Desafios e Perspectivas”. A ideia é debater o percurso histórico de constituição e consolidação do museu no Brasil em toda sua diversidade e abrangência, analisando as contribuições trazidas para a cultura brasileira e os desafios e perspectivas neste campo.

Será lançada ainda edição especial da MUSAS – Revista Brasileira de Museus e Museologia, que vai trazer uma reflexão sobre dois séculos de experiência museal em território brasileiro lançando um amplo olhar avaliativo sobre as principais questões, experimentações e conquistas acumuladas nesta trajetória.

Ampla ação de promoção de museus realizada pelo Ibram em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e a Secretaria Estadual de Cultura – que garante acesso gratuito, em dias específicos, às instituições participantes – o Passaporte de Museus também celebra em 2018 os 200 anos do Museu Nacional.

Fonte: museus.gov.br

44 artistas que dominam a arte do grafite vão transpor as portas da Galeria de Arte do Templo da Boa Vontade. É a exposição Arte sem fronteiras – dos muros para a Galeria, que está em cartaz até 14 de junho. A curadoria é do artista plástico Gersion de Castro e apoio do Ateliê Cultural Cactus.

Inspirados em temas contemporâneos, históricos, sociais e naturalistas, a mostra conta com trabalhos em técnicas diversas. São desenhos, instalações, objetos, esculturas e, claro, o grafite de artistas das regiões administrativas do DF e entorno. Uma pluralidade de culturas que promete surpreender o público!

Serviço:

Exposição Arte sem fronteiras – dos muros para a Galeria de Arte
Local: Galeria de Arte do Templo da Boa Vontade
Visitação: de 2 a 14 de junho
Endereço: Quadra 915 Sul
Classificação: Livre
Entrada franca!

A Copa do Mundo está chegandooo! Prepare-se para viver grandes emoções torcendo pela nossa Seleção \o/

E para começar com o pé direito, o Museu Histórico Nacional preparou uma atividade especial neste domingo, dia 10.

O projeto Bonde da História, desenvolvido pela Divisão Educativa do Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro/RJ, propõe uma ação inédita para marcar o início do Mundial.

A programação começa com o “Dia de Copa no Museu Histórico Nacional”, que propõe integrar o tema da Copa do Mundo a peças da exposição permanente do MHN.

Tem mais: das 13h às 17h, as portas estão abertas a todos para a popular troca de figurinhas do álbum oficial da Copa 2018, sucesso total entre crianças e adultos.

Enquanto isso, o Bondinho da História propõe uma “caça às figurinhas” para a garotada completar o álbum exclusivo, desenvolvido pelo Educativo do museu, que traz 15 personagens da história brasileira – como Tiradentes, Dona Carlota Joaquina e a múmia Luzia.

As figurinhas deverão ser ‘caçadas’ ao longo do circuito expositivo do museu para se completar o álbum. Serão distribuídos, por ordem de chegada, 30 álbuns. Cada participante (até 15 anos) e acompanhante terão direito a apenas um exemplar.

A programação continua às 14h com o Bonde da História e o tema “Camisas, futebol e histórias!”.

A proposta é levar o público a perceber os momentos em que a história do Brasil mistura-se a de outros países que também estão na maior competição de futebol do planeta, abordando um pouco dessa relação e as origens das camisas que cada seleção usa. A atividade é voltada para maiores de 16 anos.

Os jogos não tecnológicos também têm destaque: futebol de botão, totó, futebol de moeda e futebol Gulliver estão programados.

E tem competição também com direito a prêmios: um campeonato de embaixadinhas e um “chute ao golzinho” vendado também promete envolver o público no espírito lúdico do futebol.

As atividades são gratuitas e não há necessidade de inscrição prévia. O MHN possui estacionamento – respeitando o número de vagas existentes. O Museu Histórico Nacional fica na Praça Marechal Âncora, S/N – Centro do Rio.

 

Junho também é mês de celebrar a Semana Mundial do Meio Ambiente. ????

E no Museu Afro Brasil, o tema é representado na mostra “Um Frans, a natureza”, que reúne esculturas, relevos e fotografias de Krjacberg revelando a revolta de Frans Krjacberg, artista conhecido por dedicar sua vida e obra à defesa da natureza brasileira, contra a destruição do planeta.

Você tem até domingo!

O Museu Afro Brasil está localizado na  Avenida Pedro Álvares Cabral, Portão 10, s/n – Parque Ibirapuera, São Paulo/SP.

De terça a domingo, o público pode conferir, no Museu de Arte do Rio, a exposição “O Rio do Samba: resistência e reinvenção”, que conta a história do samba carioca desde o século XIX até os dias de hoje.

Para fazer essa imersão nesse ritmo tão brasileiro e mundialmente conhecido, o MAR apresenta obras de Candido Portinari, Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Guignard, Ivan Morais, Pierre Verger e Abdias do Nascimento; fotografias de Marcel Gautherot, Walter Firmo, Evandro Teixeira, Bruno Veiga e Wilton Montenegro; gravuras de Debret e Lasar Segall; parangolés de Hélio Oiticica; e uma instalação de Carlos Vergara desenvolvida com restos de fantasias. O prato de porcelana tocado por João da Baiana e joias originais de Carmem Miranda também são algumas das raridades em exibição.

A mostra também apresenta instrumentos do candomblé que se confundem com os do samba, manifestações como o jongo e a congada. Entre os destaques, há as estátuas dos “Escravos de ganho” (que vendiam miudezas de seus donos, de mingaus a ervas), gravuras de Debret, cadeiras da congada e outros elementos.

Durante todo o percurso, o público poderá conferir detalhes da história do samba, como, por exemplo, objetos usados pelos negros na lavoura, como o pão de açúcar, utilizado para carregar o produto e que, por seu formato, deu origem ao nome que inspirou o nome ao ponto turístico do Rio.

Os organizadores estimam que cerca de 800 peças formam o panorama dedicado ao samba carioca, elevado à categoria de Patrimônio Nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2007.  Três pavimentos estão inteiramente cobertos, do piso ao teto, pelas joias da mostra.

Você não pode perder! “o Rio do samba: resistência e reinvenção” está em cartaz no Museu de Arte do Rio, localizado na Praça Mauá, 5 – Centro da cidade do Rio de Janeiro/RJ, de terça a domingo, das 10h às 17h.

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