Para comemorar os 466 anos de São Paulo, comemorados no dia 25 de janeiro, alguns museus estão com uma programação especial para os paulistanos e seus visitantes. Confira abaixo algumas atrações e programe-se:

Museu Ema Klabin

No dia 25 de janeiro, a partir das 14h30, o museu promoverá uma Caminhada Fotográfica pelo bairro do Jardim Europa. A ideia é que os participantes registrem características desse tradicional bairro paulistano pensando sua relação com o desenvolvimento da cidade. É necessário levar uma câmera que pode ser a do celular. São 35 vagas, e a inscrição gratuita está aberta no site.

Endereço: Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo. Telefone (11) 3897-3232.

Museu de Arte Sacra

Para celebrar o aniversário de São Paulo haverá uma visita temática ao Museu de Arte Sacra. Na sequência, os participantes colocarão a mão na massa para construir uma parede de pau-a-pique coletivamente. Essa técnica foi utilizada durante o período colonial para a construção de paredes internas do Mosteiro da luz, local que abriga o Museu.

Quando: Sábado (25/01) e Domingo (26/01)
Horário: 15h
Inscrições: Preencha o formulário disponível no link: https://cutt.ly/Erohwwj
Informações: educativo@museuartesacra.org.br

Atividade gratuita. Vagas limitadas. Livre para todos os públicos
Endereço: Avenida Tiradentes, 676 – Metrô Tiradentes

Museu do Ipiranga

O museu vai receber o “Tapume! Festival de Graffiti“, que reúne 35 grafiteiros com a missão de transformar em obra de arte os 219 metros de tapumes que protegem a fachada do novo Museu do Ipiranga.

O trabalho dos artistas vai poder ser acompanhado pelo público das 10h às 19h.

Preparamos um texto explicando mais informações sobre essa atividade.

MASP

Masp terá entrada gratuita no dia 25 com horário estendido, das 10h às 22h. Estão em cartaz por lá cinco exposições: Acervo em Transformação (2º andar), Gego: A Linha Emancipada (1º andar), Leonor Antunes: Vazios, Intervalos E Juntas (1º subsolo), Anna Bella Geiger: Brasil Nativo/Brasil Alienígena e Sala de Vídeo: Laure Prouvost (2º subsolo).

Também no Aniversário de São Paulo, o Masp participará do Paulista Cultural, evento que reúne instituições culturais localizadas na via. O Instituto Moreira Salles é uma delas. Por lá, será aberta a exposição Arquivo Peter Scheier, que traz fotos do fotógrafo alemão, que registrou a construção do Masp e de Brasília.

Ainda na programação do IMS, haverá as oficinas de fotografia Experimentações – As cores de São Paulo em goma bicromatada, voltada para adolescentes e adultos a partir de 16 anos, e Aniversário de São Paulo: A Cidade Na Latinha, com classificação etária de 6 anos. As inscrições de ambas devem ser feitas no próprio centro cultural, 1 hora antes do início das atividades.

Museu Afro Brasil

No próximo dia 25 de janeiro, às 11h, o Museu Afro Brasil promove a abertura da exposição “Heranças de um Brasil profundo”, que reúne mais de 500 objetos entre obras de arte e utensílios da cultura material indígena de raiz brasileira.

A mostra encerra a trilogia de exposições as quais a instituição vem se dedicando nos últimos anos ao iluminar as contribuições artísticas e culturais dos povos que deram origem ao Brasil. Trilogia está que teve início com “Africa Africans”, em 2015, e foi seguida por “Portugal, Portugueses – Arte Contemporânea”, em 2016.

Anote na agenda. A exposição está lindíssima!

 

Para comemorar seus 83 anos de fundação, o Museu Nacional de Belas Artes, localizado no Rio de Janeiro/RJ, convida o público para visitar suas exposições com entrada gratuita até o dia 31 de janeiro.

No calendário de exposições,  a exposição “O colecionismo no Brasil – Eugène Boudin e os Barões de São Joaquim” foi prorrogada até o dia 2 de fevereiro.

Localizado no centro histórico do Rio de Janeiro, em edifício de arquitetura eclética, projetado em 1908 pelo arquiteto Adolfo Morales de los Rios para sediar a Escola Nacional de Belas Artes, herdeira da Academia Imperial de Belas Artes, o MNBA foi construído durante as modernizações urbanísticas realizadas pelo prefeito Pereira Passos na então Capital Federal.

O Museu ocupa uma área de 18 mil m² e é o mais importante museu de arte do país. Reúne um acervo de setenta mil itens entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, objetos, documentos e livros, constituindo-se num centro irradiador de conhecimento e divulgação da arte brasileira.

E agora é hora de dar o play no programa especial que o Conhecendo Museus gravou no museu, onde conta a sua história e mostra com detalhes o rico acervo deste prédio imponente culturalmente.

O aniversário é de São Paulo, mas quem ganha o presente é você!

Essa frase já caiu no gosto popular dos paulistanos e é a mais pura verdade. A cidade comemora, no dia 25 de janeiro, seus 466 anos de história, de beleza e de cultura.

E para comemorar a data, o Museu do Ipiranga — mesmo fechado para reforma — vai promover, no dia 25, a partir das 10h, um festival de arte urbana, com grafite ao vivo e shows.

Os 219 metros de tapumes que protegem a fachada do museu em obras serão grafitados por 35 artistas. A área em reforma seguirá fechada para visitantes, mas o auditório do museu vai receber uma palestra sobre arte de rua com o curador Baixo Ribeiro.

Nomes de destaque da arte urbana como Binho, Chivitz, Minhau, Vermelho, Salmos, Kueia, Pas, Ronah, Pardal e Tikka estão entre os participantes do evento que vão ilustrar os tapumes ao longo do dia.

Haverá ainda DJ, shows de bandas de rock paulistanas, oficina de grafite para crianças e adultos e barraquinhas de comidas variadas espalhadas por um food park.

O festival no aniversário de São Paulo marca o início de uma série de ações cujo propósito é revitalizar os laços do museu com o bairro e a cidade, segundo a diretora do Museu Paulista, Solange Ferraz de Lima.

Confira a programação completa:

Confira a programação completa:

Tapume! Festival do Graffiti para o Novo Museu do Ipiranga

Data: 25 de janeiro de 2020, das 10h às 19h
Endereço: Avenida Nazaré (entre a rua dos Patriotas e a rua Conde Vicente de Azevedo)

  • Das 10h às 19h – Ação com os grafiteiros: pintura dos tapumes da obra com 35 grafiteiros
  • 10h – Palestra: Arte Urbana no Século XXI com Baixo Ribeiro, curador de arte e fundador da Choque Cultural
    Local: Auditório do Museu – Av. Nazaré, 268.
    50 vagas | 60min – Inscrição gratuita no link: https://forms.gle/B5tsoGHxVx7cV37S9
  • 11h30 – Oficina de graffiti para adultos iniciantes com o grafiteiro Guilherme Matsumoto (XguiX)
    Local: Auditório do Museu – Av. Nazaré, 268.
    20 vagas | 60 a 90min – Inscrição gratuita no link: https://forms.gle/B7NbvNsgqcuTBMhM7
  • 15h – Oficina de graffiti para crianças de 8 a 14 anos com o grafiteiro Verde
    Local: Auditório do Museu – Av. Nazaré, 268.
    20 vagas | 60 a 90min – Inscrição gratuita no link: https://forms.gle/5TthwERngEnCfMJz5

Programação musical:

  • 10h – 14h – DJ Julio Torres
  • 14h – Festival Mad Riders (bandas Rockaholics, Hollywood Again, Maybe Mad e Ápice Rock).

 

Sobre a reforma no Museu

A expectativa é que as obras no Museu do Ipiranga terminem em 2020 para que seja reaberto ao público em setembro de 2022, no bicentenário da Independência do Brasil.

 

A exposição Luz ≅ Matéria, em cartaz no Museu Oscar Niemeyer (MON), pode agora também ser vista na íntegra virtualmente no Google Arts & Culture.

O segmento Matéria da mostra, que conta com trabalhos de Tomie Ohtake, Efigênia Rolim, Julio Le Parc, Anna Mariah Comodos, Bernadete Amorim, Regina Silveira, Iberê Camargo, Daniel Senise, Francisco Brennand, João Turin, Joan Miró, Emanoel Araújo, Miguel Bakun, entre outros, faz parte agora da plataforma virtual.

A parte Luz da exposição já estava disponível no Google Arts & Culture desde fevereiro de 2018, quando o MON passou a integrar a plataforma, ao lado dos grandes museus do Brasil e do mundo.

A mostra Luz ≅ Matéria reúne uma seleção de obras do acervo do MON, buscando aquelas que têm como ponto comum a luz, de um lado e, de outro, a materialidade. O primeiro segmento, Luz, apresenta nomes como Claudio Alvarez, Alfredo Andersen, José Bechara, Maureen Bisilliat, Martin Chambi, Flavio Damm, Theodoro de Bona, Alberto Guignard, Julio Le Parc, Abraham Palatnik, Vik Muniz, Daniel Senise, entre outros.

O Google Arts & Culture possui parcerias com mais de 1.800 museus e instituições culturais em todo o mundo e mais de 50 no Brasil, para que as pessoas, de qualquer lugar, possam explorar algumas das coleções de arte mais emblemáticas da história.

Em outubro, Padre Cícero, sacerdote aclamado como santo popular do Nordeste e padroeiro da cidade de Juazeiro de Norte, no Ceará, ganhará uma exposição própria no Museu do Louvre, em Paris. A mostra será organizada pelo jornalista e produtor cultural Marcelo Fraga, que busca levar uma amostra da cultura nordestina para a Europa.

Marcelo será condecorado na Divine Académie Française des Arts, Lettres et Culture, uma instituição acadêmica que promove e premia o trabalho de acadêmicos, cientistas, jornalistas e artistas que tiveram algum impacto nos campos social e cultural, e, por isso, foi convidado para levar uma exposição ao Louvre. Para comemorar os 150 anos de sacerdócio de Padre Cícero, ele escolheu o religioso como tema da mostra.

O produtor deve levar quatro itens que pertenceram ao padre para a exposição, que ficará no Louvre por aproximadamente uma semana. Entre elas, estarão uma escrivaninha de madeira que pertencia ao religioso, seu título de eleitor preservado, e um quadro feito pela artista plástica cearense Helaine Mendonça. Além disso, Marcelo levará uma pequena escultura em madeira feita pelo artista pernambucano Mestre Noza.

E você está mais do que convidado a reviver conosco um programa especial que fizemos no Museu Vivo do Padre Cícero. Inaugurado em dia 1º de novembro de 1999, no velho Casarão do Horto — atualmente um dos maiores centros de oração do Brasil —, em Juazeiro do Norte/CE, o Museu retrata e preserva, em personagens em tamanho real, a vida e obra religiosa do padre Cícero Romão Batista, que se tornou evangelizador e líder espiritual da comunidade. A religiosidade popular é marcante na cidade. Milhões de romeiros se dirigem a Juazeiro para orar e para pagar promessas.

Que tal aproveitar o mês de janeiro para fazer um passeio pra lá de especial num dos cartões postais da cidade do Rio de Janeiro, a Baía de Guanabara.

Neste passeio marítimo, é possível avistar os principais pontos turísticos e históricos da cidade da Cidade Maravilhosa, com o acompanhamento de guia turístico apresentando as curiosidades e histórias.

Para realizar o passeio marítimo, o visitante deve se dirigir ao Espaço Cultural da Marinha (ECM), localizado no Boulevard Olímpico, próximo à Pira Olímpica, local de venda dos ingressos e do embarque.

Conheça o Roteiro Marítimo:

  1. Espaço Cultural da Marinha
    2. Estação das Barcas
    3. Aeroporto Santos-Dumont
    4. Escola Naval
    5. Aterro do Flamengo
    6. Pão de Açúcar
    7. Fortaleza de São João
    8. Ilha da Laje
    9. Fortaleza de Santa Cruz
    10 . Museu de Arte Contemporânea
    11. Ilha de Boa Viagem
    12. Niterói
    13. Diretoria de Hidrografia e Navegação
    14. Ponte Rio-Niterói
    15. Ilha das Enxadas
    16. Ilha Fiscal
    17. Ilha das Cobras

O passeio tem a duração de 1h20, aproximadamente. Para mais informações, acesse aqui.

Ingressos:

A Bilheteria funcionará no período das 11h às 14h40.
Valores dos ingressos:
Inteira: R$ 36,00
Meia entrada: R$ 18,00
Reduzida: R$ 12,00

 

Já estão abertas as inscrições para a 18ª Semana de Museus. Coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), a temporada de eventos une, durante uma semana, instituições museológicas, em torno de atividades para todos os públicos.

Em comemoração ao Dia Internacional dos Museus (18 de maio), criado em 1977 pelo Conselho Internacional de Museus – ICOM, a Semana estende essa celebração, pois tem como objetivo aumentar o potencial de visitação das instituições museológicas e culturais de todo país, difundindo as diversas manifestações e referências culturais, promovendo o acesso à produção simbólica e à diversidade cultural dos municípios, criando experiências significativas aos visitantes.

O tema definido pelo ICOM para a edição de 2020 para o Dia Internacional dos Museus, que será o mote norteador à Semana, é: “Museus para a Igualdade: diversidade e inclusão”.

Fonte: museus.gov.br

Gego (Gertrud Goldschmidt, Hamburgo, Alemanha, 1912–Caracas, Venezuela, 1994) estudou arquitetura e engenharia em Stuttgart; enfrentando o crescente antissemitismo no seu país de origem, ela migrou para a Venezuela em 1939, onde trabalhou como arquiteta. Não foi até ao início dos anos 50 que ela começou a sua carreira como artista, trabalhando primeiro em aquarelas, monotipias e xilogravuras, antes de passar para estruturas metálicas tridimensionais.

A exposição Gego: a linha emancipada é a primeira retrospectiva dedicada à artista no Brasil e é co-organizada pelo MASP com o Museo Jumex, Cidade do México, Museu d’Art Contemporani de Barcelona e Tate Modern, Londres.

Esta exposição oferece um panorama cronológico e temático da obra da artista, do início dos anos 1950 ao início dos anos 1990, e inclui aproximadamente 150 trabalhos, que vão da escultura, aos desenhos, gravuras e têxteis. A exposição mostra a evolução da abordagem distintiva de Gego à abstração e destaca sua prática de desenho e gravura em diálogo com suas extraordinárias séries tridimensionais, incluindo esculturas vibracionais e cinéticas das décadas de 1950 e 1960: Chorros (1970–71), Reticuláreas cuadradas (1970–73), Columnas (1971), Columnas (Reticuláreas cuadradas) (1972), Troncos (1974–77), Dibujos sin papel (1976-88), Esferas (1976–77), e Bichitos/Bichos (1987–91).

A exposição evidencia as significativas contribuições formais e conceituais de Gego na arte moderna e contemporânea, destacando as suas interseções com os principais movimentos transnacionais de arte, incluindo abstração geométrica e a Arte Cinética das décadas de 1950–60, e o Minimalismo e o Pós-minimalismo das décadas de 1960–70.

Além disso, a exposição faz referência à história sociocultural da América Latina e avança na compreensão e valorização do trabalho de Gego dentro de um contexto mais amplo do modernismo do século 20, como uma das principais figuras artísticas da segunda metade do século.

A exposição vai até o dia 1º de março de 2020, no MASP, localizado na Avenida Paulista, 1578.

A conclusão das obras de restauro e de readequação do Museu da Língua Portuguesa, que fica na Estação da Luz, em São Paulo, foram concluídas. O museu, dedicado ao idioma nacional, está fechado para reconstrução desde que foi atingido por um incêndio, em dezembro de 2015. A expectativa do governo é de que o museu seja reinaugurado no dia 25 de junho do próximo ano.

A nova expografia do museu oferecerá experiências inéditas como as seções Sons das Línguas do Mundo, que vai destacar 20 das mais de 7 mil línguas faladas hoje; Falares, que traz os diferentes sotaques e expressões no Brasil; e Nós da Língua Portuguesa, que aborda sua presença no mundo, com a diversidade cultural da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). Serão mantidas as áreas Palavras Cruzadas, que mostra as línguas que influenciaram o português no Brasil; e a Praça da Língua, um espetáculo imersivo de som e luz que homenageia o português escrito, falado e cantado.

A obra de restauração do Museu da Língua Portuguesa abrangeu serviços de recuperação das fachadas e esquadrias e reconstrução da cobertura e dos espaços internos. Também foi melhorada a infraestrutura e a segurança do museu contra incêndios, com a instalação de sprinklers, que são chuveiros acionados automaticamente para a extinção de incêndios.

A área ocupada pelo museu também foi expandida, incluindo novos espaços como um mirante e um café no terraço, onde será possível observar o Parque da Luz.

Fonte: Agência Brasil

Em homenagem ao centenário de nascimento do arquiteto e urbanista Sérgio Bernardes, o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro/RJ, convida o público para conferir exposição que leva o seu nome e faz parte do calendário oficial do Rio Capital Mundial da Arquitetura e um dos eventos preparatórios do 27° Congresso Mundial de Arquitetos (UIA2020RIO), a ser realizado na cidade do Rio de Janeiro em julho de 2020.

Arquiteto, urbanista, livre-pensador e “inventor social” como ele gostava de se apresentar, Sergio Bernardes concebia a atividade de arquiteto em um campo ampliado “capaz de conectar o menor objeto de design à escala planetária”. Dedicou-se, ao longo de uma trajetória de quase 70 anos de vida profissional, a estudar o Brasil e mais particularmente o Rio de Janeiro resultando em muitas propostas arquitetônicas e urbanísticas. Apesar de sua ampla e diversa produção, esta se mantém pouco conhecida e muitas vezes não reconhecida, apesar de suas obras comporem a paisagem carioca.

A exposição contará com pranchas impressas dos projetos; peças de mobiliário de sua autoria; projeção de filmes, maquetes, curiosidades e documentos inéditos de Bernardes, salvaguardados no Núcleo de Pesquisa e Documentação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ.

A curadoria é de Adriana Caúla (EAU/UFF) e Kykah Bernardes (Plano Memória/Bernardes Arquitetura), projeto expográfico de Thiago Bernardes e produção de Claudia Pinheiro da DOIS UM Produções.

Que tal despertar o artista interior que existe em você? O Museu Victor Meirelles vai promover, para crianças e adolescentes, até o dia 23 de janeiro, a 21ª Maratona de Oficina de Férias, com atividades gratuitas e material incluso.

As opções são Fanzine, Desenho como Expressão, Colagem, Stop Motion e Colagem e Fotomontagem. Confira a agenda para os próximos dias:

A oficina de Colagem e Fotomontagem será para a faixa etária dos 14 aos 15 anos, das 14 às 17h do dia 16 de janeiro. A proposta é originar uma fotografia criativa, divertida e única por meio da construção e modificação de imagens variadas superpostas ou justapostas. Partindo do mesmo princípio e voltada para crianças dos 10 aos 11 anos, a oficina de Colagem acontecerá no dia 21 de janeiro, das 14 às 17h.

Por fim, a oficina de Stop Motion, promovida para jovens dos 13 aos 14 anos de idade nos dias 22 e 23 de janeiro, das 9 às 12h, trabalhará inicialmente a criação de um roteiro, que em seguida será colocado em prática, fazendo uso de técnicas como iluminação e posição de câmera.

Os encontros têm vagas limitadas e acontecem na sede do Museu Victor Meirelles, mediante inscrição prévia pelo e-mail mvm.educativo@museus.gov.br.

O Museu Oscar Niemeyer (MON) conquistou um dos mais importantes prêmios nacionais na área de educação em museus, o Prêmio Darcy Ribeiro 2019, concedido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

O programa premiado foi o Arte para Maiores, destinado a pessoas com idade superior a 60 anos com a proposta de aproximar esse público das artes visuais, em encontros mensais e gratuitos.

Além da premiação, o programa registrou um aumento recorde de público neste ano. Em 2019, o número de participantes teve um acréscimo de 150% em relação ao ano passado.

É a segunda vez que esse programa é premiado pelo Ibram. Em 2014, recebeu o Prêmio Modernização de Museus.

Resultados como esses comprovam que as ações inovadoras desenvolvidas pelo MON têm estimulado a frequência ao Museu e o envolvimento de diferentes perfis de público nos programas educativos.

“O Museu é um espaço vivo, de diálogo permanente, que deve extrapolar a função contemplativa e instigar a participação de seus visitantes, e o Arte para Maiores faz isso com excelência”, comenta a diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika.

O Prêmio Darcy Ribeiro seleciona os dez melhores projetos desenvolvidos no ano por instituições museológicas que contemplam práticas de educação não formal. Tais projetos têm como objetivo a convergência entre cultura, arte e educação, de modo a contribuir na ampliação do acesso às manifestações culturais e ao patrimônio cultural brasileiro.

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