É possível prever o futuro? Algumas pessoas dizem que sim e outras não acreditam.

De fato, é uma discussão ainda aberta.

Partindo deste conceito de pensar o amanhã, o Conhecendo Museus foi até a cidade do Rio de Janeiro explorar um ambiente cheio de novas ideias, rumo ao futuro, que está aberto à mudança: o Museu do Amanhã!

O Museu do Amanhã apresenta ao público um conceito de transformação do futuro a partir de ações construídas no presente, no agora. É um convite a pensar e a refletir como queremos viver o mundo e como queremos viver uns com os outros. Fascinante, não é mesmo?!

Mas mais fascinante ainda é viajar conosco nesta aventura.

O percurso da Exposição Principal simboliza este convite. O público percorre uma narrativa multimídia estruturada em cinco grandes momentos: Cosmos, Terra, Antropoceno, Amanhãs e Nós, cada um questionando grandes perguntas que a humanidade sempre se fez: De onde viemos? Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos? Como queremos ir?

É um museu de sensações, de percepções, de pensar, de interagir com tudo o que está ali. A linguagem apresentada pelo Museu do Amanhã fala com todas as idades, atraindo, principalmente, os mais jovens e famílias a este espaço de cultura e de entretenimento.

Localizado em um ambiente de extrema importância para a cidade do Rio de Janeiro, o Museu do Amanhã — inaugurado em 2015 — revitalizou a área portuária (antes um local pouco frequentado) e tornou-se mais um ponto turístico da Cidade Maravilhosa atraindo mais de 2 milhões de visitantes não só pela sua arquitetura moderna, mas pelo o que apresenta de conceito.

Seguindo uma tendência internacional dos museus de oferecer cada vez mais uma experiência com o público e menos um acervo, o Museu do Amanhã já conquistou o seu espaço e está abrindo novas portas para esta mudança.

O Conhecendo Museus explorou todos os ambientes para mostrar a você as curiosidades das exposições e sobre a história do Museu do Amanhã. Você não pode perder esse episódio especial!

Quem visitar a cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, não pode deixar de visitar o Museu do Doce. É uma mistura de história com ativar o paladar para as delícias da culinária.

Construído no fim do século 19, o casarão que abriga o Museu do Doce — criado em 2011 — é um dos símbolos do período mais rico da cidade de Pelotas, quando os charqueadores comandavam a economia da cidade. Após 140 anos de ter sido construído, agora guarda um delicioso acervo.

Dentro da exposição estão utensílios usados pelas fábricas de doces, a história das primeiras lojas que investiram nesses produtos, além de um pouco da arquitetura do município.

O Museu do Doce conta a história das grandes doçarias, e além de um passeio visual, quem visitar o local poderá tocar nas peças. A ideia é que tudo seja acessível a todos. Justamente por isso, o espaço é totalmente acessível para os deficientes visuais, com software de audiodescrição, maquetes táteis, cores com muito contraste. São diversos equipamentos para facilitar a visita de todas as pessoas ao museu.

As peças foram feitas em uma impressora 3D, que possibilita uma riqueza de detalhes a serem sentidos na hora do toque. O projeto é de estudantes do curso de Arquitetura da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). A ideia do museu é ser um laboratório para os estudantes aliarem teoria e prática.

De portas abertas, o espaço vem atraindo o público. Vamos conhecer com a gente?!

 

Você já imaginou visitar um local que reúne a história, os costumes, a arte, a cultura, a culinária, os valores e toda a alegria do povo Nordestino? Este lugar existe e é acessível a todos: estamos falando do Museu do Homem do Nordeste.

Localizado na cidade do Recife/PE, o museu foi fundado em 1979 pelo sociólogo Gilberto Freyre. Este é um museu antropológico, ou seja, ele fala sobre pessoas e tudo o que tem a ver com elas: seus hábitos, religiosidade, produção artística, lutas sociais e festas. Os nove Estados da região estão representados nos seus mais diversos aspectos.

O acervo é riquíssimo. São 15 mil peças de uma herança deixada por três antigos museus: o de antropologia, o de arte popular de Pernambuco e o do açúcar. Lá dentro, as muitas caras que compõem o Nordeste. Mas vale a pena ressaltar que este não é um espaço de obras-primas e objetos raros, em sua maioria as peças podem ser encontradas nas oficinas, ateliês, feiras de artesanato e mercados do Nordeste. Por isso o torna tão especial e valoroso.

Com certeza a identidade brasileira está representada neste museu. Nas paredes, há fotografias, pinturas, esculturas e roupas que dividem espaço com instrumentos musicais, com imagens que ilustram os orixás do Candomblé, o belíssimo Maracatu, o bumba meu boi, o vaqueiro do sertão, etc, lançando no visitante uma imensidão de estímulos, sensações, lembranças, perguntas e respostas e conhecimento.

E toda essa cultura está aberta à visitação do público, de estudantes e professores, com visita monitorada apresentando cada detalhe deste espaço valioso para o país e para o povo nordestino. Além disso, o museu possui um espaço cultural e uma lojinha com produtos artesanais que o público pode levar de lembrança para casa.

Neste programa, o Conhecendo Museus leva você ao Museu do Homem do Nordeste, um espaço cultural rodeado por história, arte, cor e alegria. Vale a pena conhecer.

A ciência é realmente espetacular. Desde a era mais antiga da civilização, o homem já buscava encontrar respostas para muitas perguntas difíceis. E foi com a ciência que muitas coisas tomaram “forma” e entendimento humano. Mas, ainda há muito o que ser descoberto.

E promover um espaço de conhecimento, experimentação e pesquisa são os objetivos do Museu Exploratório de Ciências, localizado dentro da Universidade de Campinas. Lá, o público é provocado a pensar e a interagir com as exposições permanentes e itinerantes. É um local para pensar e agir.

E o Conhecendo Museus foi lá para conhecer tudo o que o museu tem a oferecer ao público, principalmente estudantes que se formarão cientistas e descobrir mais e mais. Porém, o museu é aberto para todos.

O Museu começa logo na área externa, na Praça “Tempo e Espaço”, que abriga uma exposição permanente convidando o público a interagir com os recursos usados pelo homem para medir o tempo e o espaço. Ali mesmo, você pode experimentar calcular o tempo com todos os recursos disponíveis, a exemplo de um relógio do tipo equatorial.

Além disso, o museu torna o tema ciência muito mais próximo do público do que você imagina: na Oficina Desafio, os estudantes são estimulados a desenvolverem soluções criativas para problemas reais, utilizando conceitos aprendidos na escola e no cotidiano. Uma oficina ambulante, instalada em um caminhão equipado com diversas ferramentas e materiais. Os desafios são sempre problemas em abertos, que permitem múltiplas soluções.

Para gerar todo esse conhecimento e participação, o museu realiza diversas outras oficinas educativas e também parcerias com outros espaços culturais. Tudo isso para fomentar a ideia do saber e de que todo mundo pode ser um grande cientista!

Vem saber mais sobre o Museu Exploratório de Ciências junto com a gente acompanhando este programa especial!

 

Que tal conhecer de perto uma parte da nossa história contatada através da música e da imagem? É isso mesmo! O Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro preserva e guarda a memória cultura brasileira nessas duas ênfases. Foi inaugurado em 1965 e é considerado o primeiro museu audiovisual do Brasil.

Além de preservar importantes coleções que atendem aos interesses de um público pesquisador amplo e diversificado, o prédio da Praça XV, tombado em 1989, é em si mesmo uma das mais belas peças de sua coleção, constituindo um exemplar histórico raro dos pavilhões construídos para abrigar a Exposição do Centenário da Independência do Brasil, realizada em 1922.

Além desse prédio da Praça XV, o MIS começou a ocupar, nesse mesmo ano, um outro edifício, localizado no bairro da Lapa. Essa sede é atualmente ocupada por setores administrativos do MIS e abriga parte do acervo disponível à pesquisa.

Atualmente, o Museu conta com um acervo de cerca de 1.100 depoimentos com, aproximadamente, quatro mil horas de gravação abrangendo os mais diversos segmentos da cultura. O MIS não se restringe à guarda de objetos remanescentes do passado, mas está em dia com o presente e voltado para o futuro. Registra e preserva a memória, fazendo uso de tecnologias disponíveis em cada época.

São 30 coleções que reúnem 304.845 documentos nos mais variados suportes. São 93 mil fotografias, incluindo 1700 negativos em vidro e 26 mil estereoscópicas, de grande valor histórico, algumas raras; uma discoteca de quase 60 mil discos entre, LPs, compactos e 78 RPM, das diversas coleções, incluindo cerca de 18 mil discos da Rádio Nacional, reunindo músicas, novelas e scripts de programas que marcaram época. A maioria das coleções chegou ao MIS por meio de doação, e algumas foram adquiridas no momento de sua fundação.

Além do acervo documental, o MIS possui uma reserva técnica, onde estão guardados os objetos tridimensionais das diferentes coleções, e uma Biblioteca com cerca de 9 mil títulos entre livros, catálogos, revistas e teses.  Na reserva técnica encontramos preciosidades como o saxofone de Abel Ferreira, o piano de Ernesto Nazaré, indumentárias de Elizeth Cardoso, o bandolim do Jacob, entre outros.

E é este cenário desbravador que o Conhecendo Museus vai mostrar a você neste episódio especial do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.

Acordar cedo e ter um pão quentinho, fresco, não tem preço, não é mesmo?! O consumo deste alimento está presente diariamente na mesa dos brasileiros, em especial nas regiões sudeste e sul, de acordo com pesquisa do site Eu Amo Padaria: em São Paulo e na capital do estado, chega a 45 kg/ano e, no Sul, fica em 42 kg. Já no resto do país, essa média gira em torno de 33,5 kg/ano.

E a pequena cidade de Ilópolis, distante 189 km da cidade de Porto Alegre/RS, abriga o Museu do Pão. Isso mesmo! E o Conhecendo Museus foi até lá para mostrar este local que resgata a memória da cultura do pão trazida por imigrantes italianos e que está presente em nosso dia a dia.

Para conhecer essa história, o Museu do Pão expõe uma pequena coleção de objetos utilizados pelos imigrantes italianos do Vale do Taquari, que refaz a trajetória da produção do alimento “do grão ao prato”. Para ilustrar ainda mais, uma linha do tempo resume 14000 anos da presença do pão na história da humanidade. Em um auditório, são projetados documentários, filmes e palestras com temas ligados ao pão e à imigração italiana, entre outros.

Com um projeto arquitetônico contemporâneo, o museu também abriga uma oficina de panificação e o Moinho Colognese, ponto de partida para a implantação do Caminho dos Moinhos. Além de conhecer a história desse alimento, as pessoas que visitam o local podem confraternizar numa acolhedora bodega, que se transformou em um novo ponto de lazer e convivência para moradores e visitantes.

E um dos grandes destaques fica por conta da oficina de panificação, que resgata a culinária tradicional na formação e na capacitação de jovens para o exercício da profissão da Arte Branca. Ali são ministrados diversos tipos de cursos de panificação e confeitaria para crianças, jovens universitários e moradores da região.

Venha com o Conhecendo Museus descobrir esse fascinante universo culinário!

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