O Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) preparou uma programação especial com diversas atividades que ajudam a enfatizar a importância da Semana Nacional de Museus. Ao longo da semana, o público pode participar de diversas ações educativas, a exemplo de oficinas interativas, palestras, visitas guiadas e observação do sol.

Além disso, o MAST marca presença na  11ª edição do Turismo Cultural no Bairro Imperial de São Cristóvão, que vai reunir oito instituições e museus da região num verdadeiro circuito científico-cultural para todas as idades. A iniciativa fecha a 17ª Semana Nacional de Museus nos dias 18 e 19 de maio, oferecendo um roteiro de atividades gratuitas, com dezenas de atrações aos visitantes, entre oficinas e aparatos científicos, atividades de observação do Sol e do céu noturno com telescópios e luneta e visitas mediadas. Instituições convidadas irão se instalar no campus do MAST com atividades especiais para o público.

Confira a programação completa do MAST para a Semana Nacional de Museus.

Anualmente, a Semana Nacional acontece em comemoração ao Dia Internacional de Museus (18 de maio), quando instituições de todo o país promovem atividades em torno de um mesmo tema, e tem como objetivos valorizar os museus brasileiros e intensificar suas relações com a sociedade.

Fonte: MAST

O Museu da Inconfidência, em Ouro Preto/MG, preparou uma atividade especial nesta Semana Nacional de Museus: a Oficina de bordado “Não me Kahlo”.

O público poderá conferir participar ativamente.  O objetivo da oficina é propor, criar e bordar novas falas possíveis a personalidades femininas que, através de sua arte e de suas ideias, tiveram relevância na história social.

Tudo isso dentro do contexto de que ao longo da história da cultura, muitas vezes as mulheres foram silenciadas pela estrutura patriarcal. Outras vezes, ficaram à margem do trabalho e da fama de seus companheiros.

Então, que tal dar “voz” a esse tema importante?! A partir do tema do livro “Pequeno guia de incríveis mulheres artistas que sempre foram consideradas menos importantes que seus maridos” (Editora Urutau/2018), as participantes vão fazer intervenções em fotografias impressas em tecido, conjugando imagem, discurso e bordado.

Saiba mais:
▪Ministrante: Christine Ferreira Azzi
▪Público-alvo: A partir de 16 anos (é necessário ter noções de bordado).
▪Data: 18 de maio de 2019, 9h às 17h.
▪Local: Setor Educativo do Museu da Inconfidência, Casa do Pilar, Rua do Pilar, 76, Ouro Preto.

Inscrições gratuitas e limitadas através do email educativodomuseu@gmail.com ou do telefone 3551-1378.

Já imaginou ir a uma exposição na qual as obras te veem antes mesmo de que você possa vê-las?

Em “Das tripas coração”, exposição individual da artista visual Katia Wille em parceria com a Microsoft, na Galeria do Lago do Museu da República, máquinas cognitivas são responsáveis por promover a interação responsiva das obras aos estímulos visuais, faciais e sonoros dos visitantes.

O conceito de máquinas cognitivas integradas a ambiente, criado pela Microsoft com a artista, etá sendo mostrado primeira vez em uma exposição de arte no Brasil.

A exposição conta com três obras e cada uma delas traz uma experiência diferente ao espectador. A primeira interage por meio de análise de aproximação e se movimenta conforme o deslocamento do público, a segunda faz movimentações diferentes com base nos sentimentos e expressões faciais das pessoas, e a última reage por meio de interação por voz, se movimentando com base nas respostas dadas pelo visitante a perguntas feitas pela obra.

A curadoria é de Isabel Sanson Portella, coordenadora e curadora da Galeria do Lago, e a exposição fica até 19 de maio na Galeria do Lago. A entrada é gratuita!

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Fonte: Museu da República

Nesta terça-feira, 7 de maio, a partir das 19h, o Museu Afro Brasil convida para a abertura da exposição “Aberto pela Aduana”, a primeira expo individual do fotógrafo mineiro Eustáquio Neves em São Paulo desde 2015.

Com uma produção que transita entre a fotografia, as artes gráficas e a pintura, Eustáquio Neves possui um método singular para a edificação de suas obras, de modo não subordinado aos cânones vigentes ao longo da história da fotografia.

A potência poética e política do seu fazer artístico podem ser observados nas relações não convencionais que traça ao utilizar uma refinada linguagem fotográfica contemporânea e relacioná-la a trajetória da população negra no Brasil.

 

A Semana Nacional de Museus chega à sua 17ª edição. Integrando o evento com uma lista de atividades gratuitas, o Museu do Café oferecerá atrações baseadas no tema “Museus como núcleos culturais: o futuro das tradições” entre os dias 13 e 19 de maio.

13 a 19/05 | 9h às 17h

Painel colaborativo “A tradição do café”

Local: Cafeteria do Museu


14/05 | 15h30

Oficina “Retratos Santistas”

Local: Museu do Café

Inscrições gratuitas: inscricao@museudocafe.org.br


15/05 | 15h30

“Monte seu Museu – Santos e suas lembranças”

Local: Museu do Café

Inscrições gratuitas: inscricao@museudocafe.org.br


18/05 | 15h

Peneira do Saber

Local: Museu do Café

O Museu de Arte do Rio (MAR) apresenta, numa curta temporada, a exposição “Rosana Paulino: A Costura da Memória”. Ao todo, 140 obras produzidas ao longo dos 25 anos de carreira da artista ilustram a exposição, que fica em cartaz até 25 de agosto.

Esculturas, instalações, gravuras, desenhos e outros suportes evidenciam a busca da artista no enfrentamento com questões sociais, destacando o lugar da mulher negra na sociedade brasileira.

Aliás, o público vai mergulhar nesta temática em cada peça apresentada na mostra, selecionadas a partir de trabalho feitos entre 1993 e 2018, onde a artista mostra a sua “voz” de forma única.

Um dos destaques da mostra é a “Parede da Memória”. Realizada quando a artista ainda era estudante, a instalação é composta por 11 fotografias da família Paulino que se repetem ao longo do painel, formando um conjunto de 1.500 peças. As fotos são distribuídas em formatos de “patuás” – pequenas peças usadas como amuletos de proteção por religiões de matriz africana. O mural se transforma em uma denúncia poética sobre a invisibilidade dos negros e negras que não são percebidos como indivíduos. Quando os 1.500 pares de olhos são postos na parede, “encarando” as pessoas, eles deixam de ser ignorados.

A exposição também conta com uma série lúdica de desenhos; a instalação Tecelãs (2003); e Assentamento (2013). Todas essas divisões apresentam nuances claras da formação da artista com esta importante temática.

“Rosana Paulino: A Costura da Memória” fica em cartaz até 25 de agosto no Museu de Arte do Rio, localizado na Praça Mauá, 5 – Centro. Rio de Janeiro/RJ. Lembrando que às terças-feiras, a entrada é gratuita. Aproveite!

Pintado em 1933, a tela Operários, da artista Tarsila do Amaral,  retrata cinquenta e um operários da indústria. Trata-se de um momento histórico marcado pela migração de trabalhadores.

Tarsila imortaliza em seu quadro as feições dos trabalhadores das fábricas, sendo representados por todas as cores e raças. São cinquenta e um rostos, muitos deles sobrepostos, todos sem o corpo registrado. Alguns dos rostos são conhecidos do grande público, como, por exemplo, o arquiteto Gregori Warchavchik e a cantora Elsie Houston, outros são conhecidos apenas pela pintora, caso de Benedito Sampaio, o administrador da fazenda da família.

E numa releitura da obra da consagrada Tarsila, a jovem artista plástica Gabi Tores fez uma releitura do quadro, intitulado “Construtores da Ciência”. O Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) inaugurou a obra em junho de 2018, sendo a maior manifestação de arte urbana dedicada exclusivamente à ciência, tecnologia e inovação. Está localizada na rua Lauro Müller, em Botafogo, no Rio de Janeiro.

Fonte: www.culturagenial.com

O  Museu Histórico Nacional (MHN) apresenta, na exposição “Rios do Rio – as águas doces cariocas, ontem e hoje”, a relação dos cariocas com os 267 rios que cortam a cidade do Rio de Janeiro por meio da arte contemporânea e bens culturais históricos, num diálogo inédito.

Entre as obras do núcleo histórico, estão: Bicas d’água dos antigos chafarizes da Carioca e das Marrecas; a pintura do Largo do Depósito, realizada por Almiro Reis em 1901; além de obras originais de Jean-Baptiste Debret e Johann Rugendas.

Do núcleo de arte contemporânea participam 18 artistas e um coletivo, cujos trabalhos apontam para a conscientização sobre a preservação dos rios, utilizando diferentes suportes – instalação, videoescultura, fotografia, filme, pintura e bordado.

Para compor o núcleo histórico da exposição, instituições como Arquivo Geral da Cidade, Fundação Biblioteca Nacional, Fundação Casa de Rui Barbosa, Museu da Chácara do Céu/Museus Castro Maya, Museu Histórico da Cidade do RJ, Museu da Marinha e Museu Histórico Nacional emprestaram obras que têm o tema das águas doces e dos rios como destaque.

Até o dia 30 de abril, a Galeria de Arte do TBV apresenta uma mostra trazendo 60 fotos de 10 renomados fotógrafos, que retratam o espaço urbano da capital, seus monumentos, sua natureza, sua arquitetura, seu céu, sua gente e detalhes encantadores da vida e do cotidiano da cidade.

Os retratos contam com o olhar de Carlos Barcellos, Glauco Castro, Gisele Porcaro, João Barbosa (Joca), Márcio Sores, Mariana Almada, Mariana Raphael, Paulo Stein, Sandra Bethlem e Solange Rocha, associados do Candango Fotoclube, associação fundada em 2006 com o objetivo de difundir a arte fotográfica promovendo a integração e a participação de fotógrafos amadores e profissionais que se dedicam à fotografia de forma independente.

Considerada, desde 1987, Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela Unesco por conta de seu conjunto arquitetônico e urbanístico, a capital brasileira é a única cidade do mundo construída no século 20 a receber essa honraria. No último dia 21 de abril comemorou 59 anos e celebra a data com esta exposição fotográfica na Galeria de Arte do Templo da Boa Vontade (TBV).

A exposição promovida pelo Candango Fotoclube pode ser visitada até o dia 30 de abril e faz parte de uma série de eventos comemorativos aos 30 anos do TBV, que foi inaugurado em 21 de outubro de 1989.

Serviço

Exposição coletiva em homenagem ao aniversário de Brasília
Data: 1 a 30 de abril
Visitação: todos os dias, inclusive sábados, domingo e feriados, das 8 às 20 horas.
Local: Galeria de Arte do Templo da Boa Vontade.
Entrada Franca
Classificação livre
Realização: Candango Fotoclube
Informações:(61) 3114-1070

No dia 25 abril, o Museu da República promoverá o Cineclube Silvio Tendler e traz o documentário “Militares da Democracia: os militares que disseram não”, de Silvio Tendler, em ocasião dos 55 anos do golpe civil-militar-empresarial e dos consequentes movimentos de defesa pela Constituição e pela legalidade.

O filme resgata, por meio de depoimentos e registros de arquivos, as memórias repudiadas, sufocadas e despercebidas dos militares perseguidos, cassados, torturados e mortos, por defenderem a ordem constitucional e uma sociedade livre e democrática.

A entrada é gratuita! O Cineclube conta com debates sobre as obras apresentadas.

Militares da Democracia: os militares que disseram não
Direção: Silvio Tendler
Ano: 2014
Duração: 88min

Até o dia 28 de abril, você pode conferir de perto a exposição “O Rio do samba: resistência e reinvenção”, que ocupa espaço principal no terceiro andar, área dedicada a investigar e contar a história do Rio de Janeiro. Cerca de 800 itens foram reunidos para explorar os aspectos sociais, culturais e políticos do mais brasileiro dos ritmos.

É uma verdadeira viagem no tempo para contar — de forma interativa — a história do samba carioca desde o século XIX até os dias de hoje. O MAR reuniu obras de Candido Portinari, Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Guignard, Ivan Morais, Pierre Verger e Abdias do Nascimento; fotografias de Marcel Gautherot, Walter Firmo, Evandro Teixeira, Bruno Veiga e Wilton Montenegro; gravuras de Debret e Lasar Segall; parangolés de Helio Oiticica, e uma instalação de Carlos Vergara desenvolvida com restos de fantasias. O prato de porcelana tocado por João da Baiana e joias originais de Carmem Miranda são algumas das raridades em exibição.

Da entrada do museu a parte final da exposição, o visitante é convidado a transitar por momentos marcantes do samba, conhecendo e reconhecendo personagens marcantes dessa história, desse ritmo tão envolvente e cultural.

A mostra é dividida em três momentos: “Da herança africana ao Rio negro”; “Da Praça XI às zonas de contato” e “O Samba Carioca, um patrimônio”. A exposição termina com o retorno das rodas para os quintais.

É mágico e enriquecedor! “O Rio do samba: resistência e reinvenção” fica em cartaz no Museu de Arte do Rio (Praça Mauá, 5, Centro, Rio de Janeiro/RJ) até 28 de abril. Toda terça-feira a entrada é gratuita. Informações: (21) 3031 2741.

Museu é Arte!

No dia 25 de abril, às 19h, o Museu de Arte Religiosa e Tradicional, em Cabo Frio/RJ, convida o público para o Música no Convento, com Arthur Priolli e Banda VI.

O show é uma mostra de vários estilos da música popular brasileira, com uma sonoridade bem diferenciada pelos arranjos da Banda, do timbre da cantora Evelin Ventura, da gaita de Arthur Priolli e do violão de Gustavo de Souza. Além da convidada especial Daniela Souza, no cavaquinho.

Astronomia no Museu

Esse mês também tem Astronomia no MART. No dia 26 de abril, ocorre a 1ª Conferência sobre Planetas Extra-Solares e Novas Terras do Estado do Rio de Janeiro com diversas palestras. Dá só uma olhadinha na programação:

Às 10h: Palestra: “Homens e Máquinas na exploração de novos mundos e além”, com Marcelo Fernandes. Rede Rio Astronomia.Aberta ao Público.

Às 11h: Observação Solar com telescópios. Equipe Rede Rio Astronomia. Aberta ao público.

Às 14h: Palestra: “A importância da divulgação da Astronomia para o avanço da ciência”, com o Prof. Alexandre Peixoto do Carmo (Dr. em Física, IFF Cabo Frio). Público: Alunos, professores e entusiastas de ciências.

Às 15h: Palestra: “O olhar curvo do espaço – O que aprendemos do eclipse de Sobral de 1919”, com Vladimir Jearim P. Suarez (Astrônomo do Mast, Museu de Astronomia e Ciência Afins/RJ). Público: Alunos, professores e entusiastas de ciências.

Às 16h: Observação solar com telescópios. Equipe Rede Rio Astronomia.

Às 17h: Oficina para professores: “O Relógio de sol”, com o Astrônomo Vladimir Jearim P. Suarez (Astrônomo do Mast/RJ). Público: Professores da rede municipal de educação.

Exposição de longa permanência

Você pode aproveitar para conferir a exposição permanente de arte sacra dos séculos XVII e XVIII e peças de mobiliário. Além disso, pode conferir todos os detalhes do prédio, datado de 1686, tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Para dúvidas sobre os dois eventos, ligue (22) 2646-7340. Não perca! O Museu de Arte Religiosa e Tradicional fica no Largo de Santo Antônio, s/nº, em Cabo Frio (RJ) e está aberto ao público de terça-feira a sexta-feira, das 10h às 17h, e sábados e feriados, das 14h às 18h.

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