EXTRAS

A BICA

a bicaEm A Bica, o artista baiano Marepe retrata a difícil situação no recôncavo baiano e de tantos outros destinos do Norte e Nordeste do país com a falta de água. Ao mesmo tempo em que é retratado um problema natural da seca na região, ao anexar um instrumento de coleta de água no telhado em busca da água da chuva, o artista traduz as incertezas e anuncia soluções para a escassez da água.

Em suas obras, Marepe busca fazer alusão aos temas moradia e estratégias de sobrevivência, a exemplo de obras como a série de Embutidos (1999) e O telhado (1998).

A Bica está exposta ao ar livre no Museu do Inhotim, localizado na Rua B, 20, Inhotim – Brumadinho/MG. Horário: Terça, Quarta, Quinta e Sexta 9h30 às 16h30. Aos Sábados, Domingos e feriados de 9h30 às 17h30.

Fonte: Museu do Inhotim

CARNÍVORAS

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Carnívoras, 2008 – Adriana Varejão

A artista Adriana Varejão escolheu o azulejo para expor a obra Carnívoras. Ao contrário de diversos pintores que buscam na azulejaria representar acontecimentos históricos, na obra dessa carioca cada azulejo representa uma figura isolada.

Na obra, Adriana escolheu usar as espécies Darlingtonia, Dionaea, Drosera, Heliamphora e Nepenthes, todas plantas carnívoras. Utilizou-se de uma das modalidades mais consagradas da pintura in situ, a pintura de forro.

Carnívoras está exposta no Museu do Inhotim, localizado na Rua B, 20, Inhotim – Brumadinho/MG. Horário: Terça, Quarta, Quinta e Sexta 9h30 às 16h30. Aos Sábados, Domingos e feriados de 9h30 às 17h30.

Fonte: Museu do Inhotim

Museu Histórico Nacional

Criado em agosto de 1922 o Museu Histórico Nacional (MHN) formou o maior acervo sob a guarda do Ministério da Cultura e transformou-se em importante centro gerador de conhecimento. Abrigando o primeiro curso de museologia do país e servindo como ponto de partida para a constituição de importantes museus brasileiros, o MHN passa a ser conhecido internacionalmente na década de 40.MHN_home

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A exposição do Museu inicia-se no térreo, com painéis contando a história do conjunto arquitetônico. Destaque para a monumental escultura equestre de D. Pedro II, de Francisco Manoel Chaves Pinheiro. Há também uma exposição referente aos meios de transporte, Do Móvel ao Automóvel – Transitando pela História, e pinturas sacras cusquenhas, testemunhas da cultura peruana.

No segundo pavimento tem-se acesso à galeria, onde exposições abrangem da pré-história brasileira ao período republicano: acervo tradicional, peças contemporâneas e recursos multimídia auxiliam o visitante na compreensão de nossa história.

MHN 5Destacam-se várias outras exposições, como a Oreretama, reflexo de pesquisas arqueológicas no Brasil que possibilitaram encontrar, identificar e classificar vestígios materiais deixados por essas populações indígenas, sinais e fragmentos da vida ativa dessas sociedades. E, a partir deles, fazer-se uma reconstituição aproximada dos ritos, lendas, artes, comunicação e organização social, entre outros saberes e fazeres dos nossos ancestrais nativos.

A exposição Portugueses no Mundo apresenta a expansão portuguesa a partir das grandes navegações, incluindo a colonização do território brasileiro e as características peculiares da formação econômica, política e social de nosso país.

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A história do Estado Imperial, da sua fundação, em 7 de setembro de 1822, até a Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, está associada a um enorme esforço de construção civilizatória, num quadro de grandes contradições, onde não faltaram contestações ao poder central. Tudo isso pode ser apreciado na exibição A Construção da Nação.

MHN6A partir da Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, inicia-se uma nova fase da História do Brasil. A exposição A Cidadania em Construção – 1889 tem como objetivo a reflexão sobre o processo de construção da cidadania, a partir dos direitos individuais, políticos e sociais. Um painel síntese da História do Brasil, encomendado pelo MHN, abre a exposição.

Há também uma exposição de 3.000 moedas, especialmente selecionadas ao longo de três anos de pesquisa, no rico universo da coleção de numismática do Museu Histórico Nacional, que contam a trajetória do Homem no mundo a partir desses pequenos objetos, verdadeiras fontes de informação sobre os povos que os utilizaram, propiciando uma abordagem política, econômica, histórica, social e cultural.

MHN 2A Biblioteca do MHN oferece ao público, tanto para pesquisa on line como para consulta aos originais, um acervo de mais de 56 mil itens, datando entre os séculos XVI e XXI. São livros, folhetos, periódicos e materiais especiais, que abrangem temas como Arte, Numismática, Indumentária, História do Brasil, História do Rio de Janeiro, História de Portugal, Heráldica, Genealogia, Gastronomia e Museologia. A Biblioteca contou com significativas doações de grandes coleções particulares, que pertenceram a personalidades importantes no contexto histórico e cultural do país passa formação deste acervo.

O Conhecendo Museus, neste episódio, apresentará a riqueza histórica brasileira e da América do Sul, constante no acervo do Museu Histórico Nacional. Desde a colonização portuguesa até a popularização do automóvel, o MHN abre suas portas para demonstrar aspectos da nossa diversidade cultural e a influência que ela exerceu sobre nossa sociedade.

Instituto Inhotim

O Instituto Inhotim, em Brumadinho (BH), foi idealizado pelo empresário Bernardo Paz em meados da década de 1980. A propriedade particular foi se transformando com o tempo. Começava a nascer um grande espaço cultural, com a construção das primeiras edificações destinadas a receber obras de arte contemporânea. Ganhava vida também o rico acervo botânico, consolidado a partir de 2005 com o resgate e a introdução de coleções botânicas de diferentes partes do Brasil e com foco nas espécies nativas.INHOTIM_home

INHOTIM 4Em permanente expansão, o acervo vem sendo formado desde fins dos anos 1990 e possui hoje relevância mundial, reunindo obras realizadas por algumas das vozes artísticas mais potentes da atualidade. Compreende cerca de 500 obras de mais de 100 artistas de 30 diferentes nacionalidades. Com foco na arte contemporânea produzida a partir dos anos 1960 até os nossos dias, o acervo abrange escultura, instalação, pintura, desenho, fotografia, filme e vídeo.

Um dos objetivos do museu é trabalhar com artistas de diversos contextos culturais para criar a única coleção de arte contemporânea verdadeiramente internacional com acesso ao público no Brasil.

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O Inhotim busca identificar obras singulares para incorporar à coleção, criando construções para exibi-las de forma permanente, e tem colecionado em profundidade artistas das novas gerações, reunindo conjuntos significativos de suas obras.

Os jardins do Instituto é um espetáculo a parte, onde estão instaladas obras de consagrados artistas da contemporaneidade, são reconhecidos pela sua beleza singular e pela disposição paisagística do seu acervo botânico.

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Nesse contexto de rara beleza, são realizados estudos florísticos, catalogação de novas espécies botânicas, ações de educação ambiental e uso paisagístico de espécies como forma de sensibilização popular pela preservação da biodiversidade.

INHOTIM 2Os principais objetivos do Jardim Botânico Inhotim são manter, propagar e propiciar estudos com o maior número possível de espécies botânicas, com ênfase em espécies ameaçadas, conservando recursos genéticos e dispondo tais espécies paisagisticamente, como forma de divulgar e sensibilizar sobre a importância da biodiversidade vegetal para a sobrevivência humana.

O episódio do Conhecendo Museus sobre o Instituto Inhotim apresenta um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil, conhecido como o maior centro de arte ao ar livre da América Latina.