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O museu do instituto, Galdino Bicho, traz verdadeiros testemunhos históricos, com aramas, objetos bélicos do exército, peças coloniais e pré-históricas. No museu são realizadas exposições de vários objetos, muitos deles doados pelo artista sergipano. Aliás, o nome do museu é uma homenagem ao mesmo Galdino Guttman Bicho (1885-1955).

Na foto ao lado, a urna funerária, de cerâmica aratu, proveniente da missão de Japaratuba recolhida pelo Dr. Fernando Porto e Garcia Moreno.

Em mais de cem anos de história, o Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe —  carinhosamente chamado de ‘A casa de Sergipe’ — apresenta um acervo de cerca de 50 mil volumes entre livros e periódicos, sendo a maior parte com a história de Sergipe e composto em sua maior parte por doações. O instituto também é composto por jornais do século 19 e 20, sendo em sua maioria digitalizada e disponível no sistema da instituição.

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