Reconhecendo a importância dos festejos juninos como uma grande celebração da cultura popular nordestina, este ano cancelados em respeito às recomendações para evitar aglomerações e, desta forma, impedir o avanço da Covid-19, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura festejará o Dia de São João com um programa on-line dedicado às tradições do período.

A partir das 17h, no canal do Dragão no YouTube, o “São João do Dragão” trará, durante aproximadamente 1 hora e 30 minutos, apresentações musicais, literatura de cordel, danças e receitas típicas, a história dos festejos no Nordeste e muita alegria. O programa será acessível em LIBRAS.

A programação vai contar com diversos artistas regionais trazendo o que há de melhor nos festejos juninos, para que a gente possa manter a tradição e reverenciar a cultura brasileira.

Confira aqui a programação do evento

O Museu Regional apresenta ao público até o dia 5 de julho, a exposição virtual “Oratórios: a religiosidade no cotidiano”. A mostra conta com 12 obras manufaturadas entre os séculos XVIII e XIX.

Pertencentes ao acervo da instituição, os oratórios são divididos de acordo com seus atributos e usos por parte dos devotos. A exposição destaca três classificações – lapinha, itinerante e ermida – com peças de características barrocas e rococó.

O projeto de uma exposição virtual busca aproximar o público do Museu durante o período de isolamento por conta da pandemia do Coronavírus.

 

Mesmo estando temporariamente fechada para visitação, a Pinacoteca de São Paulo mantém a sua tradição de sempre estar presente na vida das pessoas. Enquanto ainda não podemos visitar os museus que mais gostamos, muitos deles preparam um conteúdo virtual para matarmos a saudade. E é isso que podemos conferir na exposição Distância.

Distância é uma exposição online com cinco obras audiovisuais da coleção da Pinacoteca. Os trabalhos de Cao Guimarães, Dalton Paula, Letícia Parente, Marcellvs L. e Sara Ramo poderão ser vistos online até o fim do período de isolamento. Originalmente pensados para salas de exibição em museus e galerias, eles ganham uma versão adaptada para o ambiente virtual, no qual, ao invés de espaço físico, ocupam janelas de visualização e perdem, consequentemente, os atributos instalativos.

Veja aqui os vídeos e acompanhe esse belíssimo trabalho selecionado pela Pinacoteca.

 

Programa Educativo da Fundação Iberê está elaborando uma série de atividades para esses dias de isolamento. Trata-se de atividades para enxergar um pouco mais de arte no cotidiano e estar juntos!

Basta você ter um celular, papel, caneta e lápis, realizar as propostas e publicar o resultado marcando a @fundacaoibere no Instagram!

Exercício #1:

Escolha uma janela da sua casa.

Olhe para a paisagem que está lá fora, observe o que há ali. O que não há? Desenhe!

Retorne à janela em uma hora. O que mudou?

E se você estivesse fazendo esse desenho um mês atrás, como seria? Desenhe isso com uma cor diferente da que desenhou antes.

Para conhecer todas as atividades, clique aqui.

O Museu Villa-Lobos lançou sua página na plataforma Google Arts & Culture a exposição virtual Native Brazilian Music: 80 anos e uma seleção de 50 fotografias que fazem parte de seu acervo, dialogando com o público neste momento de isolamento social.

A exposição conta o percurso da gravação do LP Native Brazilian Music, um dos mais icônicos da história da música brasileira. Gravado em 1940 no convés de um navio norte-americano, em pleno porto do Rio de Janeiro, o disco – com a coordenação do compositor Heitor Villa-Lobos e do regente britânico Leopold Stokowski – registra músicas de Cartola, Pixinguinha, Donga, Luiz Americano e outros importantes artistas brasileiros. A exposição conta com cartas trocadas entre Villa-Lobos e Stokowski, áudios de músicas do disco, fotografias e ilustrações, entre outros recursos.

A seleção de 50 fotografias faz parte do acervo que foi doado pela segunda esposa de Villa-Lobos e primeira diretora do museu, Arminda Villa-Lobos. São imagens que contam um pouco da trajetória do compositor, um dos mais representativos da história da música brasileira.

Confira a página no link: https://artsandculture.google.com/partner/museum-villa-lobos/

MAIS ACERVO DIGITAL

Buscando ser um museu vivo, sonoro e digital, o Museu Villa-Lobos tem atuado para disponibilizar na plataforma digital Tainacan todas as tipologias de seu acervo, dedicado a Villa-Lobos e à música brasileira. O Tainacan é um repositório gratuito voltado à gestão de acervos culturais de arquivos, bibliotecas e cinematecas, e vem sendo implementado em diversos museus do Ibram graças a uma parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG).

Conheça o acervo de fotografias, a estreia do Museu Villa-Lobos no Tainacan.

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Fonte: Museu Villa-Lobos

O Museu Oscar Niemeyer (MON) inaugurou neste mês de junho a sua 13ª exposição virtual no Google Arts & Culture. A novidade é a mostra “África, Mãe de Todos Nós”, que marcou o início de uma parceria entre a instituição e a Coleção Ivani e Jorge Yunes (CIJY).

Inaugurada em julho de 2019, a exposição foi dividida em três módulos: “Conexão entre Mundos”, “Figuras de Poder” e “A Música e a Sonoridade”, que apresentam, respectivamente, uma significativa coleção de máscaras africanas, bustos e estatuetas e, por fim, instrumentos musicais daquele continente. Este último recorte, “A Música e a Sonoridade”, permanece em cartaz e poderá ser visto também presencialmente pelo público quando o Museu for reaberto.

Todas as peças foram adquiridas pelo colecionador e empresário Jorge Yunes ao longo de quase três décadas. A curadoria das exposições é assinada por Renato Araújo da Silva, historiador em Filosofia pela Universidade de São Paulo e coautor, entre outros trabalhos publicados, do livro “África em Artes”.

GOOGLE ARTS & CULTURE – O MON ingressou na plataforma Google Arts & Culture em fevereiro de 2018, ao lado dos grandes museus do Brasil e do mundo. Além de “África, Mãe de Todos Nós”, outras 12 exposições estão disponíveis na plataforma. São elas: “O que é Original?”, de Marcelo Conrado; “Declaração de Princípios”, de Geraldo Leão; “Luz ≅ Matéria”; “Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses”; “Nos Pormenores um Universo – Centenário de Vilanova Artigas”; “Irmãos Campana”; “Não Está Claro até que a Noite Caia”, da artista Juliana Stein; “Circonjecturas”, do artista Rafael Silveira; “O Último Império”, de Serguei Maksimishin; “Man Ray em Paris”; “Antanas Sutkus: Um Olhar Livre” e “União Soviética Através das Câmeras”.

Lançado em 2011, o Google Arts & Culture tem parcerias com mais de 2 mil museus e instituições culturais em todo o mundo. O MON está entre os mais de 60 museus brasileiros desde fevereiro de 2018.

MON EM CASA – O Museu Oscar Niemeyer (MON) lançou uma programação virtual especial para o período de distanciamento social.

Com a hashtag #monemcasa, o público acessa uma série de ações, como oficinas educativas que podem ser feitas por toda a família. Há atividades específicas para o público maior de 60 anos, que costumava participar do programa Arte Para Maiores, enviadas agora via WhatsApp.

Nas redes sociais do @museuoscarniemeyer também é possível visitar exposições e ateliês, aprender mais sobre as quase 7 mil obras do acervo do MON e assistir a entrevistas de artistas que têm obras no acervo da instituição, além de participar de oficinas artísticas e educativas.

O Museu conta ainda com exposições que podem ser vistas na íntegra virtualmente, no Google Arts & Culture, sem sair de casa. No site do MON, o visitante tem acesso a tours virtuais em 3D pelo Museu e por várias exposições.

Serviço: www.museuoscarniemeyer.org.br

Facebook, Instagram e YouTube: @museuoscarniemeyer

Museu Oscar Niemeyer na plataforma Google Arts & Culture

Disponível em https://bit.ly/MONGoogleArtsAndCulture

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Fonte: MON

Coleções pelo mundo revelam a arte africana, o preconceito sofrido pelos negros e as lutas pelos direitos civis ao longo da história

E um deles está aqui em São Paulo/SP. Estamos falando do Museu Afro Brasil, localizado dentro do Parque do Ibirapuera, que destaca a maneira que as influências africanas ajudaram a construir a identidade e a cultura brasileira.

O acervo de mais de seis mil peças aborda temas como escravidão, religião, trabalho e arte em vários períodos da história – do século 18 aos dias de hoje. Dessa forma, o visitante aprende como os conhecimentos africanos foram determinantes no desenvolvimento da economia rural e urbana, como a cultura desse continente se mesclou com a do Brasil para criação das nossas festividades e também sobre a competência técnica e a diversidade da arte africana.

Ao adentrar o museu e andar pelos corredores, observamos um mundo que guarda e recorda a história dos negros representada por autores brasileiros e estrangeiros, num clima de harmonia da cultura e da arte. As obras estão expostas entre os corredores e rampas deste belo edifício, projetado pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer. Ao todo são 11 mil metros de área construída, divididos em três pavimentos.

A história negra africana e brasileira também está espalhada em prateleiras da Biblioteca do Museu, que em seu nome homenageia a escritora Coralina Maria de Jesus. São mais de 6 mil títulos que trazem especial destaque para uma coleção rara sobre o tema do tráfico atlântico e a abolição da escravatura no Brasil, América Latina, Caribe e Estados Unidos.

O Museu Nacional comemorou 202 anos no dia 6 de junho.

Para celebrar esta data histórica, o Museu promoveu o webinário “Museu Nacional 202 anos: [re]construindo horizontes”, que apresentou os principais projetos e atividades que estão sendo realizadas para a reconstrução do Museu, atingido por um grande incêndio em setembro de 2018.

A iniciativa aporta recursos, esforços e habilidades técnicas para garantir a reconstrução e a restauração do Paço de São Cristóvão e seu anexo; a preparação do Palácio para receber a nova museografia; a reforma da Biblioteca e do Horto Botânico; e a implantação de um novo campus acadêmico, anexo à Quinta da Boa Vista.

A segunda parte do encontro apresentou as ações em andamento para a recuperação de acervos e também os planos para as novas exposições do Museu.

E nós ficamos aqui na torcida para que o Museu Nacional tenha suas portas abertas para que possamos desfrutar de tanto conhecimento em um único lugar.

Fonte: https://nacoesunidas.org/

A Cultura nunca teve um papel tão importante quanto neste momento de pandemia que estamos vivendo. Estamos analisando o quanto o mundo das artes traz cor e vida no dia a dia das pessoas.

Pensando nisso, museus em todo o mundo recriaram algumas de seus exposições e acesso a acervos de maneira virtual. É o que fez o Instituto Inhotim, um dos museus de arte contemporânea mais importantes do Brasil, que “abriu as portas” com uma mostra botânica inteiramente digital em celebração à Semana do Meio Ambiente, comemorada no mês de Junho.

A exposição “Resistência, diversidade e sabedoria: os segredos do Jardim Desértico” ganhou uma ajuda da ferramenta Google Arts & Culture. Como o contato físico com as espécies do local está interrompido, a saída da equipe técnica foi se esforçar na apresentação virtual: através de fotos bem detalhadas, o visitante consegue analisar adaptações e os elementos estéticos das plantas, e ainda há possibilidade de conhecer mais a fundo as relações humanas com a fauna e a flora com ajuda de textos e comentários em áudio.

Série e wallpapers

O museu também preparou um episódio sobre orquídeas para a série Diálogos, que exibe conversas entre representantes do Instituto, artistas, curadores, botânicos e teóricos sobre cultura e meio ambiente. O conteúdo está disponível no Facebook, no YouTube e no Instagram do Inhotim, com participação de Juliano Borin, curador botânico do museu, e André Cavasini, da OrchidBrazil.

Além do conteúdo para as redes sociais e a mostra através do Google Arts & Culture, uma série de wallpapers estão disponibilizados para o público baixar em seus celulares. São seis imagens do fotógrafo João Marcos Rosa com foco nas famílias mais representativas do acervo botânico do Inhotim, como palmeiras, antúrios, filodendros, orquídeas e bromélias, podem ser baixadas pelo Facebook e Instagram.

Prepare-se para mais uma aventura da série audiovisual Conhecendo Museus. O projeto dá start à sua  nova temporada com um roteiro especial, que vai te dar água na boca, pensar a moda brasileira e pensar em ciência e vida. É isso mesmo!

A partir do dia 8 de junho, segunda-feira, às 7h15, a TV Brasil vai exibir os 20 episódios do programa que mostram museus que possuem temas em comum, mas cada um com a sua história e a sua personalidade.

O público poderá maratonar o seu assunto preferido e conhecer acervos riquíssimos culturalmente.

Mantendo a sua fórmula original, os episódios estão cada vez mais atrativos, dinâmicos, ágeis, visualmente atraente e o principal: gerando conhecimento.

Com uma narrativa de uma personagem principal, a série dá vida aos museus e aos acervos, por isso é tão querido nas salas de aula em disciplinas como arte e história. Em nosso canal no Youtube (www.youtube.com/conhecendomuseus) você também pode acompanhar esta temporada e as anteriores.

Nessa viagem por diversos estados brasileiros fomos conhecer 20 museus. São eles:

Roteiro da Moda e da Gastronomia: Museu do Pão (Ilópolis/RJ); Museu da Rapadura/Museu do Brejo Paraibano (Areia/PB); Museu Municipal do Milho (Xanxerê/SC); Museu da Moda de Canela (Canelas/RS); Museu de Hábitos e Costumes; (Blumenau/SC); Museu do Caju (Caucaia/CE); Museu da Moda de BH (Belo Horizonte/MG); Museu Nacional do Calçado (Novo Hamburgo/RS); Museu do Doce (Pelotas/RS).

Roteiro da Ciência e da Tecnologia: Espaço Ciência (Olinda/PE); Museu do Homem do Nordeste (Recife/PE); MUQUIFU – Museu de Quilombos e Favelas Urbanas (Belo Horizonte/MG); Museu Catavento Cultural (São Paulo/SP); MIS SP (São Paulo/SP); MIS RJ (Rio de Janeiro/RJ); Museu Exploratório de Ciência (Campinas/SP); Museu da Vida (Rio de Janeiro/RJ); Museu Oceanográfico (Piçarras/SC); Museu do Amanhã (Rio de Janeiro/RJ); Museu da Energia (São Paulo/SP).

Você precisa vir com a gente explorar o conhecimento.

Vale lembrar que o projeto Conhecendo Museus é fruto da parceria entre a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a Fundação José de Paiva Netto (FJPN) e o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Novos tempos, novos costumes. Assim tem sido nossa rotina transformada por conta do novo coronavírus.

Museus em todo o mundo tiveram que fechar suas portas, mas reinventar suas ideias. Afinal, a cultura precisa se manter viva.

Pensando nisso, o Museu Casa da Hera (RJ), por exemplo, disponibilizou seu acervo online onde estão disponíveis 1155 itens divididos em duas categorias: as peças compõem o cenário da casa e as de indumentária.

Quem também está presenteando o público é o Museu Casa Histórica de Alcântara, que possui cerca de 2100 objetos museológicos, cujos móveis e utensílios retratam aspectos sociais e culturais ligados ao trabalho, à vida doméstica e ao cotidiano entre os séculos XIX e XX.

No acervo disponível para consulta estão 631 itens, tais como móveis, pratarias, vidraria de farmácia, alfaias, peças de vestuário e demais objetos de valor histórico que pertenceram à família Guimarães.

Na Semana Mundial do Meio Ambiente convidamos você a assistir junto com a gente quatro episódios especiais que mostram museus localizados em um local privilegiado, no meio da natureza.

SÍTIO ROBERTO BURLE MARX

O Sítio Roberto Burle Marx é um verdadeiro oásis localizado na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, em Guaratiba. São mais de 400 mil m2, onde estão reunidas uma das mais importantes coleções de plantas tropicais e semitropicais do mundo.

A belíssima propriedade foi adquirida em 1949 por Burle Marx e seu irmão, Siegfried. O local passou por reforma e, em 1973, o paisagista foi morar definitivamente lá levando consigo uma coleção de plantas que ele iniciou ainda na infância, aos 6 anos de idade.

CASA DOS POVOS DA FLORESTA
Inaugurada em 2003, a Casa dos Povos da Floresta imita uma maloca indígena e retrata a história de ribeirinhos, seringueiros e índios. Está localizada dentro do Parque da Maternidade — ponto turístico de Rio Branco, no Acre.

Com o intuito de valorizar e guardar toda essa história é que surgiu a proposta de criação da Casa, a fim de que cada vez mais os acrianos pudessem ter conhecimento da sua história, orgulhando-se do seu passado, preservando para o futuro.

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE NITERÓI
Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o MAC de Niterói foi inaugurado em 1996 e tornou-se um dos cartões-postais da cidade.

Está localizado sobre o Mirante da Boa Viagem, com sua fachada futurística possibilita que o visitante desfrute de uma vista panorâmica tanto para dentro do museu como para a bela paisagem de fora da orla de Niterói. Um contato indescritível entre cultura, arquitetura e natureza.

INSTITUTO INHOTIM
Os jardins do Instituto é um espetáculo à parte, onde estão instaladas obras de consagrados artistas da contemporaneidade, são reconhecidos pela sua beleza singular e pela disposição paisagística do seu acervo botânico.


Nesse contexto de rara beleza, são realizados estudos florísticos, catalogação de novas espécies botânicas, ações de educação ambiental e uso paisagístico de espécies como forma de sensibilização popular pela preservação da biodiversidade.

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Confira outros museus especiais da série Conhecendo Museus!

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