O Museu do Diamante apresenta até o dia 28 de setembro a exposição “Bonecas que contam histórias”.

Por meio de bonecas que representam o cotidiano e a religiosidade de matriz afrodescendente (orixás), a mostra retrata a história das Abayomi, um povo que mesmo aprisionado/escravizado traz em si a resistência somada às suas crenças e valores, levando ao público uma reflexão histórica.

As bonecas são produzidas sem rosto e os corpos não são padronizados para manter a característica das Abayomi, que eram feitas da barra das roupas das africanas trazidas como escravas.

Os autores da mostra, Calebe Silva Ribeiro e Mariana Miranda, motivados por essa característica de luta em prol da resistência contra a violência de gênero, contra o racismo e contra a intolerância religiosa desenvolveram a exposição.

O Museu do Diamante está localizado na cidade mineira de Diamantina, na R. Direita, 14 – Centro. Está aberto de terça a domingo.

 

Até o dia 29 de setembro, o Museu Afro Brasil, em São Paulo/SP, apresenta a exposição temporária “A cidade da Bahia, das baianas e dos baianos também”, que homenageia a cidade da Bahia, suas personagens e imaginário.

A mostra é composta pelo modernismo baiano, representado por uma robusta seleção de telas de Carlos Bastos (1925 – 2004), tapeçarias de Genaro Antônio Dantas de Carvalho (Salvador, Bahia, 1926 – 1971), esculturas em ferro ou “ferramentas de santo”, ligadas à religiosidade afro-brasileira, de José Adário dos Santos (1947), esculturas e gravuras de Rubem Valentim (1922 – 1991), além de jóias de Waldeloir Rego (1930 – 2001).

Carmen Miranda, a “pequena notável” que celebrizou a figura da baiana mundo afora, é também homenageada com a exibição de fotografias de revistas, iconografia em porcelana esmaltada, além de um vestido original. A seção inclui ainda fotografias de outras baianas ilustres como Marta Rocha (1936), Miss Brasil em 1964, e Helena Ignez, musa do Cinema Novo.

Fotografias e pinturas de personalidades baianas do século XX como o escritor Jorge Amado (1912 – 2001), o compositor Dorival Caymmi, aqui homenageado em painel da artista Regina Silveira, Mãe Menininha do Gantois (1894 – 1986), entre outros, se somam aos bustos em gesso patinado dos alfaiates João de Deus do Nascimento e Luiz Gonzaga das Virgens, e dos soldados Lucas Dantas Amorim Torres e Manoel Faustino dos Santos Lira, realizadas em 2004 pelo artista Herbert Magalhães.

O Museu Afro Brasil está localizado está localizado na Avenida Pedro Álvares Cabral – Parque Ibirapuera (Portão 10).

Fonte: Museu Afro Brasil

 

Está chegando! De 23 a 29 de setembro acontece a 13ª Primavera dos Museus, temporada cultural promovida pelo Ibram.

Com o tema “Museus por dentro, por dentro dos museus”, nessa edição, museus de todo o país oferecem ao público atividades especiais, como visitas mediadas, palestras, oficinas, exibição de filmes e muito mais.

Para fomentar a divulgação dos museus no âmbito da Primavera, o Ibram preparou diversos materiais virtuais e dicas de como usá-los. Essa iniciativa permite que as instituições museológicas alcancem um número maior de público de forma mais sustentável e dinâmica.

Para fomentar a divulgação dos museus no âmbito da Primavera, o Instituto Brasileiro de Museus preparou diversos materiais virtuais e dicas de como usá-los. Essa iniciativa permite que as instituições museológicas alcancem um número maior de público de forma mais sustentável e dinâmica.

Acesse a página http://eventos.museus.gov.br/ para encontrar detalhamentos sobre a aplicação das peças gráficas disponíveis.

Fonte: museus.gov.br

 

Como alimentar, na década de 2050, uma população de 10 bilhões de pessoas com qualidade nutricional, diversidade de produção e sustentabilidade?

Esse é o questionamento levantado pela mais nova exposição do Museu do Amanhã, “Pratodomundo — Comida para 10 bilhões”.

Até o dia 20 de outubro, o público poderá conferir, no espaço de exposições temporárias, esta mostra, que tem o objetivo de levar o público a conhecer e refletir sobre possíveis soluções para um futuro próximo, como o cultivo em regiões pouco exploradas (tundra, oceanos e desertos), além do consumo de alimentos não-convencionais como algas, insetos e plantas.

Programe-se! Você pode comprar o ingresso para o Museu do Amanhã online. O horário de funcionamento é de terça a domingo, das 10h às 18h. Endereço: Praça Mauá, 1 – Centro, Rio de Janeiro – RJ.

No dia 7 de setembro, sábado, acontece a 3ª edição do Museu do Ipiranga em Festa. São mais de 10 horas com uma programação pra lá de especial para todas as idades, a família e os amigos aproveitarem a comemoração dos 197 anos da Independência do Brasil e mais uma etapa da renovação do Museu do Ipiranga.

As atrações trazem diversas vozes que representam a multiplicidade cultural brasileira, de cirandas a orquestras, com cortejos, poesia e muito mais. Com muita acessibilidade e para todas as idades, o evento vai integrar a todos.

Lembrando que o Museu ainda está fechado para visitação. Veja como está a fase de reforma:

PRÓXIMOS PASSOS

2019

Outubro/Novembro – Início das obras
Setembro – Anúncio da Construtora ganhadora

2020

Obras de Restauro e Ampliação

2021

Reimplantação do Museu e montagem das exposições
Obras de Restauro e Ampliação

2022

Setembro – Celebrações do Bicentenário da Independência e reabertura do Museu do Ipiranga

MUSEU DO IPIRANGA: Rua dos Patriotas, 100 – Ipiranga, São Paulo – SP.

 

 

A artista gaúcha Marilice Corono ganha destaque no Museu Nacional de Belas Artes com a exposição “Entre o acervo e o estúdio”, até o dia 1º de dezembro de 2019.

De acordo com a artista, a seleção das 32 obras que integram a exposição foi determinada pelo estudo dos gêneros, pelo caráter autorreferencial da maior parte das imagens, pela qualidade que apresentam e por aspectos afetivos e pessoais.

Destaque para a obra “Iniciação a Pintura” (1976) de um dos pioneiros da restauração no país, Edson Motta, professor de teoria, técnica e conservação da pintura na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) entre os anos de 1945 e 1980 e autor de livros essenciais para a formação da artista.

O Museu Nacional de Belas Artes está localizado na Av. Rio Branco, 199 – Centro, Rio de Janeiro/RJ.

Até o dia 17 de novembro, o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp) apresenta ao público, a exposição “História das mulheres: artistas até 1900”, e recebe a colaboração do Museu Histórico Nacional.

A mostra tem o objetivo de reposicionar obras de artistas que trabalharam até o fim do século 19 e discutir a diferença de valor entre o universo masculino e o feminino e também entre arte e artesanato. São 60 pinturas, 2 desenhos e 34 tecidos de diferentes épocas e origens, e apresenta perspectivas mais amplas e mais plurais. Embora não se conheça o nome das artistas têxteis, todas as peças expostas foram produzidas por mulheres.

O Museu Histórico Nacional participa da exposição com o óleo sobre tela “Soldado do Primeiro Batalhão de Infantaria do Exército”, pintado por Maria Emília Campos em 1895. De acordo com o Museu, pouco se sabe sobre a tela e a sua autora, entretanto a unidade museológica possui outros trabalhos da artista no acervo. Ambos realizados no ano de 1895 retratam soldados fardados no período republicano.

O MASP está localizado na Av. Paulista, 1578 – Bela Vista, São Paulo – SP.

Fonte: museus.gov.br

 

Nos últimos dias, o Estado do Amazonas ganhou grande destaque na mídia brasileira e na imprensa internacional por conta das queimadas na maior floresta tropical do mundo e fez renascer a importância, de todos os dias, preservarmos esse espaço sagrado e também repensarmos nossas práticas de cuidado com o planeta, a nossa Casa.

Em nossas andanças pelo Brasil, a equipe do Conhecendo Museus visitou centenas de espaços culturais que contam e guardam a nossa história.

Somente neste estado maravilhoso, visitamos seis museus. São eles: Museu da Imagem e do Som do Amazonas, Museu do Homem do Norte, Palacete Provincial de Manaus – Museu de Numismática Bernardo Ramos, Palacete Provincial de Manaus – Museu Tiradentes, Palacete Provincial de Manaus – Museu de Arqueologia, Museu Amazônico e Pinacoteca do Estado do Amazonas.

Para não perdermos essa essência de olhar para a Amazônia com todo o amor do mundo, convidamos você a “viajar” com a gente em alguns desses museus assistindo a esses episódios especiais. Veja quanta riqueza — além da fauna e da flora — temos por lá e que também precisam ser preservadas.

PALACETE PROVINCIAL

Restaurado entre 2007 e 2009, o Palacete Provincial abriga o Museu de Numismática, o Museu da Imagem e do Som do Amazonas, a Pinacoteca do Estado, o Museu de Arqueologia, o Museu Tiradentes e o Ateliê de Restauro de Obras de Arte.

MUSEU AMAZÔNICO e PINACOTECA DO AMAZONAS

Na nossa visita ao Museu Amazônico vamos conhecer mais sobre a história deste riquíssimo Estado brasileiro e suas belezas naturais e de seu povo. Localizado no Centro Histórico da cidade de Manaus, o museu foi criado em 1975, implementado em 1989 e inaugurado em 1991, e atua na pesquisa e resgate da história. É um órgão público suplementar da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), e atua no apoio à pesquisa, ao ensino e à extensão em áreas fundamentais para o conhecimento da Amazônia e de suas culturas.

MUSEU DO HOMEM DO NORTE

Mais de duas mil peças retratam as inúmeras peculiaridades do estilo de vida e costumes desse povo culturalmente rico e que tem muito a mostrar, do caboclo ao indígena, retratando aspectos do homem amazônico e a relação com a natureza, cultura e política.

Em nosso canal do Youtube, você confere mais episódios especiais.

Com um acervo com mais de 135 mil peças composta por cédulas e moedas brasileiras e estrangeiras, barras de ouro, pepitas, condecorações, medalhas e artefatos ligados à fabricação do dinheiro, o Museu de Valores é uma excelente opção de visita para quem está na capital federal.

Quem está em busca de conhecer outros pontos turísticos, o Museu proporciona uma viagem no tempo e no espaço. Você poderá conferir a evolução das cédulas e moedas, desde o Brasil Colônia até os dias atuais.

Se você ficou curioso ou curiosa, dá uma olhadinha no programa especial que fizemos por lá. Mas anote na agenda e marque a sua visita e veja tudo de perto!

O Museu do Açude apresenta, até março de 2020, a exposição Scorzelli Megabichos, de Marcos Scorzell. São cerca de 20 instalações inéditas, em chapas de aço, que ficarão expostas ao ar livre, nos jardins do Museu.

Girafas com 3,5m de altura, elefantes e polvos gigantes, além de outros bichos fazem parte da mostra, que também tem o objetivo de estimular o lúdico nas crianças, que poderão fazer sua própria obra de arte, reproduzindo um megabicho em papelão.

Todas as instalações e os múltiplos das obras de arte estarão à venda. A classificação é livre e a entrada gratuita. O museu também oferece estacionamento gratuito.

O Museu do Açude está localizado na Estrada do Açude, 764 – Alto da Boa Vista | Rio de Janeiro – RJ.

Em sua terceira edição, o projeto “Uma Noite no Museu” é sucesso no Museu do Ouro, abrindo as suas portas para estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA), em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Sabará, por meio da realização de visitas mediadas seguidas de dinâmicas educativas. As visitas são mensais e acontecem até o mês de dezembro.

Durante a visita, os alunos podem conferir as peças que mostram o processo e as diferentes técnicas de extração do metal até a sua fundição. Também é possível conferir os variados tipos de minérios encontrados na região, a prensa original para cunhagem do metal, cofres com reproduções de barras e lingotes de ouro entre diversos outros instrumentos utilizados na época.

Fazem parte da mostra do Museu, representações da vida cotidiana mineira, como costumes, crenças e artes populares que podem ser vistas através das esculturas, quadros, oratórios e estandartes usados nas procissões e festas dos antigos escravos. No pátio, estão preservados um relógio de sol e um engenho para a trituração do minério.

E você pode reviver aqui com a gente a visita que fizemos ao Museu do Ouro no nosso programa especial. É só apertar o play!

 

Para comemorar os 130 anos de aniversário de Cora Coralina (20 de agosto), o museu que leva o seu nome revela ao público poemas inéditos. As folhas amareladas guardadas em caixas são do final da década de 1950, quando a escritora voltou de São Paulo para viver em Goiás.

O material inédito encontrado pela equipe está guardado numa sala do museu. É um acervo riquíssimo, repleto de anotações feitas à mão pela poetisa em cadernos. São relatos do dia a dia, receitas e poemas.

Cora só lançou o primeiro livro aos 76 anos. O reconhecimento veio quando Carlos Drummond de Andrade recebeu um livro de presente e escreveu um artigo enaltecendo a obra da poetisa goiana.

Reveja o programa especial que o Conhecendo Museus fez no Museu Casa de Cora Coralina (R. Dom Cândido, 20 – Centro, na cidade de Goiás)

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