O Museu Nacional de Belas Artes comemorou, no dia 13 de janeiro, os seus 82 anos de criação e com um presente especial ao público: a entrada será gratuita até o próximo dia 31.

Neste mês de janeiro, a programação é especial. Veja abaixo:

Na Sala Bernadelli, a exposição “São Francisco na Arte de Mestres Italianos”, apresenta 20 obras da Itália e uma de Nova York (EUA) destacando alterações e permanências na representação do santo ao longo dos séculos. Trata-se de uma oportunidade única de ver pinturas valiosas de autores como Perugino, Guido Reni e Tiziano. A exposição fica em cartaz até 3 de fevereiro.

O público também pode apreciar até 31 de março, a mostra “Fez-se uma galeria com excelentes pinturas”, que celebra os 200 anos da primeira galeria de pintura brasileira, sediada no Museu Nacional, apresentando 45 pinturas do acervo do MNBA representativas daquele momento pioneiro para as artes nacionais e de seu legado.

Também seguem em cartaz as exposições “Três momentos da Pintura de Paisagem no Brasil, que traz uma reflexão sobre um capitulo essencial da evolução da arte brasileira através de 36 obras de arte do acervo do MNBA e de obras da Pinacoteca Barão de Santo Angelo, do Rio Grande do Sul; “Três Gravuristas e o exílio no Brasil: Fayga Ostrower, Axl Leskoschek, Lasar Segall”, com 32 obras originais dos três mestres da gravura que chegaram ao Brasil no século XX, fugindo do nazismo; e “Instantes Múltiplos”, com 67 gravuras de Thereza Miranda.

A programação está especial. Não perca esta oportunidade!

_________________

Fonte: museus.gov.br

O Museu Nacional, no Rio de Janeiro, inaugurou, neste dia 16 de janeiro, a primeira exposição Quando Nem Tudo Era Gelo – Novas Descobertas no Continente Antártico com peças recuperadas após o incêndio ocorrido em setembro do ano passado.

A exposição busca mostrar que a Antártica nem sempre foi como é hoje e já abrigou florestas de coníferas, com fauna e flores exuberantes e clima bem mais ameno. Há réplicas de um mosassauro e de um plesiossauro.

O espaço para esta mostra foi cedido pelo Museu Casa do Moeda do Brasil. Durante os próximos quatro meses os visitantes poderão ver a réplica de um Plesiossauro, réptil marinho que viveu na Antártica há 80 milhões de ano. Além disso, estão lá moluscos, lagostas e vegetais fossilizados, um pedaço de osso de um Pterossauro, um réptil alado, e muitas outras coisas que estão sendo apresentadas para o público pela primeira vez.

A mostra inclui 160 peças do projeto Paleoantar, dedicado a coletar e estudar rochas e fósseis da Antártica. Entre elas, há oito peças que foram resgatadas dos escombros do prédio, além de ossos e réplicas de animais pré-históricos.

Na época, esta exposição estava praticamente pronta e seria aberta um mês depois. Por causa do fogo, somente 5% do acervo da mostra está disponível para o público.

Apesar do incêndio que destruiu o prédio e grande parte de seu rico acervo, o Museu Nacional continua vivo. A exposição aberta ao público mostra a força dele e toda a sua referência em pesquisa da nossa história.

A exposição poderá ser visitada nos próximos quatro meses, de terça-feira a sábado, das 10h as 16h, e no domingo, das 10h às 15h.

____________
Fonte: Agência Brasil

No próximo dia 16 de janeiro, quarta-feira, é dia de Museum Selfie Day!

A ação acontece em todo o mundo para incentivar os visitantes de museus a divulgarem a história, a cultura e as exposições. É uma forma divertida e atual de mostrar, nas redes sociais, o seu museu favorito e incentivar que outras pessoas o visitem.

Portanto, liga a câmera frontal e saia por aí registrando sua visita nos museus brasileiros. Veja uma lista aqui em nosso site!

Use a hastag #MuseumSelfie 

Para quem está com saudades, a reabertura do Museu da Língua Portuguesa está prevista para dezembro de 2019 com novidades. A ideia é torná-lo mais vivo, mais tecnológico e presente na vida das pessoas, principalmente ao destacar — ainda mais — o português falado fora do Brasil.

São mais de 260 milhões de pessoas que falam o idioma pelo mundo. Além de Brasil e Portugal, falam português Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau e Timor-Leste. Em Macau, na China, a língua não é a oficial, mas continua a ter falantes, já que a região também teve colonização portuguesa.

Os recursos tecnológicos vêm para somar tudo isso. O Museu deve contar com paredes táteis e equipamentos de direcionamento sonoro para surpreender os visitantes. Além disso, será possível ver sinais do fogo integrando o acervo, como madeira queimada.

O incêndio que o atingiu em 2015 não destruiu sua memória. Muitos aguardam ansiosos pela reinauguração de um dos espaços mais procurados por quem moram em São Paulo e por turistas.

Muitas novidades chegando por aí!

Está em São Paulo e procurando uma programação especial na cidade? O Museu Afro Brasil preparou uma agenda especial para os próximos dois sábados (12 e 19 de janeiro).

A visita temática especial de férias “Marcelo D’Salete – História negra em quadrinhos” convida o público a refletir sobre uma parte da história negra no Brasil, por meio dos Quadrinhos criados pelo quadrinista, ilustrador e professor Marcelo ‘D Salete.

A atividade é gratuita e para todos os públicos. A visita dura 1h30.

Mas calma que não para por aí:

Nos dias 13, 20 e 27 de janeiro (domingos), às 14h, as visitas para o público espontâneo terão como foco temas relativos aos núcleos que compõem a exposição de longa duração e que abordam a História, Memória e Arte dos brasileiros a partir da perspectiva afro-brasileira.

A atividade é gratuita e dura 1h. Para participar, basta chegar com 15 minutos de antecedência e procurar o setor de acolhimento.

E entre os dias 9 e 30 de janeiro, você também pode participar do Férias no Museu: Brincadeiras do Congo todas as quartas (11h) e sextas-feiras (15h30).  

Voltada principalmente ao público infanto-juvenil, a atividade conta com a participação do educador congolês Wasawulua Daniel, que apresenta histórias e brincadeiras originárias da República Democrática do Congo, ensinando danças e canções em lingala e outras línguas da região. A ação apresenta uma excelente oportunidade para aprender mais sobre a diversidade do continente africano e suas memórias.

E o melhor: é tudo de graça. Para participar, basta chegar com 15 minutos de antecedência ao horário programado e procurar o setor de acolhimento.

Combinado?!

Para saber mais sobre a programação, acesse o site do Museu Afro Brasil

O Museu da Inconfidência terminou o ano de 2018 com chave de ouro abrindo ao público a exposição “A arte figurativa de Tunico dos Telhados”, que retrata as obras do pintor ouropretano Antônio Marcos de Paula, mais conhecido como Tunico de Ouro Preto ou Tunico dos Telhados. A mostra fica em cartaz até 10 de fevereiro.

São vinte obras em acrílica sobre tela que apresentam o olhar do artista também sobre as antigas sacadas das fachadas coloniais, do casario e igrejas de Ouro Preto. São apresentados ainda elementos construtivos da arquitetura colonial pertencentes ao acervo do museu e colecionadores com o objetivo de reproduzir parte da fachada do casario colonial típico de da cidade.

Tunico começou a pintar na infância e adotou os telhados do casario da cidade histórica mineira como principal temática de seu trabalho. O artista mineiro trabalha a arte figurativa em uma visão peculiar sobre os telhados dos casarios de Ouro Preto. Tunico busca inspiração na arquitetura colonial e no estilo barroco típico da Vila Rica do século XVIII, sendo marcante a influência da obra literária “Romanceiro da Inconfidência”, de Cecília Meireles.

“A arte figurativa de Tunico dos Telhados” poderá ser visitada até 10 de fevereiro de 2019. O Museu da Inconfidência funciona de terça a domingo, das 10h às 18h.

O ano começou e muitas mudanças já aconteceram. A nova organização dos órgãos da Presidência da República já estão valendo. A nova Secretaria Especial de Cultura, o Conselho Superior de Cinema e a Ancine já estão abrigadas sob o Ministério da Cidadania. A pasta, criada pela gestão do presidente Jair Bolsonaro, reúne atribuições do antigos ministérios da Cultura, Esportes e Desenvolvimento Social.

Com esta mudança, o setor audiovisual, a política nacional de cultura, a proteção do patrimônio histórico e cultural e a regulação dos direitos autorais, além do desenvolvimento e implementação de políticas e ações de acessibilidade cultural, estão sob a responsabilidade do ministro Osmar Terra.

Museus

Para evitar que outros museus brasileiros sofram o que sofreu o terrível Museu Nacional do Rio de Janeiro com incêndio há 4 meses, o ministro Osmar Terra disse que será feita uma avaliação dos prédios públicos históricos para evitar novas tragédias.

“Sueño de la razón”

A exposição “Sueño de la Razón” ocupa o Museu da Cultura Cearense exibindo obras das oito edições já lançadas da revista homônima à mostra, que há dez anos publica as colaborativas pesquisas de difusão e valorização fotográficas na América do Sul, em reflexões fundamentais sobre a histórica política editorial dos percursos e produção contemporânea da fotografia no continente pelos colaboradores e editores da publicação, Andrea Jösch, Daniel Sosa, Fredi Casco, Julieta Escardó, Luis Weinstein, Mateo Pérez, Nelson Garrido, Pio Figueroa, Roberto Huarcaya e Tiago Santana.

A mostra ficará em cartaz até 3 de fevereiro de 2019. Grátis.


***

“Sobre a cor da sua pele, o retrato na pintura, na fotografia e na fotopintura”

A exposição “Sobre a Cor da sua Pele – O retrato na pintura, na fotografia e na fotopintura”, com curadoria de Rosely Nakagawa, em diversos acervos, leva ao Museu da Cultura Cearense do Centro Dragão do Mar outra ponderação sobre as transformações no retrato. A mostra se alia também às pertinências autorais do Mestre fotopintor cearense Júlio Santos, como incita ao projeto já iniciado da criação no Estado de um Centro dedicado às coleções dessa tipo- logia de artes.

A mostra ficará em cartaz até 3 de fevereiro de 2019. Grátis.


***

“Terra em transe”

Com curadoria de Diógenes Moura, a exposição “Terra em Transe”, em cartaz até março de 2019 no Museu de Arte Contemporânea, reúne 53 autores e fotógrafos brasileiros em apurados “retratos” ou “autorretratos” do País, cujas abordagens referenciam também ao filme de Glau- ber Rocha que dá nome à mostra.

A “Terra em Transe” traz registros do Século XX à atualidade que, ora mostram o contínuo convívio do Brasil com abalos físicos e mentais nacionais, mas que se reequilibra também em focos criativos e de pensamentos originais, como versam nas imagens. A mostra enseja ainda o lançamento pelo premiado curador, escritor, roteirista e editor Diógenes Moura do seu “Livro dos Monólogos (Recuperação para ouvir objetos)”, pela editora Vento Leste.

A mostra ficará em cartaz até 31 de março de 2019. Grátis.

***

“Miragem”

Com uma reveladora seleção de produções cearenses autorais contemporâneas, a partir de uma convocatória, com fotografias em abordagens documentais e experimentais na Multigaleria do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura; e a mostra VENTO SOLAR, organizada por Angela Berlinde nas ambiências externas do Centro Dragão do Mar, reflete sobre o ato de Ver e Acreditar através de mitos, contos e visões por visionários autores, como o artista e pensador espanhol Fontcuberta, a fotógrafa eslovena Vanja Bucan, a artista sul-africa- na Nobukho Nqaba e de Weronika Gsiscka.

A mostra ficará em cartaz até 3 de fevereiro de 2019. Grátis.

O Museu Nacional de Belas Artes inaugurou neste mês de dezembro a exposição “Três momentos da Pintura de Paisagem no Brasil”, que aborda a evolução da prática da paisagem no Brasil.

São 36 obras do acervo do MNBA e da Pinacoteca Barão de Santo Angelo, ligada ao Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que exibem “paisagens puras”, não tendo sido selecionadas paisagens urbanas ou marinhas. Algumas dessas obras não são expostas ao público há décadas.

A mostra é dividida em 3 módulos e percorre um panorama conciso do exercício da pintura de paisagem no Brasil, por artistas brasileiros, estrangeiros radicados no Brasil, ou ao menos, aqui ativos desde meados do século XIX até os anos iniciais do século XX. A partir das décadas de 1920 e 1930, a pintura brasileira enveredaria por novos rumos, poucos favoráveis ao desenvolvimento da paisagem como gênero.

A exposição “Três momentos da Pintura de Paisagem no Brasil” ficam em cartaz até 31 de março de 2019. O público poderá visita-la de terça a sexta, das 10h às 18h e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h. O Museu Nacional de Belas Artes fica na Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia, Rio de Janeiro (RJ).

Fonte: museus.gov.br

Duas novas exposições estão abertas para visitação no MAC. “Riposatevi”, do arquiteto e urbanista Lucio Costa, foi remontada no salão principal do museu, e “Televisão”, do artista Luiz Roque, pode ser vista no mezanino. Em comum, além de estarem estreando no estado do Rio, as mostras, em cartaz até 17 de março, contam com a curadoria de Pablo León de La Barra e Raphael Fonseca.

“Riposatevi” é uma remontagem da instalação que o arquiteto e urbanista Lucio Costa executou na Trienal de Milão de Arquitetura, em 1964, quando o Brasil participou pela primeira vez.

A instalação, aberta após o golpe militar de 1964 e quatro anos depois de Brasília ser inaugurada, ocupou o local com 14 redes de dormir com cores diferentes e varandas brancas, violões espalhados, plantas e o público era convidado a usufruir e participar ativamente da obra. Deitar, dormir, tocar o instrumento e contemplar o espaço. Na parede, fotos de dois “Brasis”: um Brasil da construção de Brasília, inaugurada 4 anos antes, e outro Brasil da praia de Aquiraz, no Ceará, retratando pessoas que trabalhavam com barco à vela. A intenção era propor o diálogo entre um povo associado ao artesanato que também constrói uma capital moderna em 3 anos.

No MAC, como o espaço é bem maior do que em Milão, a mostra conta com 28 redes, além dos violões e plantas. Inclui também as fotografias, pela primeira vez desde a exposição original de “Riposatevi”.

Além de sua importância artística, a remontagem também é uma importante homenagem a Lúcio Costa. O prédio do MAC foi desenhado por Oscar Niemeyer, seu parceiro na elaboração do plano piloto de Brasília.

SERVIÇO
Riposatevi
Data: de 15 de dezembro de 2018 a 17 de março de 2019, terça a domingo
Horário: das 10h às 18h
Ingresso: R$10 (a inteira). Niteroienses, moradores e visitantes de bicicleta têm gratuidade.
Classificação indicativa: Livre
Museu de Arte Contemporânea de Niterói
Mirante da Boa Viagem, s/n, Boa Viagem, Niterói

O Museu da República convida o público para a exposição Quimera, que reúne três gerações e quatro artistas. Liuba Wolf, Véio, Ana Prata e Bruno Dunley dão vida a essa exposição que apresenta um diálogo de gerações onde a exaltação imaginativa em diferentes técnicas aparece como destaque.

A Quimera mitológica, símbolo complexo de criações imaginárias do inconsciente, representa a força devastadora dos desejos frustrados, dos sonhos que não se realizam, da utopia e fantasias incongruentes. Monstros fabulosos alimentam, desde sempre, a imaginação do homem com devaneios necessários à expansão da alma.

A exposição Quimera está em cartaz na Galeria do Lago, com entrada franca, de terça a sexta, das 10h às 12h e das 13h às 17h e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h. O Museu da República, que fica na Rua do Catete, 153, Catete, no Rio de Janeiro (RJ).

Falta muito pouco para entrarmos em 2019, mas o MASP divulgou a sua agenda de exposições deixando nossa ansiedade e curiosidade afloradas \o/

É isso mesmo!

Entre os destaques está a mostra Tarsila Popular, com 160 obras da pintura modernista  trazendo novas leituras sobre a produção da artista ao se focar nos personagens vistos nas pinturas e no contexto social e político da época de criação dos trabalhos.

No primeiro semestre, o público vai acompanhar a mostra da arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, que assina o projeto do prédio do museu. Com três núcleos, a mostra revisará a multifacetada trajetória de Lina, que inclui sua produção em arquitetura, mobiliário, publicações, além de propostas expograficas, como os cavaletes de cristal.

E no segundo semestre, o MASP apresenta a exposição da carioca Anna Bella Geiger, um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira.

O calendário está repleto de mostras importantes. Veja abaixo as datas e já anote na sua agenda:

Março a maio –  Djanira: a memória de seu povo
Abril a julho – Tarsila Popular
Abril a julho – Lina Bo Bardi: Habitat
Novembro a março de 2020 – Anna Bella Geiger
Dezembro a março de 2020 – Leonor Antunes
Dezembro a março de 2020 – Gego

O MASP está localizado na Avenida Paulista, 1578 – São Paulo/SP.

Close